-
AIE reduz previsão de demanda mundial de petróleo para 2026
-
Presidente sul-coreano pede ajuda de Trump em conflito com a Coreia do Norte
-
Áustria derrota Jordânia por 3-1 em partida do Grupo J da Copa
-
'São estatísticas e nada mais', diz Messi ao igualar Klose como artilheiro das Copas
-
Com hat-trick histórico de Messi, Argentina vence Argélia (3-0) em sua estreia na Copa
-
'Quero aproveitar cada jogo', diz Modric antes de estrear em sua quinta Copa do Mundo
-
'É como a primeira Copa' para Cristiano Ronaldo, diz técnico de Portugal
-
'Venho da minha melhor temporada', adverte Kane antes da estreia da Inglaterra
-
Lionel Messi é o primeiro jogador da história a jogar em seis Copas do Mundo
-
Sean Penn vai dirigir filme sobre ataque ao Capitólio dos EUA
-
Com 2 de Haaland, Noruega goleia Iraque (4-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Investigações contra governador da Califórnia não foram ordenadas por Washington
-
'Mbappé é um jogador fora do comum', comemora Deschamps
-
'Não há medo', afirma técnico da RD Congo antes do jogo contra Portugal
-
Justiça do Canadá confirma negativa de visto ao jogador ganês Thomas Partey
-
Mbappé nega 'conta pendente' após marcar dois gols na vitória da França
-
Secretário-geral da ONU pede perdão a vítimas de grupos armados no Haiti
-
Com 2 gols de Mbappé, França vence Senegal (3-1) em sua estreia na Copa
-
Direitista Keiko Fujimori amplia vantagem em apuração presidencial no Peru
-
James vive 'Dia D' no retorno da Colômbia à Copa do Mundo após 8 anos
-
Moraes exige explicações a defesa de Bolsonaro sobre arma em prisão domiciliar
-
Di María torce pela Argentina à distância: "Com vocês até o fim do mundo"
-
Serena Williams é eliminada na primeira rodada de duplas no torneio de Berlim
-
Neymar treina em campo com a Seleção Brasileira, mas sua estreia na Copa segue incerta
-
Português Ruben Amorim é o novo técnico do Milan
-
Na capital do 'barbecue', torcedores argentinos garantem que o 'asado' é o campeão
-
Espanha treina sob efeito do empate contra Cabo Verde, sem Merino
-
Harry Kane afia a pontaria para a estreia da Inglaterra contra a Croácia de Modric
-
Por que os mosquitos picam mais algumas pessoas do que outras?
-
Portugal inicia última Copa de Cristiano Ronaldo diante da RD Congo
-
Pico do ebola ainda não chegou na RDC e epidemia pode durar um ano (Cruz Vermelha)
-
Monitor acusado de agredir alunas sexualmente é absolvido na França
-
Infantino comemora marca de um milhão de torcedores nos estádios após 5 dias de Copa do Mundo
-
Fed inicia sua primeira reunião sobre juros com Kevin Warsh na presidência
-
SpaceX supera Amazon e se torna a quinta maior empresa em valor de mercado
-
Neymar, uma marca registrada
-
Custo do salão de baile da Casa Branca pode alcançar US$ 600 milhões (Washington Post)
-
De la Espriella: o showman milionário pró-Trump que quer barrar a esquerda na Colômbia
-
Trevoh Chalobah é convocado pela Inglaterra após corte de Tino Livramento
-
Gana recorre à justiça canadense por visto do volante Thomas Partey, acusado de estupro
-
Cacique Raoni tem melhora em seu estado de saúde, mas segue na UTI
-
Tiago Splitter é o novo técnico do Chicago Bulls
-
Seleção brasileira não deve pensar que vai golear o Haiti, diz Douglas Santos
-
Cepeda, vítima do Estado que busca repetir o milagre da esquerda na Colômbia
-
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Jürgen Klopp é criticado por declarações sobre Nagelsmann
-
Colômbia decide entre esquerda no poder e candidato alinhado a Trump
-
Tropeço da Espanha coloca Argentina de Messi e França de Mbappé em alerta
-
Visto de jogador iraniano expira após entrada nos Estados Unidos
-
Irã afirma que nova fase de diálogo com EUA pode começar esta semana
Ocupado com Irã, EUA deixa conflito na Ucrânia "em segundo plano"
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, compareceu esta semana diante de quatro diferentes comissões parlamentares para discutir o papel de Washington em vários conflitos ao redor do mundo, mas o tema da guerra na Ucrânia mal foi mencionado.
