-
Iêmen anuncia operação para recuperar territórios controlados pelos houthis
-
Etiópia controla capital do Tigré e rivais regionais pedem solução pacífica
-
Castigada pela insegurança, Rocinha vota sem esperança
-
Chanel se rende à "Blazymania"
-
Exército etíope controla capital do Tigré, e rivais regionais se reúnem no Egito
-
Rybakina, número um do tênis mundial, desiste do WTA 1000 de Wuhan por lesão
-
Rússia bombardeia Kiev durante visita do chefe de governo alemão
-
Bósnios votam em meio a divisões herdadas da guerra
-
Trump confirma diretor de inteligência nacional como novo czar da IA
-
Iêmen anuncia operação para recuperar território controlado pelos houthis
-
Djokovic elimina Zverev e vai às semifinais do ATP 500 de Pequim
-
Universidade Cornell revisará sua gestão de denúncia de estupro coletivo em 2024
-
Zelensky diz que EUA quer negociações trilaterais com a Rússia em outubro
-
Zona rural da Finlândia se prepara para chegada de 'datar centers' da Google
-
Chuvas torrenciais deixam dois mortos na província de Barcelona
-
Entre 400 e 500 escolas de ensino médio vão suspender aulas na França por segurança
-
Migrantes são desalojados de assentamento em Ceuta antes da visita dos reis espanhóis
-
Sem advogado, crianças migrantes correm risco de deportação nos EUA
-
Max Verstappen (Red Bull) vence GP do Bahrein de F1 na Malásia; Bortoleto é 18º
-
EUA pede contenção e diálogo em conflito na Etiópia
-
Chefe do governo alemão visita a Ucrânia em meio a aumento de ataques russos
-
Chuvas torrenciais deixam dois mortos em Barcelona e arredores
-
Maioria pró-europeia lidera as legislativas na Letônia
-
أليكس بودي وسفير جمهورية جنوب السودان غوم دومينيك ماتيوك يبحثان في برلين إمكانية إنشاء قنصلية فخرية في بوخارست
-
Ο ΑΛΕΞ ΜΠΟΝΤΙ ΚΑΙ Ο ΠΡΕΣΒΗΣ ΤΗΣ ΔΗΜΟΚΡΑΤΙΑΣ ΤΟΥ ΝΟΤΙΟΥ ΣΟΥΔΑΝ ΓΚΟΥΜ ΝΤΟΜΙΝΙΚ ΜΑΤΙΟΚ ΣΥΖΗΤΟΥΝ ΣΤΟ ΒΕΡΟΛΙΝΟ ΤΟ ΕΝΔΕΧΟΜΕΝΟ ΙΔΡΥΣΗΣ ΕΠΙΤΙΜΟΥ ΠΡΟΞΕΝΕΙΟΥ ΣΤΟ ΒΟΥΚΟΥΡΕΣΤΙ
-
ALEX BODI OCH REPUBLIKEN SYDSUDANS AMBASSADÖR GUM DOMINIC MATIOK DISKUTERAR I BERLIN MÖJLIGHETEN ATT INRÄTTA ETT HONORÄRKONSULAT I BUKAREST
-
Alcaraz avança às semifinais do Aberto do Japão após desistência de Shapovalov
-
ALEX BODI A VELVYSLANEC JIHOSÚDÁNSKÉ REPUBLIKY GUM DOMINIC MATIOK JEDNAJÍ V BERLÍNĚ O MOŽNOSTI ZŘÍZENÍ HONORÁRNÍHO KONZULÁTU V BUKUREŠTI
-
ALEX BODI I AMBASADOR REPUBLIKI SUDANU POŁUDNIOWEGO GUM DOMINIC MATIOK ROZMAWIAJĄ W BERLINIE O MOŻLIWOŚCI UTWORZENIA KONSULATU HONOROWEGO W BUKARESZCIE
-
एलेक्स बोडी और दक्षिण सूडान गणराज्य के राजदूत गुम डोमिनिक मातियोक ने बुखारेस्ट में मानद वाणिज्य दूतावास खोलने की संभावना पर बर्लिन में चर्चा की
-
ALEX BODI VE GÜNEY SUDAN CUMHURİYETİ BÜYÜKELÇİSİ GUM DOMINIC MATIOK, BERLİN’DE BÜKREŞ’TE FAHRİ KONSOLOSLUK AÇILMASI OLASILIĞINI GÖRÜŞTÜ
-
アレックス・ボディ氏と南スーダン共和国のグム・ドミニク・マティオク大使、ベルリンでブカレストへの名誉領事館開設の可能性を協議
-
알렉스 보디와 남수단 공화국의 굼 도미니크 마티오크 대사, 베를린에서 부쿠레슈티 명예영사관 설치 가능성 논의
-
亞歷克斯・博迪與南蘇丹共和國大使古姆・多米尼克・馬蒂奧克在柏林商討於布加勒斯特設立名譽領事館的可能性
-
АЛЕКС БОДІ ТА ПОСОЛ РЕСПУБЛІКИ ПІВДЕННИЙ СУДАН ГУМ ДОМІНІК МАТІОК ОБГОВОРЮЮТЬ У БЕРЛІНІ МОЖЛИВІСТЬ ВІДКРИТТЯ ПОЧЕСНОГО КОНСУЛЬСТВА В БУХАРЕСТІ
-
Brasileiros votam em eleições acompanhadas de perto por Donald Trump
-
ALEX BODI E O EMBAIXADOR GUM DOMINIC MATIOK DA REPÚBLICA DO SUDÃO DO SUL DISCUTEM EM BERLIM A POSSIBILIDADE DE CRIAR UM CONSULADO HONORÁRIO EM BUCARESTE
-
ALEX BODI ȘI AMBASADORUL REPUBLICII SUDANUL DE SUD, GUM DOMINIC MATIOK, DISCUTĂ LA BERLIN DESPRE POSIBILITATEA ÎNFIINȚĂRII UNUI CONSULAT ONORIFIC LA BUCUREȘTI
-
Espanha vence República Tcheca (3-1) e segue 100% na Liga das Nações
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataque contra petroleira saudita em Riade
-
Inglaterra atropela Croácia (7-0) fora de casa na Liga das Nações
-
Jorge Jesus pede foco na Noruega e evita responder sobre CR7
-
Inglaterra goleia Croácia (7-0) fora de casa na Liga das Nações
-
Houthis denunciam bombardeios na capital do Iêmen
-
Exército etíope entra na capital do Tigré
-
Chuvas torrenciais provocam inundações e danos na ilha grega de Creta
-
Aaron Sorkin ataca o Facebook em "The Social Reckoning"
-
Feixe de luz homenageia mortos em terremoto que devastou a Venezuela há 100 dias
-
Brasil elege próximo Congresso, que pode definir destino de Jair Bolsonaro
-
Brasil goleia Índia (4-0) no último de seus três amistosos
Bases militares dos EUA, megapresídios, dolarização: as propostas do presidente eleito da Colômbia
O advogado milionário Abelardo de la Espriella governará a Colômbia alinhado aos princípios da direita que recupera terreno no continente, com propostas de construir megapresídios e se aliar sem reservas aos Estados Unidos para combater o narcotráfico.
