-
Nakashima elimina Medvedev e vai às oitavas em Cincinnati
-
Lyon empata com Fenerbahçe (1-1) na ida do playoff de acesso à Champions
-
Musiala admite 'disfunção neurológica' após sofrer novo desmaio
-
Promotoria acusa Meta de viciar adolescentes
-
Sophie Adenot é primeira francesa a fazer caminhada fora da ISS
-
Infantino apertou o 'botão de autodestruição', diz chefe da Premier League
-
Terremoto na Colômbia causou prejuízo de US$ 9,6 bilhões
-
Taxas de crédito de longo prazo nos EUA atingem nível mais alto desde 2007 e custo do endividamento preocupa
-
Diplomata equatoriana entra na disputa pela secretaria-geral da ONU
-
Meia belga Axel Witsel assina com o Nice
-
Simeone quer "construir uma equipe" em torno de Julián Álvarez
-
Estudo mostra como punhado de espécies de árvores impulsiona recuperação da Amazônia
-
Corinthians anuncia renovação de Memphis Depay até julho de 2028
-
Novo tremor em Granada, na Espanha, deixa 3 feridos e leva a fechamento de Alhambra
-
Venus Williams e Sloane Stephens estão entre as convidadas para o US Open
-
Tottenham empresta goleiro Guglielmo Vicario à Juventus
-
Promotoria acusa a Meta de viciar adolescentes
-
Forlán fará estreia como técnico do Uruguai contra o Japão, em setembro
-
Barcelona dá grande golpe no mercado com a contratação de Rodri
-
EUA sanciona a presidente do TPI, a japonesa Tomoko Akane
-
Trump nega diálogo previsto com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Primárias nos EUA colocam à prova esperanças dos democratas em reduto trumpista
-
Barcelona anuncia oficialmente a contratação de Rodri até 2030
-
Santos não terá Neymar e Gabigol contra o Macará pela Sul-Americana
-
Ataque israelense deixa ao menos 6 mortos na Cidade de Gaza
-
Trump e Carney conversam antes da imposição de novas tarifas americanas sobre o Canadá
-
Piloto tailandês Alex Albon renova com a Williams para 2027
-
Presidente libanês irá a Roma para abordar futuro da força da ONU
-
Morte de Jason Arday reacende debate sobre diversidade em universidades britânicas
-
Agência da ONU diz ter encontrado 'toneladas de material nuclear' na Síria
-
Premiê britânico admite ter sido enganado por falsa colaboradora de Trump
-
Niclas Füllkrug retorna ao Werder Bremen por empréstimo
-
Tonga indica diplomata equatoriana como candidata a secretária-geral da ONU
-
Governo francês pede 'desculpas' por vazamento de dados fiscais
-
Patrick Vieira é o novo técnico da seleção do Senegal
-
Pescadores iranianos retornam ao Estreito de Ormuz, apesar da ameaça de guerra
-
Novo livro narra a vida da princesa Diana pelo olhar do irmão
-
Trump diz que não há negociações em curso ou agendadas com o Irã
-
Rede ABC processa governo Trump por ameaça a licenças
-
Harry Kane confirma que vai iniciar negociações para renovar com o Bayern
-
Trump votou por correio, apesar de criticar esse método
-
Corinthians recua, renegocia com Memphis e chega a acordo por renovação
-
'Endividados para sobreviver', argentinos se afundam na inadimplência
-
OpenAI apresenta 'ChatGPT para adolescentes' em meio a pressões judiciais
-
Perdas com terremoto na Colômbia são estimadas em mais de US$ 9,5 bilhões
-
A aposta viking para fazer Ulisses navegar em 'A Odisseia'
-
Epidemia de ebola na RDC está 'longe de estar sob controle', alerta OMS
-
Sem luz e com ruas vazias, Havana aguarda futuro incerto
-
Número de deslocados por terremoto na Indonésia passa de 40 mil
-
Trump ameaça bombardear Omã se país assinar acordo com Irã sobre Ormuz
EUA espera novas reuniões com Irã
Os Estados Unidos informaram nesta sexta-feira (27) que esperam conversar com o Irã nos próximos dias para encerrar a guerra, um mês após o início do conflito, que se estendeu por todo o Oriente Médio.
"Acreditamos que haverá reuniões esta semana", disse Steve Witkoff, enviado especial do presidente americano, durante um fórum empresarial em Miami. Pouco antes, o chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, havia mencionado um possível fim próximo das operações de Washington.
"Quando tivermos acabado com eles, nas próximas duas semanas, eles estarão mais enfraquecidos do que jamais estiveram na história recente", disse Rubio, em Paris. Ele também considerou que seu país poderia continuar alcançando seus objetivos sem o envio de tropas terrestres.
Segundo o Wall Street Journal e o portal de notícias Axios, no entanto, Washington estaria considerando enviar 10 mil soldados adicionais à região. "Ponham o pé em solo iraniano e US$ 150 será o preço mínimo do petróleo", prometeu na rede social X o vice-presidente do Irã, Esmail Esfahani. O barril de tipo Brent fechou hoje acima dos US$ 112.
- Explosões em Teerã -
Os rebeldes huthis do Iêmen, aliados de Teerã, afirmaram hoje que vão se somar à guerra se os ataques contra o Irã continuarem, se outros países se unirem à ofensiva ou se houver ações a partir do Mar Vermelho.
Após uma reunião na França, os chanceleres do G7 pediram em comunicado conjunto o "fim imediato dos ataques contra as populações e a infraestrutura civil". Também reafirmaram "a necessidade absoluta" de restabelecer a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou hoje sua decepção com os aliados da Otan por não enviarem apoio militar para garantir a segurança do Estreito durante a guerra.
Cada lado do conflito, no entanto, dá sinais de que pretende continuar com os combates. Israel atacou duas instalações nucleares iranianas, o que levou a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a pedir "moderação militar para evitar qualquer risco de acidente".
Uma dezena de explosões sacudiu Teerã na madrugada deste sábado (28, data local). Jornalistas da AFP observaram uma coluna de fumaça preta. Mais tarde, o Exército de Israel informou que lançou ataques contra "alvos do regime terrorista iraniano".
"Não tenho absolutamente nenhuma renda", diz Golnar, que vivia de sua loja virtual. Já Kaveh, um artista de 38 anos, afirma que grupos vinculados às forças de segurança "assumiram o controle das ruas". Se houver um acordo para pôr fim à guerra com esse regime, "estaremos condenados. No mínimo, teremos que deixar o Irã por dois ou três anos, porque eles se voltarão contra nós", alertou.
- Risco de 'catástrofe humanitária' -
O Líbano foi arrastado para a guerra em 2 de março, após represálias do grupo pró-Irã Hezbollah contra Israel pelo assassinato do líder supremo iraniano Ali Khamenei.
A situação no Líbano é "extremamente preocupante", com um risco "real" de "catástrofe humanitária", alertou a agência da ONU para os refugiados (Acnur). Segundo autoridades libanesas, os ataques já deixaram mais de 1.100 mortos e um milhão de deslocados.
Explosões foram ouvidas no sul de Beirute na madrugada e na tarde desta sexta-feira, sem qualquer aviso prévio por parte de Israel. Antes densamente povoada, essa área foi esvaziada desde o começo das hostilidades.
Enquanto Israel se mostra determinado a intensificar sua campanha militar contra o Hezbollah, o grupo pró-Irã reivindicou a autoria de uma série de ataques contra tropas israelenses que fazem uma incursão terrestre no sul do Líbano.
burx-rle/eml/ad/arm/lb/rpr
Y.AlMasri--SF-PST