-
Champions retorna com duelo entre City e PSG, dois representantes de um modelo sob suspeita
-
AFP recebe prêmio italiano de direitos humanos
-
Houthis do Iêmen ameaçam com resposta "dolorosa" se EUA intervir na guerra
-
Nova York falha em concretizar fechamento da polêmica prisão de Rikers
-
Agência da ONU para Refugiados alerta para cortes de financiamento
-
Furacão Simón deixa um morto e provoca inundações no México
-
Flick alerta para a pressão no estádio do Galatasaray
-
Ministro saudita da Energia pede resposta firme aos ataques houthis
-
Flávio Bolsonaro visitará o pai na terça-feira, após autorização judicial
-
Alcaraz é eliminado em Xangai; Zverev garante terminar ano como número 1 do mundo
-
Otan alerta Rússia de que qualquer ataque será 'totalmente em vão'
-
Supremo Tribunal espanhol mantém suspensão do direito de voto para naturalizados pela 'Lei dos Netos'
-
Agentes federais fazem buscas na casa de Ilhan Omar, crítica de Trump
-
Ator Russell Brand comparece ao início de seu julgamento por estupro no Reino Unido
-
Osasuna demite técnico Luis Ramis e traz de volta Jagoba Arrasate
-
Incêndio destrói o mercado coberto mais antigo de Paris
-
Dezenas de milhares protestam na Índia contra a Comissão Eleitoral
-
Rússia não confirma adesão à trégua energética
-
Furacão Simón deixa um morto e danos materiais no Pacífico mexicano
-
Nossa Senhora Aparecida ressurge na campanha eleitoral às vésperas do 2º turno
-
O que se sabe sobre a cirurgia do papa Leão XIV
-
Irã prende advogado que contribuiu para casamento entre detenta e condenado à morte
-
Moraes autoriza visita de Flávio Bolsonaro ao pai em prisão domiciliar
-
Ciberataque afeta sistemas de refrigeração de supermercados na França
-
Autoridades econômicas discutem inflação e dívida em fórum do FMI e do Banco Mundial
-
Um dos dois quadros de Renoir encontrados após roubo na França apresenta um rasgo
-
Premiê britânico acusa Rússia de interferência durante referendo do Brexit em 2016
-
Adolescente é detido na França por disparar espingarda em sua escola
-
Ministro da Energia saudita pede resposta firme aos ataques houthis
-
China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relações com Taiwan
-
Rússia fará cessar-fogo apenas no dia das eleições na Ucrânia, diz Kremlin
-
Americanos Michael Woodford e Robert Hall ganham o Nobel de Economia
-
UE limitará a 350.000 por ano as importações de veículos híbridos chineses
-
Incêndio destrói o mercado de comida de rua mais antigo de Paris
-
Brasileira é presa na Indonésia por transportar cocaína no xampu
-
Houthis do Iêmen reivindicam múltiplos ataques contra o aeroporto de Riade
-
Olympique de Marselha volta a vencer e respira no Campeonato Francês
-
Betis goleia Osasuna e recupera 3ª posição no Campeonato Espanhol
-
Netanyahu pede investigação de participantes do documentário "NAZA"
-
Lula aposta no fim da escala 6x1 de olho no segundo turno
-
Trump surpreende com anúncio de "cessar-fogo energético" entre Rússia e Ucrânia
-
Houthis do Iêmen atacam novamente o aeroporto de Riade
-
Freiburg vence Schalke e assume liderança do Campeonato Alemão
-
City deixa problemas extracampo de lado e atropela Liverpool em Anfield
-
Trump anuncia 'cessar-fogo energético' entre Rússia e Ucrânia
-
Corinthians anuncia Clarence Seedorf como novo técnico
-
Zverev avança às oitavas do Masters 1000 de Xangai; Shelton é eliminado
-
Lazio alcança Inter na liderança do Italiano; Como e Roma empatam sem gols
-
Zheng Qinwen conquista em Pequim seu primeiro título de WTA 1000
-
Max Verstappen vence GP de Singapura de F1 pela primeira vez
Trump adia ataques contra o Irã após conversas 'muito boas' com Teerã, que nega negociações
O presidente americano, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (23), que os Estados Unidos adiaram os ataques contra centrais de energia do Irã após "conversas muito boas" com Teerã para "uma resolução completa" da guerra, mas a imprensa estatal iraniana desmentiu qualquer negociação.
O anúncio surpreendeu após um fim de semana de troca de acusações entre os dois países. Em Teerã, no entanto, a imprensa estatal negou qualquer negociação com Washington.
