-
Lautaro Martinez ficará afastado por cerca de um mês devido a lesão muscular
-
Professores e estudantes protestam na Argentina contra cortes nas universidades
-
Líder opositor da Guiana requisitado pelos EUA segue detido
-
Lisandro Martínez pede desculpas após criticar diretoria do Manchester United
-
Maduro e esposa se declaram inocentes de acusações de tortura em corte dos EUA
-
EUA sanciona banco cubano acusado de vínculos com entidade iraniana
-
Infantino se desculpa, mas é criticado por membros do Conselho Executivo da Fifa
-
CERN e Mistral se unem para desenvolver uma IA voltada à pesquisa científica
-
Houthis do Iêmen atacam sede do governo no sul do país
-
Brasileiro Rafael Câmara correrá pela Haas na Fórmula 1 a partir de 2027
-
Mulher que acusa Russell Brand de estupro diz que ator se comportou como "um monstro"
-
Califórnia submete à votação primeiro imposto aos bilionários nos EUA
-
Sob risco de fechamento, Casa da América Latina de Paris comemora seus 80 anos
-
Arábia Saudita acusa Irã de 'incentivar a escalada' dos houthis do Iêmen
-
Editor-chefe do veículo independente Novaya Gazeta é libertado na Rússia
-
Trump descarta transmissão de execução de condenado por massacre em base militar
-
Zelensky desafia Trump com mais ataques a refinarias russas
-
Editor-chefe do veículo independente Novaya Gazeta é detido na Rússia
-
Mexicano é detido com cobras e lagartos em aeroporto na Alemanha
-
Avanço de Flávio Bolsonaro preocupa guardiões da Amazônia
-
Câncer de Leão XIV abala seu papado
-
Desabamento de teto de escola mata 32 alunos e uma professora no Paquistão
-
IA, uma possível ferramenta para o clima para além de sua pegada de carbono
-
Novos confrontos entre manifestantes e policiais na capital da Albânia
-
ONU alerta para o aumento da pobreza após choque provocado pela guerra no Irã
-
Harry e Meghan fazem primeira aparição pública juntos desde retorno ao Reino Unido
-
Harry Meghan fazem primeira aparição pública juntos desde retorno ao Reino Unido
-
Papa Leão XIV passou 'bem a noite' no hospital, afirma o Vaticano
-
Musk afirma que Zelensky deve deixar o poder na Ucrânia
-
Desabamento de teto de escola mata 27 alunos e um professor no Paquistão
-
Senado aprova PEC do fim da escala 6x1
-
Palmeiras vence Fluminense (2-1) na ida das semifinais da Libertadores
-
Flamengo visita Estudiantes na ida das semifinais da Libertadores
-
Rússia usava gasodutos como "arma", afirma defesa no caso Nord Stream
-
Atlético-MG vence City Torque (3-0) na ida das semifinais da Sul-Americana
-
México pressiona redes sociais a remover conteúdo que incite à violência
-
OMP e Eastman mostram como acelerar a tomada de decisão no Gartner Supply Chain Planning Summit 2026
-
Secretário do Tesouro americano pede FMI mais forte contra 'políticas que geram distorções'
-
Ucrânia acusa EUA de ajudar Rússia enquanto Kiev sofre novos ataques
-
Com 6 a 0 sobre Fenerbahçe na Champions, Villa aplica sua maior goleada em torneios europeus
-
Com gol de Endrick, Real Madrid vence Roma de virada (4-3) na Champions
-
Costa Rica inaugura presídio inspirado na polêmica megaprisão de Bukele
-
Colômbia inaugura embaixada em Jerusalém e estreita laços com Israel
-
Bodo/Glimt volta a surpreender e vence Dortmund (1-0) na Champions
-
PSG vence Manchester City (4-2) fora de casa pela 2ª rodada da Champions
-
Fortalecido, Infantino encara seus críticos no conselho da Fifa
-
Inflação volta a subir nos EUA em setembro, a dois meses das legislativas
-
Governo dos EUA recorrerá de decisão que dá acesso à CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca
-
Conselho de Segurança da ONU renova embargo de armas ao Haiti
-
'Um leão ferido é perigoso', diz Seedorf ao assumir o Corinthians
Senado americano rejeita impor limites aos poderes de Trump em guerra contra Irã
O Senado dos Estados Unidos rejeitou nesta quarta-feira (4) uma resolução para limitar os poderes do presidente Donald Trump na guerra com o Irã, graças ao respaldo majoritário dos republicanos à ofensiva lançada junto com Israel.
A iniciativa foi rejeitada com uma votação de 53 a 47. O democrata John Fetterman, que apoia a guerra, votou contra, enquanto o republicano Rand Paul foi o único integrante de seu partido a apoiá-la.
A votação ocorreu no quinto dia de um conflito em rápida expansão regional, no qual já morreram o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e vários nomes do alto escalão em Teerã, assim como soldados americanos.
A resolução bipartidária, apresentada por Paul e o democrata Tim Kaine, exigia a retirada das forças americanas das hostilidades contra o Irã, a menos que o Congresso autorizasse a campanha.
Os democratas argumentaram que Trump passou por cima do Congresso de maneira inconstitucional quando ordenou o ataque aéreo em Teerã e garantiram que a administração mudou diversas vezes suas justificativas da guerra.
"Nessa sala não foi apresentada nenhuma prova [...] que sugerisse que os Estados Unidos enfrentavam uma ameaça iminente por parte do Irã", declarou Kaine à AFP, após uma sessão informativa reservada na terça-feira com integrantes do governo.
A resolução buscava afirmar a autoridade do Congresso diante de um presidente que ampliou o controle do Poder Executivo sobre o Legislativo desde que retornou à Casa Branca em janeiro de 2025.
No centro do debate sobre a legalidade da ofensiva ordenada por Trump estava a questão da "ameaça iminente".
Isso porque, embora o Congresso seja o único habilitado pela Constituição a declarar guerra, uma lei de 1973 permite ao presidente iniciar uma intervenção militar limitada para responder a uma situação de emergência criada por um ataque contra os Estados Unidos.
No vídeo em que anunciou a operação no sábado, o mandatário republicano ressaltou uma ameaça "iminente", segundo ele, representada pelo Irã.
O debate no Congresso sobre a autoridade de Trump para declarar a guerra reflete uma inquietação mais ampla no Capitólio sobre o alcance e a duração da campanha militar.
Autoridades governamentais disseram a membros do Congresso em depoimentos confidenciais esta semana que a operação pode durar semanas e exigir financiamento adicional do Congresso.
Políticos de ambos os partidos afirmam que o Pentágono poderia solicitar em breve recursos de emergência para repor as reservas de armas e sustentar a operação.
Os democratas reconheciam as poucas probabilidades de aprovação da resolução, mas indicaram que era essencial obrigar os legisladores a assumirem uma posição pública sobre a guerra.
M.AbuKhalil--SF-PST