-
ChatGPT terá anúncios a partir de 24 de agosto em 30 países europeus
-
Mães do sul da África suplicam por seus filhos na guerra da Rússia
-
Irã ameça países do Golfo que ajudam o Exército dos Estados Unidos
-
China acelera indústria de robôs humanoides; ações da Unitree disparam em estreia na Bolsa
-
Proprietário de casa cercada por colonos israelenses na Cisjordânia pede ajuda aos Estados Unidos
-
Tenista australiano Nick Kyrgios é suspenso pelo consumo de cocaína
-
Coreia do Sul encurta exercícios militares com EUA após crítica de Trump
-
Incêndio em hotel de Calcutá deixa nove mortos
-
Palmeiras tem prova de fogo em Assunção contra o Cerro Porteño na Libertadores
-
Com tudo em aberto, Flamengo recebe Cruzeiro no jogo de volta das oitavas da Libertadores
-
Libéria vai receber até 1,2 mil deportados dos EUA
-
Sabalenka atropela Wang e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Fluminense vence Independiente Rivadavia nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores
-
Turquia nega denúncia israelense sobre envio de tropas à Síria
-
Medvedev é surpreendido por Nakashima em Cincinnati; João Fonseca sente incômodo e desiste
-
Angelique Kidjo é primeira cantora africana imortalizada na Calçada da Fama
-
Trump descarta diálogo com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Condição renal de Maradona deveria ter servido como sinal de alerta, diz médico, em depoimento
-
Nasa revela imagens de cratera deixada por foguete da SpaceX na Lua
-
Nakashima elimina Medvedev e vai às oitavas em Cincinnati
-
Lyon empata com Fenerbahçe (1-1) na ida do playoff de acesso à Champions
-
Musiala admite 'disfunção neurológica' após sofrer novo desmaio
-
Promotoria acusa Meta de viciar adolescentes
-
Sophie Adenot é primeira francesa a fazer caminhada fora da ISS
-
Infantino apertou o 'botão de autodestruição', diz chefe da Premier League
-
Terremoto na Colômbia causou prejuízo de US$ 9,6 bilhões
-
Taxas de crédito de longo prazo nos EUA atingem nível mais alto desde 2007 e custo do endividamento preocupa
-
Diplomata equatoriana entra na disputa pela secretaria-geral da ONU
-
Meia belga Axel Witsel assina com o Nice
-
Simeone quer "construir uma equipe" em torno de Julián Álvarez
-
Estudo mostra como punhado de espécies de árvores impulsiona recuperação da Amazônia
-
Corinthians anuncia renovação de Memphis Depay até julho de 2028
-
Novo tremor em Granada, na Espanha, deixa 3 feridos e leva a fechamento de Alhambra
-
Venus Williams e Sloane Stephens estão entre as convidadas para o US Open
-
Tottenham empresta goleiro Guglielmo Vicario à Juventus
-
Promotoria acusa a Meta de viciar adolescentes
-
Forlán fará estreia como técnico do Uruguai contra o Japão, em setembro
-
Barcelona dá grande golpe no mercado com a contratação de Rodri
-
EUA sanciona a presidente do TPI, a japonesa Tomoko Akane
-
Trump nega diálogo previsto com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Primárias nos EUA colocam à prova esperanças dos democratas em reduto trumpista
-
Barcelona anuncia oficialmente a contratação de Rodri até 2030
-
Santos não terá Neymar e Gabigol contra o Macará pela Sul-Americana
-
Ataque israelense deixa ao menos 6 mortos na Cidade de Gaza
-
Trump e Carney conversam antes da imposição de novas tarifas americanas sobre o Canadá
-
Piloto tailandês Alex Albon renova com a Williams para 2027
-
Presidente libanês irá a Roma para abordar futuro da força da ONU
-
Morte de Jason Arday reacende debate sobre diversidade em universidades britânicas
-
Agência da ONU diz ter encontrado 'toneladas de material nuclear' na Síria
-
Premiê britânico admite ter sido enganado por falsa colaboradora de Trump
Irã promete resposta 'feroz' a qualquer ataque dos EUA
O Irã advertiu na segunda-feira (23) que qualquer ataque dos Estados Unidos, ainda que limitado, provocaria uma resposta "feroz", depois que Donald Trump levantou essa possibilidade, dias antes de novos contatos diplomáticos entre os dois países.