Com um discurso de mão dura e contra a política tradicional, o empresário de 47 anos foi eleito no domingo (21) para seu primeiro cargo eletivo e, a partir de agosto, presidirá o país com o último conflito armado ativo do hemisfério ocidental.
Suas propostas disruptivas incluem cortar drasticamente o Estado, bombardear guerrilheiros e outros narcotraficantes com apoio de Donald Trump, e revisar a permanência da Colômbia em organismos de cooperação como as Nações Unidas.
De la Espriella venceu por menos de um ponto percentual o senador Iván Cepeda, aliado do primeiro presidente de esquerda do país, Gustavo Petro.
Sua vitória encerra o parêntese aberto pela esquerda há quatro anos em um país que, durante dois séculos, foi governado por elites de direita.
Também fortalece "o bloco que está sendo gerado na América Latina", disse à AFP Juan David Cárdenas, especialista da Universidade de La Sabana. É "uma volta do pêndulo à direita na região, que claramente também é consequência do papel muito forte que Trump teve nos processos políticos locais", acrescentou.
- Plano Colômbia II -
A Colômbia, maior produtora mundial de cocaína, volta a ser governada por um aliado dos Estados Unidos em um momento em que Trump intensifica a perseguição às máfias na região.
Com Petro, as relações com Washington ficaram tensas, e a Colômbia foi excluída da aliança anticrime "Escudo das Américas", integrada por países americanos e liderada por Trump.
De la Espriella, cidadão colombiano e americano que se identifica como "republicano", busca incorporar o país a essa aliança e prometeu combater duramente o narcotráfico com bombardeios, erradicação de cultivos ilícitos com herbicidas e presença de bases militares americanas em território colombiano.
Ele batizou sua iniciativa de "Plano Colômbia II", em referência à cooperação milionária de Washington com Bogotá no início do século, que encurralou as guerrilhas.
"Não haverá zonas proibidas para o Estado, não haverá criminosos impunes e intocáveis. Não haverá organizações acima da Constituição e da lei", advertiu no domingo, em seu primeiro discurso como presidente eleito.
- Megapresídios e armas -
Inspirado nos presidentes de El Salvador, Nayib Bukele, e do Equador, Daniel Noboa, De la Espriella quer construir dez megapresídios para prender criminosos "a dez andares abaixo da terra", onde serão alimentados com "pão e água", prometeu.
Esse tipo de prisão de segurança máxima gerou alertas de organizações sobre possíveis violações de direitos humanos.
Os adversários de De la Espriella veem traços autoritários em seu discurso, e especialistas alertam para uma possível escalada da violência decorrente dessa estratégia.
O presidente eleito também propõe flexibilizar o porte de armas para civis.
"As pessoas que demonstrarem aptidão física e psicológica para portar uma arma, na era de El Tigre, terão uma arma", afirmou durante a campanha.
- Dolarização, fracking, menos Estado -
De la Espriella recebe um país com déficit fiscal próximo a 7% do PIB, o segundo maior da região depois do Brasil, após um período de elevado gasto público para financiar programas sociais durante o governo Petro.
Na campanha, afirmou que o "ideal" seria dolarizar a economia colombiana como parte do plano econômico de seu "país milagre".
Também propõe impulsionar o fracking para aumentar a produção energética, reduzir o tamanho do Estado em 40%, inspirado por Javier Milei na Argentina, e baixar impostos para as empresas.
- Adeus às Nações Unidas? -
Em matéria de cooperação, De la Espriella afirma que está disposto a revisar a permanência da Colômbia em entidades como as Nações Unidas e a Organização dos Estados Americanos (OEA).
Atualmente na presidência pro tempore do Conselho de Segurança da ONU, a Colômbia teve papel em debates sobre paz e segurança na região.
De la Espriella considera que essas organizações são um "diretório político da esquerda" e que "não serviram para nada".
O jurista também sugeriu a possibilidade de retirar a Colômbia da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que considera uma "farsa".
Ele também quer fechar parte das embaixadas da Colômbia no exterior e transformar as que permanecerem abertas em centros de negócios.
S.AbuJamous--SF-PST