-
LVMH vende a marca Marc Jacobs para o grupo WHP Global
-
Rubio nega inspiração em Maduro para roupa que viralizou
-
Líder de extrema direita pede novas eleições no Peru depois de ficar fora do 2º turno
-
Trump anuncia acordos comerciais 'fantásticos' durante visita à China
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa ao menos 24 mortos e diminui esperanças de paz
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa ao menos 21 mortos e diminui esperanças de paz
-
Diretor da CIA viaja a Havana para reunião excepcional com autoridades cubanas
-
Julgamento de Elon Musk contra OpenAI em argumentos finais
-
Trump buscará concluir sua cúpula com Xi com resultados tangíveis em comércio
-
Com vaias a Mbappé, Real Madrid vence o rebaixado Oviedo no Campeonato Espanhol
-
Calculadora na mão e paciência: Arsenal e City batalham pelo título na penúltima rodada do Inglês
-
Tiger Woods retorna à Flórida após passar por tratamento no exterior
-
Príncipe Harry e Meghan Markle produzirão filme sobre Afeganistão para Netflix
-
Cuba se recupera aos poucos de apagão maciço, mas situação segue crítica
-
Messi, o menino que encerrou a carreira do treinador que viu 'o melhor jogador do mundo'
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa ao menos 16 mortos e diminui esperanças de paz
-
Mercado do petróleo se mantém estável, de olho em reunião entre Trump e Xi
-
Presidente palestino anuncia que está preparado para realizar eleições
-
França anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo de 2026
-
Na OEA, Noboa se diz disposto a 'trabalhar com países que querem paz'
-
Após apagão, Cuba restabelece energia aos poucos, mas situação segue crítica
-
'El Partido' estreia com destaque no Festival de Cannes
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 10 mortos e diminui esperanças de paz
-
Ancelotti renova com a CBF para comandar a Seleção até 2030
-
Dior homenageia Hollywood com seu desfile Cruise em Los Angeles
-
Xi adverte Trump que questão de Taiwan pode resultar em 'conflito'
-
FMI alerta para 'cenário adverso' caso guerra no Irã se prolongue
-
Cientistas alertam Fifa sobre risco de calor extremo na Copa do Mundo de 2026
-
Carlo Ancelotti renova contrato com a CBF e ficará na Seleção até 2030
-
Fundo de investimento público saudita vai patrocinar Copa do Mundo de 2026
-
Princesa Kate encerra visita à Itália com aula de preparo de massa
-
Alguns israelenses sonham em se estabelecer no sul do Líbano
-
Coco Gauff disputará final do WTA 1000 de Roma pelo segundo ano consecutivo
-
Sinner bate Rublev e estabelece recorde de vitórias consecutivas em Masters 1000
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 8 mortos e enfraquece esperanças de paz
-
Líbano e Israel negociam nos EUA às vésperas do fim do cessar-fogo
-
Polícia do Equador prende líder da organização criminosa que controlava Quito
-
Cuba tem apagão maciço e protestos, enquanto governo diz estar sem combustível
-
Irã não recebeu vistos para viajar aos Estados Unidos e disputar a Copa
-
Ministro da Saúde britânico renuncia, provável rival de Starmer à frente do trabalhismo
-
Rainha Margreth II da Dinamarca, que abdicou em 2024, é internada por dores no peito
-
Grande apagão atinge o leste de Cuba
-
Shakira, Madonna e BTS farão show do intervalo na final da Copa do Mundo
-
Cães policiais farejam entorpecentes no Festival de Cannes
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 5 mortos e enfraquece esperanças de paz
-
Flávio Bolsonaro nega irregularidade em vínculo com banqueiro Daniel Vorcaro
-
Uma mulher à frente da ONU seria 'reparação histórica', diz candidata equatoriana a secretária-geral
-
Uma Copa do Mundo gigante construída em três países às custas do meio ambiente
-
Primeira-ministra da Letônia renuncia após polêmica sobre incursão de drones ucranianos
-
Chanceleres do BRICS se reúnem na Índia com Irã e petróleo como pano de fundo
Jimmy Kimmel volta ao ar nos EUA, mas enfrenta boicote parcial
O talk show comandado pelo humorista Jimmy Kimmel voltará ao ar nos Estados Unidos nesta terça-feira (23), após uma pausa de uma semana provocada pelas ameaças do governo às emissoras, o que, segundo os críticos, representou um freio à liberdade de expressão.
Contudo, o influente programa noturno não será transmitido em todo o país. Duas companhias proprietárias de dezenas de emissoras afiliadas à rede ABC, que exibe "Jimmy Kimmel Live!", anunciaram que vão continuar boicotando o espaço.
Toda a atenção estará concentrada no monólogo de abertura do programa, no qual se espera que Kimmel fale sobre o ocorrido.
A Disney, dona da ABC, retirou do ar o programa de Kimmel em 17 de setembro, horas depois que o governo de Donald Trump ameaçou cancelar as licenças de transmissão devido a comentários do comediante sobre o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk.
"Tomamos a decisão de suspender a produção do programa para evitar agravar ainda mais a situação tensa em um momento emotivo para nosso país", disse a Disney em comunicado difundido na segunda, no qual considerou que alguns dos comentários de Kimmel foram "inoportunos" e "insensíveis".
A companhia afirmou que, após manter "profundas conversas com Jimmy", resolveu retomar o programa.
Kimmel provocou a ira de muitos conservadores ao afirmar que os partidários de Trump estavam tentando explorar politicamente o assassinato de Kirk, que faleceu após ser baleado em um campus universitário em 10 de setembro.
O presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês), órgão que regula o setor, Brendan Carr, aproveitou a polêmica para insinuar que poderia revogar as licenças dos canais que transmitissem o programa.
Nexstar e Sinclair, duas companhias que controlam mais de 50 desses canais nos Estados Unidos, anunciaram então que retirariam o programa de sua grade. Depois disso, a ABC o suspendeu em todo o país.
A Sinclair, que na semana passada exigiu que Kimmel se desculpasse com a família de Kirk e que fizesse uma doação em dinheiro ao grupo de direita Turning Point USA, anunciou na segunda-feira que não exibiria novamente o programa. A Nexstar fez o mesmo nesta terça.
A suspensão abrupta do programa de Kimmel provocou indignação nos Estados Unidos: a esquerda a interpretou como um ataque pelas frequentes críticas do comediante a Trump.
Alguns na direita também expressaram suas reservas, inclusive pessoas que habitualmente se consideram aliadas de Trump, como Ted Cruz, o senador conservador do Texas, e o apresentador Tucker Carlson.
Contudo, o presidente americano a classificou de imediato como uma "grande notícia para Estados Unidos" e exigiu que outras figuras da indústria do entretenimento, como Jimmy Fallon e Seth Meyers, fossem retiradas do ar.
Trump se queixa reiteradamente da cobertura midiática negativa que recebe e, na semana passada, declarou que a considerava "ilegal".
B.AbuZeid--SF-PST