-
Filho do cineasta Rob Reiner, acusado de matar os pais, reivindica fundos da família
-
"Espero que tenha algo italiano no menu", diz piloto da Artemis III
-
EUA bombardeia Irã após acusá-lo de derrubar um helicóptero
-
Uma mulher à frente da ONU? Candidatas acreditam que chegou a hora
-
Benfica se despede de Mourinho e anuncia acordo com Marco Silva
-
Endrick, Nico Paz, Cubarsí... Jovens, mas prontos para a Copa do Mundo
-
Atalanta demite técnico Palladino e Sarri poderá sucedê-lo
-
Papa discursa sobre saúde mental e feminicídios durante vigília na Espanha
-
Arquibancadas, gramado, logotipos: estádios da NFL se transformam para a Copa do Mundo
-
Tuchel sobre Inglaterra na Copa do Mundo: 'Não somos grandes favoritos'
-
Trump acusa Irã de derrubar helicóptero dos EUA e promete 'responder'
-
Milhares de manifestantes fecham avenida que dá acesso a estádio da Copa no México
-
Funcionários do estádio de Los Angeles chegam a acordo para evitar greve durante Copa do Mundo
-
Anthropic lança sua IA mais potente, com restrições por cibersegurança e riscos biológicos
-
Barça ameaça adotar "medidas legais" após ser alvo de acusações de Florentino Pérez
-
Aos 44 anos, Serena Williams volta às quadras com vitória em jogo de duplas em Queen's
-
Real Madrid anuncia saída de Álvaro Arbeloa
-
Resultado final do 2º turno presidencial no Peru pode demorar duas semanas ou mais
-
Atlético rejeita proposta de 150 milhões de euros do Real Madrid por Julián Álvarez
-
Grupo de homens protesta no Afeganistão contra restrições às mulheres
-
Italiano Luca Parmitano será 1º europeu a integrar missão Artemis
-
Manifestante morre em protesto no Quênia contra centro de quarentena do ebola para americanos
-
'Sensação diferente', diz Neymar sobre disputar sua 'última' Copa
-
Nintendo anuncia remake do jogo 'The Legend of Zelda: Ocarina of Time'
-
Laterais: uma dor de cabeça para Ancelotti na Seleção
-
Crianças do Sudão do Sul comem folhas e ninfeias para sobreviver (ONG)
-
Seleção iraniana viajará para os EUA na véspera de sua primeira partida
-
Sheinbaum classifica protestos de professores no México antes da Copa como 'provocação'
-
Zagueiro Ronald Araújo é dúvida no Uruguai para estreia na Copa do Mundo
-
Trump, protagonista da disputa eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro
-
Paz e apenas futebol: o que se espera da Copa do Mundo no fim da contagem regressiva
-
China acusa EUA de 'reprimir' suas empresas em lista do Pentágono
-
Quenianos protestam contra centro de quarentena de ebola para americanos em cidade turística
-
Fora da Copa do Mundo, China volta atenção ao árbitro Ma Ning
-
Palestinos estão 'presos' entre forças israelenses, colonos e Hamas, diz investigação da ONU
-
Milhares protestam na França contra lentidão da Justiça em casos de pedofilia
-
Guia nepalês que desapareceu por seis dias no Everest recebe alta da UTI
-
Crimes com motivação política atingem níveis recordes na Alemanha
-
Somália defende 'integridade' de árbitro que teve entrada negada pelos EUA
-
Cineastas classificam como 'fracasso intelectual' boicote ao diretor israelense Nadav Lapid na França
-
OpenAI dá o primeiro passo rumo à sua estreia na Bolsa nos EUA
-
Empresários e sindicatos suíços se unem contra proposta de limitar a imigração
-
Urso que manteve cidade japonesa em alerta por quatro dias é capturado
-
Oito mortos em ataques russos na Ucrânia nas últimas 24 horas
-
Terremoto nas Filipinas provocou 41 mortes e dezenas de feridos
-
Candidata de esquerda avança ao 2º turno da disputa pela prefeitura de Los Angeles
-
Pentágono acusa Alibaba e BYD de ajudar o Exército da China; Pequim protesta
-
Mundo enfrenta nova era de violência elevada, afirma estudo
-
Trump afirma que negociação de acordo de paz com o Irã está na 'fase final'
-
Trump é vaiado no Madison Square Garden antes de jogo da NBA
Economia da China cresce 4,5% no primeiro trimestre após fim das medidas anticovid
A economia da China cresceu 4,5% em ritmo anual no primeiro trimestre, graças à retomada da atividade no país após o fim das restrições anticovid, de acordo com dados oficiais divulgados nesta terça-feira (18).
O número é a primeira imagem desde 2019 de uma economia chinesa livre das severas restrições que permitiram controlar o coronavírus, mas que afetaram as empresas e as redes de suprimentos.
No quarto trimestre de 2022, o Produto Interno Bruto (PIB) do gigante asiático cresceu 2,9%, pressionado pelas medidas sanitárias ligadas à pandemia e que foram mantidas até dezembro.
O anúncio do crescimento foi acompanhado de outras boas notícias para a economia chinesa: as vendas no varejo, um dos principais indicadores de consumo, aumentaram 10,6% na comparação anual em março e a produção industrial cresceu 3,9% em relação ao mesmo mês de 2022, informou o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE).
O relatório do ONE destaca que nos primeiros três meses do ano a China enfrentou um "cenário internacional grave e complexo, assim como tarefas árduas para promover as reformas, o desenvolvimento e garantir a estabilidade em casa".
A política 'covid zero' imposta por Pequim - baseada em quarentenas e confinamentos estritos, testes em larga e escala e restrições de deslocamentos - prejudicou a atividade econômica até ser desmantelada em dezembro.
Desde então, a a população chinesa voltou a frequentar restaurantes e retomou as viagens, o que representou um forte estímulo ao setor de serviços.
- Meta modesta para 2023 -
Teewe Mevissen, analista do Rabobank, destacou que "o consumo teve uma recuperação no primeiro trimestre, em parte devido à demanda acumulada, mas ainda não retornou aos níveis pré-pandemia".
"A queda de patrimônio das famílias devido à crise imobiliária e a perda de renda das famílias durante a pandemia são fatores pelos quais os consumidores não gastam mais”, acrescentou.
Iris Pang, economista-chefe para a China do ING, afirmou que a principal razão para o crescimento acima do esperado no primeiro trimestre é a forte expansão das vendas no varejo.
Em 2022, o PIB da China cresceu apenas 3%, um de seus piores desempenhos em décadas.
A segunda maior economia do mundo também enfrenta outra série de desafios, como o alto endividamento no setor imobiliário, a queda da confiança dos consumidores, a inflação e a ameaça de uma recessão global.
O resultado oficial de crescimento entre janeiro e março superou amplamente a projeção de 3,8% dos analistas entrevistados pela AFP.
No primeiro trimestre do ano passado, a economia do país cresceu 4,8%, mas registrou forte desaceleração nos últimos meses de 2022.
O governo anunciou uma meta modesta de crescimento econômico para 2023, de 5%, e o primeiro-ministro Li Qiang já advertiu que o objetivo pode ser difícil de alcançar.
Uma pesquisa da AFP com analistas projeta que a economia chinesa deve crescer em média 5,3% este ano, perto da previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 5,2%.
Os analistas, no entanto, alertam que o cenário internacional pode prejudicar a recuperação da China.
Ken Cheung, do Mizuho Bank, destacou que o consumo interno "demonstrou ser o pilar" do avanço econômico, mas que a "produção industrial foi decepcionante devido à forte recuperação do crescimento das exportações".
U.Shaheen--SF-PST