-
Ravens dominam Maracanã no terceiro jogo da NFL no Brasil
-
Houthis acusam Arábia Saudita de ataque a mercado no Iêmen
-
Caravanas exigem 'retorno seguro' de opositora na Venezuela
-
Ravens vencem Cowboys (34-31) em jogo da NFL no Rio de Janeiro
-
Colômbia prende mulher e filha de líder do narcotráfico do Equador
-
Papa promete evitar novos casos de abuso sexual na Igreja
-
Alemanha perde em casa para Grécia (1-0) e segue sem vencer na era Klopp
-
Com CR7 no banco, Portugal vence Noruega (2-1) na Liga das Nações
-
Extrema direita ganha espaço no Senado da França
-
Almodóvar visita acampamento de protesto contra crise habitacional na Espanha
-
Embaixador dos EUA na ONU critica plano de trégua do Irã
-
Seleção holandesa bate Sérvia (2-1) e conquista 1ª vitória da era Xavi
-
Papa critica eutanásia e pede empenho na luta contra agressões sexuais na Igreja
-
República Tcheca vence Ucrânia e conquista Billie Jean King Cup
-
Polícia britânica prende suspeitos de planejar 'ato terrorista' perto de base usada pelos EUA
-
Zverev sela título da Europa na Laver Cup
-
Irã mantém condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Polícia antiterrorista britânica investiga incidente perto de base utilizada pelos EUA
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
-
Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
-
Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
-
Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
-
Justiça israelense adia projeto de assentamentos na Cisjordânia
-
أليكس بودي والبروفيسور الدكتور ديتر لازيك يوقعان عقدًا بشأن منتجي «ألفا ويل» و«بودي إنيرجي درينك»
-
アレックス・ボディ氏とディーター・ラジク教授が「ALPHA WHEY」および「BODI エナジードリンク」に関する契約を締結
-
알렉스 보디와 디터 라지크 교수가 ALPHA WHEY 및 BODI 에너지드링크에 관한 계약을 체결했습니다.
-
亞歷克斯·博迪(Alex Bodi)與迪特爾·拉齊克(Dieter Lazik)教授簽署關於 ALPHA WHEY 及 BODI 能量飲料的合約
-
Alex Bodi și prof. dr. Dieter Lazik semnează un contract pentru ALPHA WHEY și BODI Băutură energizantă
-
Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
-
Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
-
Alex Bodi e o Prof. Dr. Dieter Lazik assinam contrato para a ALPHA WHEY e a BODI Bebida energética
-
Suíços rejeitam referendo para reforçar neutralidade do país
-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
Empresa dos EUA quer construir 'postos de gasolina' espaciais
Uma empresa americana quer construir os primeiros "postos de gasolina" espaciais, com a esperança de que sua tecnologia de reabastecimento de combustível torne mais sustentável e rentável a indústria crescente dos satélites.
"Se for possível reabastecer os satélites em órbita, então não será mais preciso abandoná-los" e desintegrá-los na reentrada da atmosfera terrestre, disse à AFP Daniel Faber, diretor-executivo da Orbit Fab, fundada em 2018.
"Hoje são bens descartáveis, o que é uma loucura porque podem ser muito caros", ressaltou, durante o encontro anual da indústria espacial em Colorado Springs, oeste dos Estados Unidos.
Os satélites usam painéis solares para fornecer eletricidade às rádios, câmeras e outros equipamentos. Mas a energia elétrica não serve para impulsionar o satélite, que precisa de um motor para se deslocar.
E como no espaço "tudo está constantemente à deriva e muito rápido", é preciso reajustar a posição o tempo todo, o que significa continuar usando este propulsor, explica Faber.
Por enquanto, a vida útil dos satélites é limitada ao combustível que forem capazes de transportar.
Mas a Orbit Fab prevê pôr em órbita grandes tanques, cada um levando várias toneladas de combustível, e que depois naves menores e mais fáceis de manobrar se desloquem de um lado para o outro entre os tanques e os satélites, como os frentistas de um posto de gasolina espacial.
Faber é sincero quando perguntado sobre os riscos de se operar um sistema assim: "tudo o que se possa imaginar".
Mas, graças a vários testes na Terra e no espaço, "será seguro", promete o empresário, cidadão americano, mas que cresceu em uma fazenda na Tasmânia, na Austrália.
- Tanques e naves espaciais -
Faber diz que estão sendo projetados entre 200 e 250 satélites para usar o sistema de sua empresa.
A Orbit Fab, que emprega cerca de 60 pessoas e quer contratar mais 25, já pôs em órbita um tanque e planeja fazer testes de transferência de combustível.
Em 2019, provou a viabilidade do sistema com testes de transferência de água para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
"Nosso primeiro contrato com o governo americano é entregar combustível em 2025" aos satélites da Força Espacial, diz Faber.
No total, a Orbit Fab prevê lançar duas naves espaciais de combustível na órbita geoestacionária (a cerca de 36.000 km de altitude), onde estão os grandes satélites de telecomunicações.
Ao se encontrar em um único plano em volta do equador, podemos viajar facilmente em torno desta órbita, explica Faber.
Os satélites na órbita baixa têm trajetórias variadas e, portanto, seriam necessárias mais naves, afirma.
- Guinchos espaciais -
Entre 2022 e 2031 está previsto o lançamento de cerca de 24.500 satélites, segundo a consultoria Euroconsult.
O reabastecimento de combustível em órbita trará uma vantagem aos lançamentos: aliviar o peso, possibilitando missões até agora inviáveis. Mas, permitirá, sobretudo, estender a vida útil dos satélites, tornando-os mais rentáveis no longo prazo.
Segundo Faber, cerca de 130 empresas apostam no nicho dos serviços para satélites em órbita.
Como por exemplo o dos "guinchos espaciais", que permitem consertar satélites em caso de problemas em voo (painéis solares emperrados, antenas mal orientadas, etc.).
A Orbit Fab, que recentemente anunciou a arrecadação de 28,5 milhões de dólares (cerca de R$ 143 milhões na cotação atual), está se desenvolvendo "em simbiose" com estas novas empresas, diz Faber.
Também vão precisar reabastecer e poderão, em troca, "oferecer serviços de que precisamos, como reparar nossas naves espaciais", acrescentou.
Já foi alcançado um acordo para abastecer as naves da Astroscale, uma empresa japonesa que tenta limpar o lixo espacial, entre outros serviços.
No futuro, a Orbit Fab planeja servir estações espaciais privadas, atualmente em desenvolvimento.
E já está de olho na lua. Quando a superfície lunar for explorada (sua água gelada, por exemplo), "gostaríamos de transformar estas substâncias em combustível", ao invés de transportá-lo a partir da Terra, explica Faber.
"Por enquanto não há nada ali, mas em cinco, dez, 20 anos, terá mudado por completo", assegura.
D.Qudsi--SF-PST