-
Trump acusa Irã de derrubar helicóptero dos EUA e promete 'responder'
-
Milhares de manifestantes fecham avenida que dá acesso a estádio da Copa no México
-
Funcionários do estádio de Los Angeles chegam a acordo para evitar greve durante Copa do Mundo
-
Anthropic lança sua IA mais potente, com restrições por cibersegurança e riscos biológicos
-
Barça ameaça adotar "medidas legais" após ser alvo de acusações de Florentino Pérez
-
Aos 44 anos, Serena Williams volta às quadras com vitória em jogo de duplas em Queen's
-
Real Madrid anuncia saída de Álvaro Arbeloa
-
Resultado final do 2º turno presidencial no Peru pode demorar duas semanas ou mais
-
Atlético rejeita proposta de 150 milhões de euros do Real Madrid por Julián Álvarez
-
Grupo de homens protesta no Afeganistão contra restrições às mulheres
-
Italiano Luca Parmitano será 1º europeu a integrar missão Artemis
-
Manifestante morre em protesto no Quênia contra centro de quarentena do ebola para americanos
-
'Sensação diferente', diz Neymar sobre disputar sua 'última' Copa
-
Nintendo anuncia remake do jogo 'The Legend of Zelda: Ocarina of Time'
-
Laterais: uma dor de cabeça para Ancelotti na Seleção
-
Crianças do Sudão do Sul comem folhas e ninfeias para sobreviver (ONG)
-
Seleção iraniana viajará para os EUA na véspera de sua primeira partida
-
Sheinbaum classifica protestos de professores no México antes da Copa como 'provocação'
-
Zagueiro Ronald Araújo é dúvida no Uruguai para estreia na Copa do Mundo
-
Trump, protagonista da disputa eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro
-
Paz e apenas futebol: o que se espera da Copa do Mundo no fim da contagem regressiva
-
China acusa EUA de 'reprimir' suas empresas em lista do Pentágono
-
Quenianos protestam contra centro de quarentena de ebola para americanos em cidade turística
-
Fora da Copa do Mundo, China volta atenção ao árbitro Ma Ning
-
Palestinos estão 'presos' entre forças israelenses, colonos e Hamas, diz investigação da ONU
-
Milhares protestam na França contra lentidão da Justiça em casos de pedofilia
-
Guia nepalês que desapareceu por seis dias no Everest recebe alta da UTI
-
Crimes com motivação política atingem níveis recordes na Alemanha
-
Somália defende 'integridade' de árbitro que teve entrada negada pelos EUA
-
Cineastas classificam como 'fracasso intelectual' boicote ao diretor israelense Nadav Lapid na França
-
OpenAI dá o primeiro passo rumo à sua estreia na Bolsa nos EUA
-
Empresários e sindicatos suíços se unem contra proposta de limitar a imigração
-
Urso que manteve cidade japonesa em alerta por quatro dias é capturado
-
Oito mortos em ataques russos na Ucrânia nas últimas 24 horas
-
Terremoto nas Filipinas provocou 41 mortes e dezenas de feridos
-
Candidata de esquerda avança ao 2º turno da disputa pela prefeitura de Los Angeles
-
Pentágono acusa Alibaba e BYD de ajudar o Exército da China; Pequim protesta
-
Mundo enfrenta nova era de violência elevada, afirma estudo
-
Trump afirma que negociação de acordo de paz com o Irã está na 'fase final'
-
Trump é vaiado no Madison Square Garden antes de jogo da NBA
-
Irã e Israel suspendem hostilidades, mas ameaças persistem
-
Estudo alerta para 'corrida armamentista nuclear' após recorde de gastos em 2025
-
Governo suspende vacina da dengue após mortes suspeitas
-
Smartphones podem se responsáveis por queda da taxa de natalidade, apontam estudos
-
Com hat-trick de Olise, França vence Irlanda do Norte (3-1) em amistoso
-
Árbitro somali é afastado da Copa do Mundo após ter entrada nos EUA negada
-
Milei defende IA desregulada após alerta de historiador Harari
-
AstraZeneca obtém resultados animadores com comprimido contra obesidade
-
Presidente da Bolívia denuncia que 'narcoterroristas' promovem protestos
-
México promete abertura de Copa do Mundo de 'paz', em meio a protestos
Universidade de Alabama suspende fertilização in vitro após sentença judicial
Uma universidade no Alabama, nos Estados Unidos, suspendeu temporariamente os tratamentos de fertilização in vitro (FIV) após a Suprema Corte do estado do sul do país determinar que embriões congelados fora do útero são "crianças".
Hannah Echols, porta-voz da Universidade do Alabama em Birmingham (UAB), afirmou que a instituição está "triste" pelo impacto que a medida terá nos pacientes que buscam tratamento, segundo comunicado à imprensa.
"Mas precisamos considerar a possibilidade de que nossos pacientes e nossos médicos possam ser processados criminalmente ou enfrentar danos punitivos por seguir o padrão de cuidado para tratamentos de FIV", afirmou Echols ao AL.com.
A decisão da universidade de suspender os procedimentos de FIV ocorre poucos dias após uma decisão da Suprema Corte do Alabama em uma ação movida contra uma clínica de fertilidade, sob a Lei de Morte Injusta de um Menor de 1872 do estado.
A ação foi movida por três casais cujos embriões congelados foram destruídos por um paciente que "conseguiu entrar" em uma sala de criogenia onde estavam armazenados e acidentalmente deixou cair vários deles no chão.
Um tribunal inferior decidiu que os embriões congelados não podiam ser considerados "pessoas" ou "crianças" e rejeitou a ação por homicídio culposo.
No entanto, a Suprema Corte do Alabama, em uma decisão de 7 votos a favor e 2 contra na sexta-feira, determinou que "a Lei de Morte Injusta de um Menor se aplica a todas as crianças não nascidas, sem limitação".
"Aplica-se a todas as crianças, nascidas e não nascidas", escreveu o juiz Jay Mitchell em uma opinião pontilhada de citações da Bíblia.
"O povo do Alabama declarou que a política pública deste estado é que a vida humana não nascida é sagrada", acrescentou Mitchell em referência à proibição quase total do aborto no estado conservador.
A decisão judicial gerou críticas da Casa Branca e da Associação Nacional de Infertilidade (Resolve), que afirmou que poderia ter "consequências devastadoras" para as clínicas de fertilidade no estado.
"Este novo quadro legal pode tornar impossível oferecer serviços como a FIV, um tratamento médico padrão para a infertilidade", apontou a Resolve.
Alabama é um dos estados que proibiram ou restringiram o acesso ao aborto após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de 2022, que anulou o direito constitucional ao procedimento.
A Associação Médica do Estado do Alabama alertou em uma petição à Suprema Corte do estado que as clínicas de fertilidade corriam o risco de ter custos mais altos ou fechar devido a "uma maior exposição à responsabilidade por homicídio culposo".
D.AbuRida--SF-PST