-
Petrobras descobre indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos dois mortos na Indonésia
-
Petrobras descobre indícios de presença de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Venezuela anuncia libertação de 131 presos políticos em meio a diálogo com oposição
-
Netanyahu chama Reino Unido de 'república islâmica' e Londres protesta
-
Timberwolves vão aposentar camisa de Kevin Garnett em jogo contra o Boston Celtics
-
Inter de Milão empresta Davide Frattesi à Lazio
-
Inter de Messi mira liderança da MLS após decepção na Leagues Cup
-
Cristian Romero se despede do Tottenham e pode estar a caminho do Atlético de Madrid
-
EUA informa que retirou 19 milhões de ovos do mercado por risco letal
-
Ciro Immobile anuncia sua aposentadoria aos 36 anos
-
Temporada 2026/27 de LaLiga começa sem Real Madrid e Barcelona
-
Trump diz que vai declarar "em breve" Estreito de Ormuz como "território dos Estados Unidos"
-
Venus Williams é eliminada em Cincinnati pela colombiana Emiliana Arango
-
Palestinos da Cisjordânia denunciam estar "cercados" por colônias de israelenses
-
Trump nega que condições a bordo de porta-aviões sejam preocupantes
-
Netanyahu chama Reino Unido de 'república islâmica da Grã-Bretanha'
-
Cubanos dormem em terraços e espaços públicos devido ao calor e aos apagões
-
Peru vai subsidiar combustíveis diante de protestos contra presidente Fujimori
-
Colômbia ainda busca centenas de desaparecidos após forte terremoto
-
Jeff Bezos entra como acionista minoritário no Liverpool
-
ONU adverte que temor de sanções dos EUA freia envio de ajuda a Cuba
-
Boris Nadezhdin, o opositor que achava que poderia continuar em liberdade na Rússia
-
Bombeiros resgatam das chamas restos mortais dos primeiros reis de Aragão, na Espanha
-
Mangione admite ter matado CEO do maior grupo de seguros de saúde dos EUA
-
Presidente da Suprema Corte do México diz à AFP que é criticado por ser indígena
-
Singapura penaliza uso de IA para gerar imagens sexuais sem consentimento
-
Trump pede à Suprema Corte que aprove construção de salão de baile na Casa Branca
-
Uso de luvas de choques elétricos por agentes de imigração aumenta temor de abusos nos EUA
-
Polícia italiana recupera obras de Renoir, Cézanne e Matisse avaliadas em € 9 milhões
-
Macron é criticado na França por foto em jet-ski durante férias
-
Incêndios deixam um morto, dezenas de feridos e milhares de desabrigados na Europa
-
Kushner viajará a Israel para tentar destravar plano de paz para Gaza
-
'Tudo pode acontecer', diz Maresca sobre possível saída de Rodri para o Barcelona
-
Expulsos dos EUA para Guiné Equatorial enfrentam violência e intimidação policial
-
SNC SCANDIC PAY: Betala – över hela världen och utan gränser
-
स्कैंडिक पे: दुनिया में कहीं भी, बिना किसी सीमा के भुगतान करें।
-
SNC SCANDIC PAY: Płatności na całym świecie bez ograniczeń
-
SNC SCANDIC ÍOC: Íoc in áit ar bith ar domhan, gan teorainn
-
SNC SCANDIC PAY: Platby po celém světě bez omezení
-
SNCスカンディックペイ):世界中で、制限なくお支払いいただけます
-
斯堪迪克支付:全球無界支付
-
SNC 스칸딕 페이: 전 세계 어디서나, 제한 없이 결제하세요
-
SNC SCANDIC PAY: الدفع في جميع أنحاء العالم ودون حدود
-
СНК СКАНДІК ПЕЙ: Оплата по всьому світу без обмежень
-
СНК Скандик Пэй: Оплата по всему миру без границ
-
SNC SCANDIC PAY: Pagamentos em todo o mundo e sem limites
-
Óculos 'inteligentes' ganham espaço e 'mudam a vida' de pessoas com deficiência visual
-
'Adoravam salsa', diz primo da única sobrevivente de família devastada por terremoto na Colômbia
-
Incêndios deixam dezenas de feridos e milhares de desabrigados na Europa
Camponeses marcham em La Paz e governo denuncia ameaça à democracia da Bolívia
Centenas de camponeses indígenas e transportadores marcham nesta quarta-feira (20) nas ruas da capital política da Bolívia, cujo governo denunciou que os manifestantes que exigem a renúncia do presidente de centro-direita Rodrigo Paz buscam alterar a democracia.
