-
O que está em jogo nas eleições brasileiras
-
Arrascaeta brilha, mas sai lesionado em goleada do Uruguai sobre Coreia do Sul em amistoso
-
Os momentos que marcaram a vida de Lula
-
Lula enfrenta Flávio Bolsonaro em sua última batalha eleitoral
-
Humorista é condenado na Turquia pela acusação de insultar Erdogan e sai em liberdade provisória
-
Críticas 'não afetam' ideias para futuro da Seleção, diz Ancelotti
-
Bangcoc se adapta às inundações com mercados flutuantes
-
Manifestantes em Madri mantêm pressão contra o governo diante da crise da moradia
-
Bebês nascidos em hospitais públicos ganham anel de ouro em estado da Índia
-
Escritor acusado de usar IA interrompe turnê promocional na França
-
Papa Leão XIV defende a paz na Europa e faz alerta contra 'rearmamento'
-
Leão XIV conclama Europa 'a sacrificar algumas posições pelo bem maior da paz'
-
Líder social-democrata não consegue formar governo na Suécia
-
Papa Leão XIV chega a Metz para um discurso sobre a paz na Europa
-
Estados Unidos publicam lista de produtos que seriam beneficiados por acordo com a China
-
Colaboradora de María Corina Machado retorna à Venezuela
-
Ravens dominam Maracanã no terceiro jogo da NFL no Brasil
-
Houthis acusam Arábia Saudita de ataque a mercado no Iêmen
-
Caravanas exigem 'retorno seguro' de opositora na Venezuela
-
Ravens vencem Cowboys (34-31) em jogo da NFL no Rio de Janeiro
-
Colômbia prende mulher e filha de líder do narcotráfico do Equador
-
Papa promete evitar novos casos de abuso sexual na Igreja
-
Alemanha perde em casa para Grécia (1-0) e segue sem vencer na era Klopp
-
Com CR7 no banco, Portugal vence Noruega (2-1) na Liga das Nações
-
Extrema direita ganha espaço no Senado da França
-
Almodóvar visita acampamento de protesto contra crise habitacional na Espanha
-
Embaixador dos EUA na ONU critica plano de trégua do Irã
-
Seleção holandesa bate Sérvia (2-1) e conquista 1ª vitória da era Xavi
-
Papa critica eutanásia e pede empenho na luta contra agressões sexuais na Igreja
-
República Tcheca vence Ucrânia e conquista Billie Jean King Cup
-
Polícia britânica prende suspeitos de planejar 'ato terrorista' perto de base usada pelos EUA
-
Zverev sela título da Europa na Laver Cup
-
Irã mantém condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Polícia antiterrorista britânica investiga incidente perto de base utilizada pelos EUA
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
-
Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
-
Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
-
Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
-
Justiça israelense adia projeto de assentamentos na Cisjordânia
-
أليكس بودي والبروفيسور الدكتور ديتر لازيك يوقعان عقدًا بشأن منتجي «ألفا ويل» و«بودي إنيرجي درينك»
-
アレックス・ボディ氏とディーター・ラジク教授が「ALPHA WHEY」および「BODI エナジードリンク」に関する契約を締結
-
알렉스 보디와 디터 라지크 교수가 ALPHA WHEY 및 BODI 에너지드링크에 관한 계약을 체결했습니다.
-
亞歷克斯·博迪(Alex Bodi)與迪特爾·拉齊克(Dieter Lazik)教授簽署關於 ALPHA WHEY 及 BODI 能量飲料的合約
-
Alex Bodi și prof. dr. Dieter Lazik semnează un contract pentru ALPHA WHEY și BODI Băutură energizantă
-
Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
-
Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
-
Alex Bodi e o Prof. Dr. Dieter Lazik assinam contrato para a ALPHA WHEY e a BODI Bebida energética
-
Suíços rejeitam referendo para reforçar neutralidade do país
Países Baixos inauguram museu do Holocausto em meio a aumento de antissemitismo
Oitenta anos após a Segunda Guerra Mundial, os Países Baixos vão inaugurar o primeiro museu do Holocausto com a esperança de conscientizar a população em meio ao aumento do antissemitismo provocado pela guerra em Gaza.
Uniformes listrados de Auschwitz, botões retirados de roupas arrancadas ao chegar ao campo de extermínio de Sobibor, cartas e fotos emocionantes: o museu exibe 2.500 objetos, muitos deles nunca antes vistos pelo público.
Antes da guerra e da ocupação nazista, cerca de 140 mil judeus viviam nos Países Baixos, sobretudo em Amsterdã. Uma vibrante comunidade judaica que viu 75% — 102 mil pessoas — de sua população ser assassinada pelo Holocausto.
O edifício onde está localizado o museu, uma antiga creche no bairro judaico de Amsterdã, teve um papel crucial na história do Holocausto no país.
Em frente à construção está um teatro para onde as famílias eram levadas para aguardar a deportação aos campos de extermínio. As crianças eram separadas e levadas à creche para serem deportadas.
Cerca de 600 menores foram contrabandeados, muitas vezes em caixas ou cestos, e levados para locais seguros pela resistência do país.
Os visitantes podem caminhar pelo "corredor de fuga", para onde eram levadas as crianças, a maioria das quais nunca mais viu a família ou amigos.
As paredes também são estampadas com fotos dos menores que foram mortos em campos de extermínio, além de textos de leis antijudaicas impostas pelos nazistas.
Para dar um rosto a alguns dos milhares de judeus assassinados, o museu apresenta o retrato de algumas vítimas com um breve texto sobre suas vidas.
"Contamos a história da extrema humilhação e dignificamos as vítimas apresentando seus objetos de uma forma muito especial", disse a curadora da instituição, Annemiek Gringold.
- Exclusão -
O museu será inaugurado no próximo domingo (10) pelo rei Guilherme Alexandre, em meio a um crescente antissemitismo nos Países Baixos.
O número de incidentes duplicou em 2023, informou em fevereiro o coordenador do governo contra o antissemitismo. Em um dos casos, suásticas foram pintadas em uma sinagoga na cidade de Middelburg, no sul do país.
Amsterdã destinou 900 mil euros (4,8 milhões de reais na cotação atual) para a segurança do museu, que tem grandes pedras na frente para evitar um ataque de carro.
A associação Bairro Cultural Judaico Holandês, que administra a instituição, afirmou estar "seriamente preocupada" com o impacto da guerra em Gaza nos Países Baixos, onde afirmou ter registrado um aumento do antissemitismo, da islamofobia e da polarização.
"É lamentável que a abertura do Museu Nacional do Holocausto coincida com esta guerra. Isto torna a nossa missão ainda mais urgente", afirmou a associação em comunicado.
Segundo Gringold, o museu exibe vários alertas aplicáveis aos dias de hoje, alguns sobre propaganda, nacionalismo e enfraquecimento do Estado de direito.
"Acredito que cada povo precisa conhecer a sua história, ter consciência do que os seres humanos são capazes de fazer aos outros e com os outros", afirmou.
Roosje Steenhart-Drukker, uma sobrevivente do Holocausto, contribuiu ao acervo com os sapatos que usava ao dois anos de idade, quando seus pais judeus a abandonaram, na esperança de que ela fosse encontrada.
"Estou extremamente feliz que a nossa história não tenha sido perdida depois de tanta tragédia, tanta tristeza. Mas ainda estamos aqui", disse à AFP a mulher de 82 anos.
O.Farraj--SF-PST