-
Estudo mostra como punhado de espécies de árvores impulsiona recuperação da Amazônia
-
Corinthians anuncia renovação de Memphis Depay até julho de 2028
-
Novo tremor em Granada, na Espanha, deixa 3 feridos e leva a fechamento de Alhambra
-
Venus Williams e Sloane Stephens estão entre as convidadas para o US Open
-
Tottenham empresta goleiro Guglielmo Vicario à Juventus
-
Promotoria acusa a Meta de viciar adolescentes
-
Forlán fará estreia como técnico do Uruguai contra o Japão, em setembro
-
Barcelona dá grande golpe no mercado com a contratação de Rodri
-
EUA sanciona a presidente do TPI, a japonesa Tomoko Akane
-
Trump nega diálogo previsto com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Primárias nos EUA colocam à prova esperanças dos democratas em reduto trumpista
-
Barcelona anuncia oficialmente a contratação de Rodri até 2030
-
Santos não terá Neymar e Gabigol contra o Macará pela Sul-Americana
-
Ataque israelense deixa ao menos 6 mortos na Cidade de Gaza
-
Trump e Carney conversam antes da imposição de novas tarifas americanas sobre o Canadá
-
Piloto tailandês Alex Albon renova com a Williams para 2027
-
Presidente libanês irá a Roma para abordar futuro da força da ONU
-
Morte de Jason Arday reacende debate sobre diversidade em universidades britânicas
-
Agência da ONU diz ter encontrado 'toneladas de material nuclear' na Síria
-
Premiê britânico admite ter sido enganado por falsa colaboradora de Trump
-
Niclas Füllkrug retorna ao Werder Bremen por empréstimo
-
Tonga indica diplomata equatoriana como candidata a secretária-geral da ONU
-
Governo francês pede 'desculpas' por vazamento de dados fiscais
-
Patrick Vieira é o novo técnico da seleção do Senegal
-
Pescadores iranianos retornam ao Estreito de Ormuz, apesar da ameaça de guerra
-
Novo livro narra a vida da princesa Diana pelo olhar do irmão
-
Trump diz que não há negociações em curso ou agendadas com o Irã
-
Rede ABC processa governo Trump por ameaça a licenças
-
Harry Kane confirma que vai iniciar negociações para renovar com o Bayern
-
Trump votou por correio, apesar de criticar esse método
-
Corinthians recua, renegocia com Memphis e chega a acordo por renovação
-
'Endividados para sobreviver', argentinos se afundam na inadimplência
-
OpenAI apresenta 'ChatGPT para adolescentes' em meio a pressões judiciais
-
Perdas com terremoto na Colômbia são estimadas em mais de US$ 9,5 bilhões
-
A aposta viking para fazer Ulisses navegar em 'A Odisseia'
-
Epidemia de ebola na RDC está 'longe de estar sob controle', alerta OMS
-
Sem luz e com ruas vazias, Havana aguarda futuro incerto
-
Número de deslocados por terremoto na Indonésia passa de 40 mil
-
Trump ameaça bombardear Omã se país assinar acordo com Irã sobre Ormuz
-
Começa julgamento da Meta por suposta dependência de adolescentes
-
Igrejas fortificadas da Transilvânia correm risco de desabamento
-
Angelique Kidjo será a primeira música africana a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
-
Negociador iraniano diz que Ormuz permanecerá fechado até que Washington cumpra seus compromissos
-
Ataque russo deixa 10 mortos no nordeste da Ucrânia
-
Aliados asiáticos pedem 'cooperação' após Trump reduzir exercícios militares com a Coreia do Sul
-
Trump ameaça bombardear Omã se o país assinar acordo com o Irã sobre Ormuz
-
Cepal: incerteza por tarifas dos EUA deve atingir economias latinas 'um pouco mais'
-
Trump reduz exercícios militares com Coreia do Sul e sugere contatos com o Norte
-
Milhares de pessoas prestam homenagem em Londres a acadêmico de Cambridge falecido
-
Paramount pede garantia de US$ 1,9 bilhão em ação sobre aquisição da Warner Bros
Petroleiro russo atraca em Cuba durante crise energética
Um petroleiro russo atracou nesta terça-feira (31) no porto de Matanzas, no oeste de Cuba, com o primeiro carregamento de petróleo recebido pela ilha desde janeiro, após uma trégua concedida por Washington em meio ao embargo de petróleo imposto à ilha.
O navio "Anatoly Kolodkin", sujeito a sanções americanas e que transporta 730 mil barris de petróleo, entrou no porto de Matanzas com a ajuda de rebocadores por volta das 8h15, no horário local (09h15 em Brasília), segundo uma equipe da AFP no local.
A decisão do presidente Donald Trump de permitir que a Rússia forneça petróleo a Cuba evita um confronto com Moscou e oferece um alívio a um país que sofreu com apagões prolongados, racionamento drástico de combustível e redução do transporte público nos últimos meses.
"Nosso agradecimento ao governo e ao povo da Rússia por todo o apoio que estamos recebendo", escreveu na rede social X o ministro cubano de Minas e Energia, Vicente De la O Levy, na primeira reação de Havana.
O ministro destacou que a "carga valiosa" chega à ilha "em meio a uma situação energética complexa".
Na região da baía de Matanzas, alguns cubanos testemunharam a manobra do gigantesco petroleiro.
"Isso é essencial para nossa sobrevivência, porque o país está paralisado", disse à AFP Felipe Serrano, de 76 anos, que trabalha como segurança em um restaurante.
Leticia Munguía, uma aposentada de 61 anos, também estava entusiasmada com a chegada do navio. "Espero que continuem enviando (petróleo), porque este carregamento não vai suprir tudo o que precisamos", disse ela.
Trump afirmou no domingo que não tinha "nenhum problema" com a Rússia enviando petróleo para Cuba, mas um dia depois seu governo deixou claro que isso não representava uma mudança em sua política de sanções.
"Permitimos que este navio viesse a Cuba para atender às necessidades humanitárias do povo cubano. Essas decisões estão sendo tomadas caso a caso", disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
- "Alívio temporário" -
A crise energética em Cuba se agravou em janeiro, quando Trump cortou o fornecimento de petróleo venezuelano após a captura de Nicolás Maduro, principal aliado de Havana na região, e ameaçou impor tarifas a qualquer país que vendesse petróleo para a ilha.
A escassez de combustível afeta setores vitais da economia cubana, como turismo, níquel e tabaco, e obrigou o governo a adotar um plano de contingência, incluindo o racionamento drástico de gasolina.
A ilha de 9,6 milhões de habitantes sofreu sete apagões em todo o país desde o final de 2024, dois deles neste mês, que desencadearam protestos incomuns.
Cuba produz cerca de 40.000 barris de petróleo pesado por dia, utilizados para alimentar as oito usinas termelétricas que formam a espinha dorsal do sistema elétrico do país, mas depende da importação de diesel.
Jorge Piñón, especialista no setor energético cubano da Universidade do Texas em Austin, afirmou que a maior necessidade do país é de diesel, um combustível que poderia ser usado em geradores de energia de reserva ou em sistemas de transporte.
O carregamento russo "pode oferecer um alívio temporário, mas está longe de resolver a magnitude do déficit que o país enfrenta", disse à AFP o economista Ricardo Torres, da Universidade Americana de Washington.
"Claramente, não é suficiente", alerta o especialista.
W.Mansour--SF-PST