Há três semanas, camponeses, operários, mineiros e outros trabalhadores pressionam Paz, com apenas seis meses no poder, com fortes manifestações e bloqueios de estradas, em um momento em que o país atravessa sua pior crise econômica em quatro décadas.
Agitando bandeiras indígenas, os camponeses aimarás e os transportadores avançam ao meio-dia pelas ruas de La Paz, sem entrar em confronto com a polícia que protege os acessos à praça de armas, onde fica o palácio do governo.
"Este governo tem que ir embora. Se não quiser que sangue seja derramado, que saia pacificamente", disse à AFP Romer Cahuaza, transportador do sul de La Paz que, na marcha, reivindica um melhor abastecimento de combustíveis.
Ao intervir virtualmente nesta quarta-feira, de La Paz, em uma sessão da OEA, o chanceler boliviano, Fernando Aramayo, denunciou grupos nos protestos que buscam enfraquecer o governo e alterar a "ordem democrática e constitucional".
"Não vamos negociar nem dialogar com quem está pedindo a renúncia do presidente", porque "isso é uma afronta à democracia", afirmou mais tarde Aramayo em entrevista coletiva.
O governo assegura que os protestos são orquestrados pelo ex-presidente socialista Evo Morales, foragido da Justiça por um caso de suposto tráfico de uma menor.
- "Já não comemos carne" -
Pelo menos 44 pontos de bloqueio são registrados em todo o país, segundo a administração estatal de estradas, o que agravou a escassez de alimentos, combustíveis e medicamentos na cidade de La Paz, onde as principais vias de acesso foram tomadas.
Os bloqueios "afetam não apenas os mercados, afetam todo mundo, mas menos os ricos (...) Nós, toda essa gente que não tem dinheiro, já não comemos carne", lamentou Julio Pérez, ex-motorista desempregado de 82 anos.
O governo foi obrigado a estabelecer uma ponte aérea, com voos saindo de Santa Cruz (leste) e Cochabamba (centro), para abastecer a cidade andina com carnes e vegetais.
"Estamos muito preocupados com essa questão e fazendo as compras que é possível fazer, tudo aumentou", declarou à AFP Fernando Carvajal, funcionário bancário de 67 anos.
O governo também anunciou um próximo "corredor humanitário" nas estradas bloqueadas, o que implica uma operação policial para desativar os protestos e permitir a passagem de cargas.
A Bolívia atravessa sua crise econômica mais grave desde a década de 1980. O país esgotou suas reservas de dólares para sustentar uma política de subsídios aos combustíveis, que o presidente Paz eliminou em dezembro, e sua inflação anualizada foi de 14% em abril.
- "Interferência" -
Em meio à tensão, a chancelaria anunciou nesta quarta-feira a expulsão da embaixadora da Colômbia, Elizabeth García, após considerar que o presidente Gustavo Petro incorreu em uma "interferência direta" nos assuntos da Bolívia.
Petro havia classificado os protestos como uma "insurreição popular" e, nesta quarta-feira, em declarações à rede colombiana Caracol Radio ao reagir à expulsão de sua embaixadora, afirmou que a Bolívia está "caminhando para extremismos".
"A Bolívia, tal como está neste momento, merece que se abra a um grande diálogo nacional (...), ou a consequência pode ser um massacre da população", acrescentou o presidente colombiano.
Na terça-feira, o governo de Paz, novo aliado do presidente Donald Trump, recebeu um apoio público dos Estados Unidos. O subsecretário de Estado, Christopher Landau, expressou sua solidariedade e disse que a Bolívia enfrenta um "golpe de Estado".
A chegada de Paz ao poder pôs fim a 20 anos de governos socialistas liderados por Morales e Luis Arce (2020-2025).
U.Shaheen--SF-PST