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อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
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एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
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Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
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Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
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Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
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Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
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أليكس بودي والبروفيسور الدكتور ديتر لازيك يوقعان عقدًا بشأن منتجي «ألفا ويل» و«بودي إنيرجي درينك»
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アレックス・ボディ氏とディーター・ラジク教授が「ALPHA WHEY」および「BODI エナジードリンク」に関する契約を締結
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알렉스 보디와 디터 라지크 교수가 ALPHA WHEY 및 BODI 에너지드링크에 관한 계약을 체결했습니다.
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亞歷克斯·博迪(Alex Bodi)與迪特爾·拉齊克(Dieter Lazik)教授簽署關於 ALPHA WHEY 及 BODI 能量飲料的合約
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Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
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Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
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Presidente promove partido governista nos 30 anos da democracia sul-africana
O presidente Cyril Ramaphosa promoveu, neste sábado (27), as conquistas da África do Sul sob a liderança do seu partido,o Congresso Nacional Africano, na comemoração dos 30 anos da democracia no país e a um mês das eleições nacionais mais importante em décadas.
Os sul-africanos se preparam para votar em 29 de maio, três décadas depois da primeira eleição democrática no país, em 1994, que pôs fim ao regime de segregação racial, e levou ao poder o líder antiapartheid, Nelson Mandela, e o Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês).
"A África do Sul hoje é um lugar infinitamente melhor do que era 30 anos atrás", disse Ramaphosa em um discurso pelo "Dia da Liberdade" nos Union Buildings, a sede do governo, em Pretória.
Ramaphosa, de 71 anos, aproveitou a ocasião para enumerar os avanços no país liderados pelo ANC, que tem enfrentado reveses nas pesquisas de opinião, e corre o risco de perder sua maioria parlamentar pela primeira vez.
"Nós buscamos a reforma agrária, distribuímos milhões de hectares de terra àqueles que haviam sido desapossados forçadamente", afirmou.
"Nós construímos casas, clínicas, hospitais, estradas e erguemos pontes, represas e muitas outras obras infraestruturas. Nós levamos eletricidade, água e saneamento para milhões de famílias sul-africanas", acrescentou.
Uma pesquisa do instituto Ipsos, divulgada na sexta-feira, revelou que o apoio ao partido no poder, que obteve mais de 57% dos votos nas últimas eleições nacionais em 2019, caiu para pouco mais de 40%.
Se tiver menos de 50% dos votos, o ANC precisaria buscar o apoio de uma coalizão para se manter no poder.
A imagem do partido foi duramente afetada por acusações de corrupção e sua incapacidade de combater de forma eficaz a pobreza, o crime, a desigualdade e o desemprego, que se mantêm muito elevados.
Ramaphosa admitiu os problemas, mas denunciou os críticos como pessoas que deliberadamente "fecham os olhos".
"Nós fizemos muito progresso e estamos determinados a fazer muito mais", acrescentou.
Cerca de dois terços dos entrevistados na pesquisa do instituto Ipsos disseram que o país está na direção errada.
"Eles nos prometeram sonhos, mas só entregaram pesadelos", afirmou John Steenhuisen, líder do principal partido da oposição, a Aliança Democrática (DA, na sigla em inglês), em um discurso na disputada província de KwaZulu-Natal.
"A liberdade real só é possível quando você tem um trabalho para atender às necessidades de sua família e construir um futuro melhor", prosseguiu.
Segundo o Ipsos, o apoio ao DA beira os 22%.
O esquerdista Combatentes da Liberdade Econômica (EFF) aparece com 11,5% das preferências do eleitorado, seguido do Lança da Nação (uMkhonto we Sizwe, MK), chefiado pelo ex-presidente Jacob Zuma, com 8,4%.
U.Shaheen--SF-PST