Com o governo do presidente Donald Trump consumido pela crise no Irã, a Ucrânia saiu em grande parte do radar da administração americana, apesar do aumento dos ataques letais contra o país.
Na quarta-feira, um dia depois de ataques russos terem deixado 23 mortos em todo o território ucraniano, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, lamentou que os Estados Unidos tenham reduzido sua atenção a esse conflito.
"Hoje não estamos no foco", disse Zelensky durante uma visita a Kiev do chefe da Otan, Mark Rutte. "O Irã é o assunto número um para os Estados Unidos, e depois vem a questão da Ucrânia. Infelizmente, estamos no fim da fila dessas guerras."
Em uma entrevista na semana passada, Zelensky afirmou que a Ucrânia necessita urgentemente de sistemas de defesa aérea americanos contra os mísseis russos e de uma postura mais firme diante do líder russo Vladimir Putin.
"Precisamos de mais sanções. Acho que precisamos de mais pressão", disse o presidente ucraniano à emissora CBS.
- Sem saída militar -
Trump fez campanha com a promessa de encerrar rapidamente a guerra na Ucrânia e dedicou meses à diplomacia, pressionando Kiev a fazer concessões e aproximando-se de Putin na tentativa de alcançar um acordo de paz.
Mas esse esforço resultou apenas em uma série de cessar-fogos passageiros e trocas de prisioneiros, enquanto Moscou e Kiev continuam distantes em questões territoriais, garantias de segurança e suspensão de sanções.
Em seu depoimento diante de um painel parlamentar, Rubio admitiu que as negociações lideradas pelos Estados Unidos entre Moscou e Kiev estavam em um impasse.
"Infelizmente... nenhuma das partes esteve disposta a fazer concessões, especialmente o lado russo", declarou Rubio ao Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes.
"Acreditamos que a guerra na Ucrânia, uma guerra devastadora, não tem solução militar; ela só pode ser resolvida pela via diplomática, e isso tem sido infrutífero."
Com a situação estagnada no campo de batalha, Moscou intensificou seus ataques com mísseis e drones contra cidades ucranianas, enquanto Kiev aumenta seus ataques contra instalações militares e infraestrutura dentro da Rússia.
Rubio afirmou que o sucesso da Ucrânia ao atingir alvos em território russo provavelmente será respondido com mais agressividade. "O risco de uma escalada é real, mais real do que há dois anos", declarou diante do Comitê de Apropriações do Senado.
- Mais ação da Europa? -
Elina Beketova, pesquisadora do Centro para Análise de Políticas Europeias, sediado em Washington, afirmou que o Kremlin tem pouco interesse genuíno em negociar.
"Os ataques recentes contra a Ucrânia indicam que a Rússia não está pronta para uma desescalada", disse Beketova.
"Uma janela para negociações poderá se abrir apenas se a situação no campo de batalha mudar: se a Ucrânia fortalecer sua posição como um resiliente 'Estado-fortaleza' e a Rússia ficar significativamente desgastada tanto militar quanto economicamente", afirmou.
Zelensky tem pedido à Europa que se envolva de forma mais ativa, inclusive por meio da diplomacia com Moscou, algo que os líderes europeus têm evitado, concentrando-se em isolar a Rússia por meio de sanções.
"Ambos concordamos que a Europa deve participar das negociações", escreveu Zelensky no Facebook no mês passado após uma conversa com o presidente do Conselho Europeu, António Costa. "É importante que ela tenha uma voz e uma presença fortes nesse processo."
L.AbuTayeh--SF-PST