"Não há conversações entre Teerã e Washington", afirmou a agência de notícias Mehr, que citou o Ministério das Relações Exteriores do Irã. As declarações são parte de uma tentativa "de reduzir os preços da energia", acrescentou.
As palavras de Trump provocaram uma queda de mais de 10% nos preços do petróleo e estimularam as Bolsas, que enfrentam um cenário de oscilação desde o início do conflito, há três semanas.
Em sua rede Truth Social, Trump explicou que, nos últimos dois dias, Estados Unidos e Irã "mantiveram conversas muito boas e produtivas sobre uma resolução completa e total de nossas hostilidades no Oriente Médio".
As conversas "continuarão ao longo da semana", afirmou Trump. Com base nos contatos, o presidente ordenou ao Pentágono que adie "qualquer ataque militar contra usinas de energia elétrica e infraestrutura energética iraniana por um período de cinco dias".
- Troca de ameaças -
O anúncio aconteceu poucas horas antes do fim do ultimato anunciado no sábado pelo próprio Trump, que ameaçou "aniquilar" as centrais elétricas do Irã se o país não reabrisse, em 48 horas, o Estreito de Ormuz.
A passagem marítima, por onde antes da guerra transitava 20% do comércio global de combustíveis, está fechada de fato desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.
Sem qualquer sinal de aceitar uma intimidação, Teerã ameaçou posicionar minas "nas vias de acesso e nas linhas de comunicação" no Golfo e atacar "todas as infraestruturas energéticas, de tecnologia da informação e de dessalinização de água pertencentes aos Estados Unidos" na região.
A imprensa estatal iraniana publicou listas de possíveis infraestruturas que seriam atacadas, como as usinas de Orot Rabin e Rutenberg, as duas principais centrais elétricas de Israel.
"Digam adeus à eletricidade!", afirma uma infografia da agência Mehr, com potenciais alvos na Arábia Saudita e em outros países vizinhos.
- Crise energética -
O diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, advertiu nesta segunda-feira que a guerra poderia provocar a pior crise energética mundial em décadas.
Segundo as estimativas da AIE, o mundo perdeu 11 milhões de barris de petróleo por dia desde o início do conflito, ou seja, mais do que o volume diário eliminado durante as duas crises do petróleo consecutivas na década de 1970.
O trânsito de mercadorias pelo Estreito de Ormuz registrou queda de 95%, segundo a empresa de análise Kpler. Apenas alguns cargueiros e petroleiros conseguiram cruzar a passagem nas últimas semanas.
"Nenhum país ficará imune aos efeitos desta crise se continuar avançando nesta direção", declarou Birol.
A China anunciou que limitará a alta do preço dos combustíveis e a Grécia passou a aplicar subsídios que podem chegar a 300 milhões de euros para combustíveis e fertilizantes.
A Suécia também informou que reduzirá temporariamente os impostos sobre a gasolina e o diesel a partir de 1º de maio, até o final de setembro.
- "Várias semanas de combates" -
A China, que até o início da guerra seguia um discurso de prudência, advertiu sobre o risco de uma situação "incontrolável". A Rússia defendeu uma "via política e diplomática".
Após o anúncio de Trump, a Rússia também informou sobre uma ligação entre seu ministro das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, e o homólogo iraniano, Abbas Araghchi.
A parte russa pediu um "fim imediato das hostilidades e uma solução política", explicou a diplomacia.
Em uma aparente contradição com as últimas declarações de seu aliado americano, Israel anunciou no domingo que se preparava para "várias semanas de combates contra o Irã e o Hezbollah", o grupo pró-iraniano no Líbano.
Na manhã de segunda-feira, o Exército israelense anunciou "uma ampla onda de ataques" contra Teerã. Segundo a agência iraniana Fars, os bombardeios atingiram o norte, o centro, o leste e o oeste da capital.
No início da tarde, novas explosões sacudiram a cidade, informou um jornalista da AFP, que não conseguiu apontar o local exato do impacto.
Durante a noite, também foram registrados ataques contra os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein e a Arábia Saudita.
Os países do Golfo são alvos de projéteis iranianos desde o início da guerra com o ataque israelense-americano que matou o guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
Em outro cenário do conflito, o comandante do Estado-Maior de Israel, o tenente-general Eyal Zamir, anunciou que planeja "intensificar as operações terrestres seletivas e os bombardeios" no Líbano para afastar o Hezbollah "da fronteira".
O presidente libanês, Joseph Aoun, denunciou um "prelúdio a uma invasão terrestre" de seu país, onde a guerra provocou mais de mil mortos e um milhão de deslocados.
burx-dla/hme/dbh/jvb/fp/aa
J.AbuShaban--SF-PST