-
Carne brasileira não entra para lista europeia de respeito às normas sanitárias
-
Messi continua sendo o jogador mais bem pago da MLS
-
Festival de Cannes começa sob lema do cinema como 'ato de resistência'
-
Barcelona estuda ações legais após acusações do presidente do Real Madrid
-
Kevin Warsh retorna ao Fed com agenda reformista
-
Trump anuncia saída do chefe da agência de medicamentos e segurança alimentar
-
Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, morre aos 29 anos
-
Relatório israelense acusa o Hamas de violência sexual em larga escala no ataque de 7 de outubro
-
Inflação de abril nos EUA alcançou seu nível mais alto em três anos por guerra no Irã
-
Rússia testa míssil de longo alcance após fim de tratado nuclear com os EUA
-
Francesa infectada com hantavírus segue internada em estado grave
-
Hamburgo nomeia Kathleen Krüger como sua primeira diretora esportiva
-
Irã dá ultimato para EUA aceitar sua contraproposta de paz
-
Presidente do Real Madrid convoca eleições e apresenta candidatura
-
Ex-prefeito é preso por assassinato do ambientalista hondurenho Juan López
-
Lula lança plano contra crime organizado a cinco meses das eleições
-
Senado dos EUA confirma indicado de Trump como novo membro do Fed
-
Ben White vai desfalcar o Arsenal pelo resto da temporada e pode ficar fora da Copa
-
Mosquito 'antidengue', um avanço, mas não uma solução milagrosa no Brasil
-
Argentinos protestam contra cortes nas universidades públicas
-
Técnico Dick Advocaat reassume seleção de Curaçao a um mês da Copa
-
Cannes estende tapete vermelho para edição cheia de estrelas e um pouco de política
-
Guerra dos EUA contra Irã custou US$ 29 bilhões, segundo Pentágono
-
EUA processa duas empresas por colisão de navio com ponte em Baltimore
-
Starmer decide 'continuar', apesar de pressão crescente e divisão no Partido Trabalhista
-
Flick critica Lamine Yamal por exibir bandeira palestina
-
Starmer decide 'continuar', apesar de pressão e renúncias em seu gabinete
-
Sinner iguala recorde de Djokovic de vitórias consecutivas em Masters 1000
-
Lutar contra IA é 'batalha perdida', diz atriz Demi Moore em Cannes
-
'Mudança climática é machista', alertam ONGs
-
LeBron James mantém mistério sobre futuro na NBA
-
Hansi Flick confirma renovação com o Barcelona
-
Rússia diz que é cedo para falar de 'detalhes' sobre fim da guerra na Ucrânia
-
Inflação nos EUA atingiu em abril seu nível mais alto em três anos pela guerra no Irã
-
Frida Kahlo e Diego Rivera chegam à Ópera de Nova York com direção de Deborah Colker
-
Ushuaia, cidade argentina do 'fim do mundo', tenta dissociar sua imagem do hantavírus
-
Irã afirma que EUA devem aceitar proposta de paz ou enfrentar 'fracasso'
-
Hollywood tem medo do Festival de Cannes?
-
Guerra com o Irã deixa sem cor os pacotes de batatas chips no Japão
-
OMS pede que países sigam suas 'diretrizes' para conter hantavírus
-
A humanidade deveria erradicar os mosquitos?
-
Starmer quer 'continuar', enquanto aumenta a pressão para que renuncie
-
Cannes estende seu tapete vermelho para o maior festival de cinema do mundo
-
Dua Lipa processa a Samsung nos Estados Unidos por uso indevido da imagem
-
Naufrágio de embarcação de migrantes deixa 14 desaparecidos na Malásia
-
Trump considera trégua no Oriente Médio em estado crítico e Irã mantém o tom de desafio
-
ONG expõe ao público 3,5 milhões de páginas do caso Epstein nos EUA
-
México anula decisão de antecipar férias escolares por Copa do Mundo
-
Diretor da Microsoft diz em julgamento contra OpenAI estar 'orgulhoso' de investimento precoce
-
Aumenta a pressão sobre premiê britânico para que renuncie
Começa novo julgamento sobre morte de Maradona, um ano após escândalo
O novo julgamento pela morte do lendário jogador de futebol Diego Maradona começa nesta terça-feira (14) na Argentina após a anulação de um primeiro há um ano, no qual se descobriu que uma das juízas participava de um documentário clandestino sobre o processo.
