-
Cucurella cumpre promessa e tatua rosto do técnico da Espanha
-
Real Madrid negocia com RB Leipzig contratação de Diomandé
-
Rodri inicia 'breve período de reabilitação' após cirurgia nas costas
-
Zelensky se reúne com Trump em busca de mais apoio contra a Rússia
-
Ex-funcionária acusa Petro de maus-tratos após denunciar corrupção na Colômbia
-
Roberto Mancini é o novo técnico da seleção italiana
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
-
UE exige que empresas incluam rótulo em conteúdos feitos com IA
-
Trump e Netanyahu se reúnem pela primeira vez desde o início da guerra no Oriente Médio
-
Terremoto de 7,1 graus no Japão deixa feridos e provoca desabamentos
-
Zinédine Zidane é anunciado como técnico da França
-
Bombeiros avançam na luta contra incêndios florestais na Espanha
-
Keiko Fujimori assume o governo no Peru
-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
-
Rapper D4vd será julgado por homicidio de adolescente
-
Imigrantes haitianos nos EUA inseguros com fim de status de proteção
-
Avanço do HIV é um perigo real devido à queda do financiamento a seu combate
-
Nicarágua adia aprovação de reforma para excluir opositores de eleições
-
Argentina está em 'posição mais sadia' desde que Milei assumiu, diz diretora do FMI
-
Cantora Carly Simon revela que sofre de Parkinson
-
Carlos Alberto Parreira apresenta melhora e é transferido para unidade semi-intensiva
-
De Antonelli à Aston Martin: os altos e baixos da primeira metade da temporada de F1
-
Filadélfia comemora chegada de LeBron James: 'Cidade digna de um rei'
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Trump diz haver "boas chances" de alcançar acordo com Irã
-
Espanha e França enfrentam dias cruciais para conter incêndios antes de nova onda de calor
-
Theatro da Paz e Teatro Amazonas são declarados Patrimônio Mundial da Unesco
-
PSG retorna aos treinos sem jogadores da Copa do Mundo
-
Novas ferramentas de IA permitem que leitores conversem com os livros
-
Infantino diz que críticos da Copa do Mundo espalham 'ódio e rumores falsos'
-
Republicanos e democratas enfrentam muitas incógnitas nas eleições legislativas
-
Nvidia lidera aliança global para desenvolver IA aberta de cibersegurança
-
Pirlo anuncia que foi descartado para assumir seleção da Itália
-
Policial detém um homem que feriu a faca três mulheres em Paris
-
Macron visita área devastada por grande incêndio no sudoeste da França
-
Diretora do FMI visita Argentina em demonstração de apoio a Milei
-
Exército do Sudão recupera estrada que leva a cidade sitiada em Cordofão
-
Irã diz que não há negociações com EUA sobre a guerra
-
El Salvador enfrenta incerteza econômica após ofensiva contra as gangues
-
Espanha enfrenta dias cruciais para conter incêndios perto de Madri
-
Grande incêndio na França dá uma trégua antes de nova onda de calor
-
Presidente eleito da Colômbia afirma que vai romper relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua
-
Presidente chinês apoia Lula na oposição à 'interferência externa'
Líbano pede retirada israelense de zonas-piloto como condição para negociar
O Líbano exige que Israel se retire de duas "zonas-piloto" no sul do país, como condição para participar, em Roma, de uma nova rodada de negociações, indicou nesta quarta-feira (8) à AFP uma fonte diplomática.
Itália e Israel anunciaram que estas negociações seriam realizadas nos dias 15 e 16 de julho em Roma, mas as autoridades libanesas ainda não confirmaram sua participação.
Israel e Líbano chegaram a um acordo-quadro após cinco rodadas de negociações em Washington, em 26 de junho, que prevê que o exército libanês comece a se deslocar para "zonas-piloto" das quais Israel se retiraria no sul do país, condicionado ao desarmamento do Hezbollah.
O movimento pró-Irã se opõe a essas negociações, as primeiras em décadas entre ambos os países, que continuam tecnicamente em estado de guerra.
"O Líbano estabelece como condição a retirada de Israel de duas zonas-piloto para participar das negociações", afirmou a fonte diplomática, que pediu anonimato.
Segundo esta fonte, o Departamento de Estado americano informou a ambas delegações que "a conclusão do acordo-quadro marca o fim de uma etapa (...) e não pode acolher as negociações de forma permanente".
Explicou que são esperadas negociações "cruciais" e que os negociadores precisarão consultar seus respectivos governos, algo que não seria "possível" em Washington devido à distância em relação a Israel e ao Líbano.
A fonte acrescentou que Israel aceitou realizar as negociações em Roma com a intenção de "reduzir a pressão exercida diretamente" sobre a parte israelense durante as conversas anteriores por parte do secretário de Estado americano, Marco Rubio.
A parte libanesa recebeu garantias de seus interlocutores em Washington de que manteriam em Roma "o mesmo nível de compromisso e a mesma linha de atuação na condução das negociações", segundo a fonte diplomática.
O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra regional em 2 de março em apoio ao Irã, afirmando atuar em represália pela morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei, morto em ataques americanos e israelenses em 28 de fevereiro.
O líder do Hezbollah, Naim Qasem, reiterou hoje sua rejeição ao acordo-quadro, o qual considera que "serve exclusivamente aos interesses de Israel". "Nenhuma cláusula do acordo passará", afirmou, durante as cerimônias pelo enterro de Khamenei, morto no primeiro dia da guerra.
Israel respondeu com uma ampla campanha de bombardeios e uma ofensiva terrestre, ao mesmo tempo que multiplicou os apelos para a evacuação de grandes áreas do sul do Líbano.
As operações israelenses causaram cerca de 4.300 mortes, segundo Beirute.
A.AbuSaada--SF-PST