-
Tripulação internacional decola rumo à ISS
-
Hollywood acusa IA chinesa Seedance de infração em larga escala dos direitos autorais
-
Jornalista guatemalteco que investigava casos de corrupção deixa a prisão
-
Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde a revolta de 2024
-
Escritor holandês Cees Nooteboom morre aos 92 anos
-
Designer da Hello Kitty deixa o cargo após quatro décadas
-
Partido Nacionalista de Bangladesh reivindica vitória eleitoral; islamistas contestam
-
Japão apreende barco pesqueiro chinês e detém seu capitão
-
Manifestante iraniano acusado de matar policial corre risco de ser executado (ONG)
-
Presidente interina da Venezuela promete organizar eleições livres
-
México envia ajuda humanitária para Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Bloqueio energético dos EUA asfixia turismo em Cuba
-
Arsenal empata com Brentford e vantagem na liderança cai para 4 pontos
-
Atlético de Madrid goleia Barcelona (4-0) e fica perto da final da Copa do Rei
-
Juiz ordena que governo autorize retorno para os EUA de venezuelanos deportados para El Salvador
-
Venezuela adia aprovação de histórica lei de anistia
-
Ucrânia acusa Rússia de campanha de desinformação sobre seus atletas
-
Atlético-MG anuncia demissão de Jorge Sampaoli
-
Imagens de iranianas sem véu exibidas pela TV estatal incomodam críticos
-
Thomas Partey, ex-Arsenal, recebe nova acusação de estupro
-
Governo Trump encerra operação contra imigrantes em Minnesota
-
'Fórmula E com esteroides', diz Verstappen sobre novos carros da F1
-
Ucraniano do skeleton recorre contra desclassificação olímpica no TAS
-
Polícia prende nove suspeitos de fraude milionária em ingressos do Louvre
-
Alpine seguirá na F1, mas deixará Mundial de Endurance no final do ano
-
México envia ajuda humanitária a Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Governo Trump encerra operação especial contra imigrantes em Minnesota
-
Iga Swiatek cai nas quartas de final do WTA 1000 de Doha
-
Desmatamento na Amazônia Legal segue em declínio
-
Mbappé não treina e é dúvida no Real Madrid contra Real Sociedad
-
Cresce conflito por portos do Canal do Panamá, Hutchison ameaça Maersk
-
Índia aprova compra de caças Rafale franceses
-
Enviado especial de Trump a Minneapolis anuncia fim de operação especial contra imigrantes irregulares
-
Lucas Pinheiro Braathen quer deixar sua marca dentro e fora das pistas de esqui
-
Muitos familiares de jihadistas desapareceram do campo sírio de Al-Hol
-
Operação policial busca desmantelar rede de fraude em ingressos do Louvre
-
Uefa se distancia da Fifa e não cogita readmissão da Rússia
-
Dono do Manchester United lamenta 'escolha de palavras' em declaração contra imigração
-
WhatsApp e Telegram enfrentam bloqueios e restrições na Rússia
-
Processo de Trump contra BBC por US$ 10 bilhões será julgado em fevereiro de 2027
-
Emissões chinesas de CO2 ficaram estáveis ou em leve queda em 2025, aponta análise
-
Preço dos ingressos para Copa do Mundo 2026 dispara no site de revenda da Fifa
-
Pedidos de casamento cinematográficos conquistam a cidade do amor
-
Thomas Tuchel renova contrato com seleção inglesa até Eurocopa 2028
-
Festival de Berlim inicia edição que busca defender a 'liberdade artística'
-
'Escolas deveriam ser seguras': canadenses lamentam vítimas de ataque a tiros
-
Bangladesh comparece às urnas um ano após revolta popular
-
Governo Trump se prepara para revogar texto-base das normas climáticas dos EUA
-
Venezuela antecipa aprovação de histórica lei de anistia
-
Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra
Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde a revolta de 2024
O Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP) obteve uma grande vitória nas primeiras eleições no país desde a violenta revolta popular de 2024, o que deixa seu líder, Tarique Rahman, a um passo de assumir o cargo de primeiro-ministro, segundo os resultados oficiais divulgados nesta sexta-feira.
O primeiro secretário da Comissão Eleitoral, Akhtar Ahmed, informou que o BNP venceu 212 das 300 cadeiras em disputa, contra 77 da coalizão liderada pelos islamistas do Jamaat-e-Islami.
Este último afirmou que tinha "sérias dúvidas sobre a integridade do processo de apuração".
O país do sul da Ásia, com 170 milhões de habitantes, votou na quinta-feira (12) para definir um novo Parlamento e deixar para trás os 15 anos de governo linha dura da ex-primeira-ministra Sheikh Hasina, derrubada em 2024 por uma revolta popular liderada por jovens da geração Z, um movimento duramente reprimido.
Os eleitores aprovaram ainda, com 60,26% de votos favoráveis, um pacote de reformas institucionais submetido a referendo, de modo paralelo às legislativas, anunciou Akhtar Ahmed.
A carta, assinada pela maioria dos partidos políticos em outubro, tem por objetivo impedir o retorno de um regime autocrático em Bangladesh. O pacote limita a dois o número de mandatos do primeiro-ministro e prevê a criação de uma Câmara Alta, além do aumento dos poderes do presidente.
A carta precisa, no entanto, ser aprovada pelo novo Parlamento para entrar em vigor.
- Islamistas protestam -
Antes do anúncio formal dos resultados eleitorais, a embaixada dos Estados Unidos em Daca felicitou rapidamente Rahman e o BNP por sua "vitória histórica", enquanto a vizinha Índia elogiou seu triunfo "decisivo", apesar das relações turbulentas recentes com Bangladesh.
Durante a noite, os canais de televisão locais projetaram que o BNP havia superado a barreira de 150 cadeiras para garantir maioria no Parlamento. As estimativas apontavam que a legenda deveria obter mais de dois terços dos deputados.
O líder do BNP, Ruhul Kabir Rizvi, reiterou em um comunicado que o partido obteve uma "vitória esmagadora".
Rahman declarou à AFP dois dias antes da votação que estava "confiante" no resultado do BNP e disse que o partido, marginalizado durante o governo de Hasina, recuperaria o poder.
O líder do Jamaat, Shafiqur Rahman, de 67 anos, fez uma campanha baseada na justiça e no fim da corrupção.
Seu partido afirmou que "não estava satisfeito com o processo dos resultados eleitorais". A legenda alegou que registrou "inconsistências e erros nos anúncios de resultados não oficiais",mas não apresentou evidências.
O chefe de Governo interino do país, Muhammad Yunus, destacou em mensagem à nação a importância da votação. O vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2006, de 85 anos, lidera o país desde o fim do governo de Hasina.
A ex-primeira-ministra, de 78 anos, foi condenada à morte à revelia por crimes contra a humanidade devido à violenta repressão das manifestações. Ela está na Índia, de onde denunciou eleições "ilegais".
K.AbuDahab--SF-PST