-
ALEX BODI E GRUPO ALEMÃO INVESTEM EM 166 APARTAMENTOS EM HALLE
-
Exportações sul-coreanas disparam graças a demanda de chips de IA
-
Novo chatbot do governo dos EUA contradiz Trump e depois recua
-
Venezuelano baleado pelo ICE permanece detido por acusações criminais nos EUA
-
Suprema Corte dos EUA autoriza 1ª execução de uma mulher no Tennessee em 200 anos
-
Pânico, ira e lágrimas: o difícil retorno de Evan Gershkovich após passar por uma prisão russa
-
Comissão do governo recomenda reativação de mina polêmica no Panamá
-
Justiça americana ratifica acordo de compra da Warner pela Paramount
-
Israel denuncia 'tentativa de atentado' para enfraquecer relação com Emirados
-
Google restringe acesso a novo modelo de IA por preocupações de segurança
-
Cristiano Ronaldo se aborrece e deixa concentração de Portugal
-
Universidade de Buenos Aires homenageará Messi com doutorado Honoris Causa
-
Órgão de controle descarta crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
Piloto da Flydubai tentou derrubar avião com destino a Israel, afirma Netanyahu
-
EUA pressiona por medidas contra superprodução com foco na China em reunião do G20
-
Agência de proteção ao consumidor dos EUA investiga gigantes da IA
-
Confronto entre guerrilha colombiana ELN e forças venezuelanas deixam um morto
-
Shows de Kanye West são cancelados na Rússia
-
Órgão de controle não vê crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
Brasil e EUA têm reunião comercial com crise tarifária como pano de fundo
-
Gritos e sangue: passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
Comissão governamental recomenda reativar polêmica mina de cobre no Panamá
-
Piloto do voo da flydubai rumo a Israel "tentou derrubar o avião", diz Netanyahu
-
América Latina abre passagem na Semana da Moda de Paris
-
Federação Suíça de Futebol retira apoio a Infantino
-
Ativistas lançam armário de pílulas abortivas na Polônia
-
Justiça suspende execução de mulher no Tennessee pouco antes da injeção letal
-
Ministros do Comércio do G20 se reúnem sob a sombra do 'tarifaço' de Trump
-
Justiça brasileira ordena que Discord proteja menores após suicídio de adolescente
-
Como uma 'montanha-russa': passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
EUA revisa em alta crescimento no 2º trimestre e inflação segue estável
-
El Niño esvazia as redes dos pescadores latino-americanos
-
Burnham levanta possibilidade de retorno do Reino Unido à UE
-
Manchester City enfrenta futuro incerto por infrações financeiras
-
EUA revisa para cima PIB do segundo trimestre, inflação segue estável
-
O que está em jogo para o futebol brasileiro com o fim das apostas online?
-
Passageira em voo para Israel alega que piloto tentou derrubar o avião
-
Trump-Lula, uma relação de altos e baixos
-
Pontos-chave do código de boas práticas assinado pelas gigantes americanas da IA
-
Príncipe Harry denuncia 'intrusão' de paparazzi na vida dos filhos
-
Com a aproximação do inverno, Rússia ataca o sistema de energia elétrica da Ucrânia
-
Nova geração de colonos radicais alimenta a violência na Cisjordânia
-
Milhões de crianças enfrentam riscos na América Latina devido ao El Niño, alerta Unicef
-
Primeiro-ministro britânico afirma que retornar à UE é uma de suas opções
-
Coalizão liderada pelos Estados Unidos conclui missão antijihadista no Iraque
-
Ladrões trocam cocaína por farinha em roubo dentro de tribunal de Fiji
-
Líder norte-coreano estaria 'extremamente obeso', segundo agência de inteligência de Seul
-
Raphinha é cortado da seleção por edema muscular
-
EUA reforça sanções contra Cuba
-
Pacífico mexicano resiste a passagem de furacão
Rabat diz que alertou Madri sobre risco representado por decisão judicial espanhola
O Marrocos havia alertado a Espanha, antes da crise em Ceuta, sobre os riscos migratórios decorrentes de uma recente decisão judicial espanhola, disse à AFP um funcionário de alto escalão do governo marroquino, que rejeitou qualquer sugestão de falha no aparato de segurança do país.
O governo espanhol afirmou que cerca de 50 mil migrantes entraram em Ceuta de forma irregular entre quinta e sexta-feira da semana passada.
O presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, apresentou estimativas mais altas. A AFP não conseguiu verificar de forma independente os números de pessoas que chegaram ou tentaram chegar a Ceuta a pé ou nadando, vindas da localidade vizinha de Castillejos (Fnideq em árabe).
Esse fluxo sem precedentes rapidamente sobrecarregou o enclave espanhol e levou ao retorno de milhares de pessoas para o Marrocos.
Segundo o funcionário, que falou à AFP e a outros veículos de imprensa sob condição de anonimato na noite de segunda-feira, as autoridades marroquinas haviam alertado Madri sobre o risco representado por uma recente decisão do Supremo Tribunal espanhol, que estipulava que o retorno imediato dos imigrantes não se aplicaria àqueles que chegassem por mar.
"Explicamos que essa decisão iria criar um problema para nós. E criou um problema", afirmou.
A porta-voz do governo espanhol, Elma Saiz, negou, no entanto, que houvesse qualquer indício do ocorrido.
"Em nenhum momento houve qualquer indício (...) que alertasse para essa magnitude, para esse fato inédito que vivenciamos", disse a jornalistas.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, considerou na sexta-feira que a crise migratória então em curso em Ceuta estava relacionada com um boato lançado "pelas máfias do tráfico de pessoas", com uma interpretação desonesta da referida decisão judicial.
Segundo a autoridade marroquina, os contatos começaram com o lado espanhol por volta de "22 a 23 de julho, quando as redes começaram a falar" sobre esta nova decisão.
Ele afirmou que não houve falha no aparato de segurança marroquino.
"É simplista dizer que o Marrocos deveria simplesmente ter usado a força para detê-los. Isso demonstra uma completa falta de compreensão desse fenômeno", declarou, afirmando que as forças de segurança não seriam capazes de lidar com um número tão grande de pessoas.
"Gerenciar esse fenômeno não é responsabilidade exclusiva do Marrocos", insistiu, acrescentando que o custo da gestão migratória para o reino chega a aproximadamente 500 milhões de euros ao ano (cerca de 2,9 bilhões de reais).
No entanto, ele afirmou que Rabat e Madri atuaram "como parceiros confiáveis" e continuam trabalhando "em perfeita coordenação" nas questões migratórias.
"Hoje, cabe à Espanha encontrar as respostas para os desafios impostos por essa decisão", estimou.
W.Mansour--SF-PST