O escândalo, que derrubou o primeiro julgamento em maio de 2025, anulou 20 audiências judiciais e 44 depoimentos colhidos ao longo de dois meses e meio.
O segundo processo, no qual serão ouvidas cerca de 120 testemunhas, buscará determinar a responsabilidade da equipe médica de Maradona, mas com um novo enfoque do Ministério Público.
"O julgamento fracassado e o fato de que as defesas tenham conhecido nossos métodos nos obrigou a mudar estratégias, mas sempre com a convicção firme de que impediremos a impunidade dos responsáveis", disse à AFP o promotor Patricio Ferrari.
O ícone do futebol argentino morreu aos 60 anos em 25 de novembro de 2020 devido a uma crise cardiorrespiratória e um edema pulmonar em uma residência privada em Tigre, ao norte de Buenos Aires, onde se recuperava de uma neurocirurgia.
Sete profissionais de saúde - médicos, psicólogos, enfermeiros – que o atendiam na época são acusados de homicídio com dolo eventual, figura que implica que eles tinham consciência de que suas ações podiam ocasionar a morte do ex-jogador.
As defesas sustentam que ele faleceu por causas naturais. "Se há algo que ficou descartado é um plano criminoso doloso para matar Maradona. Quem continuar sustentando isso está sendo cruel com a família e com os réus", disse no domingo Vadim Mischanchuk, advogado da psiquiatra Agustina Cosachov, à rádio Con Vos.
O processo em San Isidro, nos arredores de Buenos Aires, contará com 30 audiências duas vezes por semana e deve ocorrer pelo menos até julho.
A notícia da morte do campeão mundial com a Argentina em 1986 levou centenas de milhares de pessoas às ruas em um luto coletivo em meio à pandemia de covid-19.
- "Justiça divina" -
Durante o midiático julgamento em 2025, foram divulgadas imagens de Julieta Makintach, uma das três juízas do tribunal, como protagonista de um documentário clandestino sobre o mesmo processo do qual fazia parte.
A magistrada foi afastada, o julgamento anulado e o escândalo dominou as manchetes na Argentina e no exterior.
Intitulado "Justiça Divina", o documentário mostrava Makintach caminhando pelos corredores do tribunal com música eletrônica ao fundo e depois sendo entrevistada em seu gabinete.
A juíza foi destituída em novembro em um julgamento político.
"Lixo, você me expulsou porque estava tudo roteirizado", gritou-lhe um dos advogados de defesa, Rodolfo Baqué, que foi expulso da sala na primeira audiência por ordem de Makintach sob o argumento de não estar autorizado.
Ao longo do primeiro processo, foram questionadas tanto as condições da internação quanto a pertinência de atender o ex-jogador de futebol em sua residência em Tigre, um acordo firmado entre a família e a equipe médica após a neurocirurgia.
A equipe médica levou adiante um "plano desumano de resultado eficaz", disse o advogado de Dalma e Gianinna Maradona, Fernando Burlando. O astro do futebol foi "assassinado" e "em qualquer hospital precário teriam salvado a vida dele", segundo a filha de Maradona.
"Todos acreditávamos que tinha sido uma morte natural. Até que três dias depois ligam do Ministério Público e nos dizem que possivelmente o tinham matado. E aí começou a investigação", lembrou Jana, quarta dos cinco filhos de Maradona, à imprensa argentina em março.
As defesas têm diferentes estratégias para cada acusado. Os principais são, além de Cosachov, o médico de confiança Leopoldo Luque e o psicólogo Carlos Díaz.
Os acusados enfrentam penas de 8 a 25 anos de prisão. Uma oitava acusada será julgada em um processo separado.
J.Saleh--SF-PST