-
Swiatek atropela Pegula e vai à semifinal do WTA 1000 de Roma
-
'Estamos prontos', diz Infantino a menos de um mês da Copa do Mundo
-
Convencido de sua vantagem diante de Trump, Irã faz aposta arriscada
-
UE não vai proibir terapias de conversão para pessoas LGBTQIA+, mas incentivará países-membros a fazê-lo
-
Princesa Kate visita a Itália, em sua primeira viagem oficial ao exterior após câncer
-
Arizona se prepara para receber seleção iraniana para a Copa do Mundo
-
Crise do governo trabalhista britânico ofusca tradicional discurso do rei
-
'Eu me candidatei a papa': como usar o ChatGPT e perder o contato com a realidade
-
Princesa de Astúrias reconhece pioneiros do sequenciamento rápido do DNA
-
'Não é culpa do meu filho': a maternidade das vítimas de estupros na guerra do Sudão
-
Obras para a Copa do Mundo atrapalham vida de trabalhadoras sexuais no México
-
Trump quer pressionar Xi a abrir a China para empresas americanas
-
Mundo utiliza reservas de petróleo em ritmo recorde, alerta AIE
-
Louvre negligenciou a segurança, afirma relatório parlamentar
-
Lakers querem "dar tempo" a LeBron para que decida sobre seu futuro
-
PSG quer garantir título do Francês na visita ao Lens para focar na final da Champions
-
City enfrenta Crystal Palace para seguir na luta com Arsenal pelo título da Premier
-
Paramount defende aquisição da Warner Bros. perante Procuradoria da Califórnia
-
Jason Collins, primeiro jogador abertamente gay da NBA, morre aos 47 anos
-
Houston transforma seu estádio para a Copa do Mundo e prepara força policial multilíngue
-
Dezenas de milhares de argentinos marcharam contra cortes de Milei nas universidades públicas
-
Procurador interino dos EUA defende convocações judiciais de jornalistas
-
Betis vence Elche (2-1) e volta à Liga dos Campeões após 20 anos
-
Ator de 'Ted Lasso' jogará profissionalmente por clube dos EUA
-
Comediante Conan O'Brien será novamente anfitrião do Oscar em 2027
-
Bento falha no último lance, Al-Nassr empata e 1º título de CR7 na Arábia Saudita é adiado
-
Quais inovações táticas esperar na Copa do Mundo de 2026?
-
Diretor da OpenAI diz em julgamento que Musk 'queria 90%' da empresa
-
Trump viaja à China para reunião com Xi, com Irã como pano de fundo
-
Chefe da FDA, agência reguladora de alimentos e medicamentos nos EUA, deixa o cargo
-
Prefeito de Nova York volta atrás em promessa de elevar imposto sobre propriedade
-
Carne brasileira não entra para lista europeia de respeito às normas sanitárias
-
Messi continua sendo o jogador mais bem pago da MLS
-
Festival de Cannes começa sob lema do cinema como 'ato de resistência'
-
Barcelona estuda ações legais após acusações do presidente do Real Madrid
-
Kevin Warsh retorna ao Fed com agenda reformista
-
Trump anuncia saída do chefe da agência de medicamentos e segurança alimentar
-
Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, morre aos 29 anos
-
Relatório israelense acusa o Hamas de violência sexual em larga escala no ataque de 7 de outubro
-
Inflação de abril nos EUA alcançou seu nível mais alto em três anos por guerra no Irã
-
Rússia testa míssil de longo alcance após fim de tratado nuclear com os EUA
-
Francesa infectada com hantavírus segue internada em estado grave
-
Hamburgo nomeia Kathleen Krüger como sua primeira diretora esportiva
-
Irã dá ultimato para EUA aceitar sua contraproposta de paz
-
Presidente do Real Madrid convoca eleições e apresenta candidatura
-
Ex-prefeito é preso por assassinato do ambientalista hondurenho Juan López
-
Lula lança plano contra crime organizado a cinco meses das eleições
-
Senado dos EUA confirma indicado de Trump como novo membro do Fed
-
Ben White vai desfalcar o Arsenal pelo resto da temporada e pode ficar fora da Copa
-
Mosquito 'antidengue', um avanço, mas não uma solução milagrosa no Brasil
Agência americana aprova medicamento antiobesidade para reduzir riscos cardíacos
A agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos, FDA, deu luz verde para que um popular medicamento contra a obesidade seja usado, pela primeira vez, para prevenir doenças cardíacas graves, uma decisão que busca ampliar as coberturas dos planos de saúde.
O medicamento Wegovy, produzido pela farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, foi aprovado "para reduzir o risco de morte cardiovascular, ataques do coração e acidente vascular cerebral em adultos com doença cardiovascular, obesidade e sobrepeso", disse a FDA em comunicado.
A decisão da agência pode ser uma mudança radical para aproximadamente 70% dos adultos americanos que, segundo ela, têm obesidade ou sobrepeso, aumentando potencialmente o número de pessoas elegíveis para que seus planos de saúde cubram esses medicamentos injetáveis caros, mas efetivos.
"Esta população de pacientes tem um risco mais alto de morte cardiovascular, ataques do coração e acidente vascular cerebral", disse, em comunicado, John Sharretts, diretor da divisão de diabetes, obesidade e desordens lipídicas da FDA.
"Dar uma opção de tratamento que está comprovada para a redução do risco cardiovascular é um avanço maior para a saúde pública", acrescentou.
A aprovação esteve baseada em um estudo clínico realizado em vários países que envolveu 17.500 pacientes. Metade recebeu o medicamento e a outra metade, um placebo.
Ambos os grupos receberam cuidados médicos padronizados para o manejo da pressão sanguínea e do colesterol e ambos tiveram assessoria sobre um estilo de vida saudável, com dieta e exercício.
No grupo que recebeu Wegovy a possibilidade de um acidente cardiovascular de importância foi 20% menor.
O Wegovy foi aprovado em 2021 para o tratamento da obesidade, mas muitos planos não o incluíam. A organização de defesa dos pacientes Obesity Action Coalition, disse esperar que, agora, com a aprovação de seu uso mais amplo, a situação mude.
A recente popularidade de drogas, entre elas Wegovy e Ozempic, que imitam um hormônio intestinal que reduz o apetite, aumentou os lucros das farmacêuticas que as produzem.
De fato, a Novo Nordisk, fabricante de Wegovy e Ozempic, foi tão lucrativa que ajudou a manter a economia dinamarquesa à tona, de acordo com o banco Danske Bank.
J.Saleh--SF-PST