O presidente dos Estados Unidos, que pressiona o Irã para um acordo que inclua o tema nuclear, enviou um amplo destacamento naval e aéreo ao Oriente Médio, mas sem fechar a via diplomática.
"Não existe ataque limitado. Um ato de agressão será considerado um ato de agressão. Ponto final", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghai, em coletiva de imprensa em Teerã.
Respondeu assim ao ser questionado sobre as declarações de Trump, que disse na sexta-feira que estava considerando um ataque limitado contra o Irã se as negociações fracassarem.
"Qualquer Estado reagiria ferozmente a um ato de agressão em virtude de seu direito inerente à legítima defesa, e é justamente isso o que faremos", ressaltou Baghai.
- 'Fácil de ganhar' -
Em Genebra, o vice-chanceler iraniano Kazem Gharibabadi alertou na segunda-feira para o risco de uma "escalada" regional e conclamou "todos os países comprometidos com a paz e a justiça a tomar medidas significativas" para evitá-la.
Por sua vez, o embaixador chinês na ONU em Genebra, Shen Jian, urgiu que "se evite empurrar a questão nuclear iraniana para a confrontação".
Por "cautela", os Estados Unidos ordenaram a evacuação de pessoal não essencial de sua embaixada em Beirute, enquanto o movimento libanês pró-Irã Hezbollah anunciou que não permaneceria neutro caso Washington atacasse.
Nesta segunda-feira, Trump desmentiu informações que circularam na imprensa de que o chefe do Estado-Maior americano, o general Dan Caine, o teria alertado contra uma intervenção militar em larga escala no Irã.
Em sua rede Truth Social, o presidente afirmou que Caine "preferiria não ver uma guerra, mas, se for tomada a decisão de intervir militarmente contra o Irã, acredita que seria fácil vencer".
Neste clima de tensão, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou na segunda que Israel se mantém "vigilante e preparado para qualquer cenário".
Na última quinta-feira, Trump disse que esperaria de "dez a quinze dias" para decidir sobre o eventual uso da força contra Teerã.
- Terceira rodada na 5ª feira -
Os Estados Unidos e o Irã realizarão na quinta-feira, em Genebra, novas conversas indiretas sob mediação de Omã, após as duas sessões realizadas desde o início de fevereiro, confirmaram os três países nesta segunda.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou no domingo que existem "boas possibilidades de alcançar uma solução diplomática em que todos saiam ganhando".
Araghchi disse que espera entregar em breve "uma primeira versão" do texto à equipe americana, liderada pelo enviado especial Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner.
As conversas anteriores entre ambos os países se viram interrompidas em junho de 2025 pela guerra desencadeada por Israel contra o Irã, na qual Washington interveio bombardeando instalações nucleares da República Islâmica.
Trump assegurou à época que havia "aniquilado" o programa nuclear iraniano nesses bombardeios, embora o alcance exato dos danos continue sendo desconhecido.
Os países ocidentais temem que Teerã busque desenvolver armamento nuclear, enquanto o Irã insiste em que apenas deseja desenvolver um programa nuclear civil.
- Novas manifestações -
A tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a crescer em consequência da violenta repressão, em janeiro, contra um amplo movimento de protesto antigovernamental no Irã, o que levou Trump a prometer "ajudar" o povo iraniano.
Nos últimos dias, foram organizados vários protestos contra o poder em algumas cidades.
Nesta segunda-feira, vídeos divulgados nas redes sociais e verificados pela AFP mostravam grupos de estudantes em uma universidade de Teerã queimando a bandeira da República Islâmica, adotada após a Revolução de 1979 que derrubou a monarquia.
F.Qawasmeh--SF-PST