-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
-
Ataque com espada em escola na Suécia deixa ao menos três feridos
-
Russel faz a pole da corrida sprint do GP dos Países Baixos; Bortoletto é 9º
-
Leandro Paredes é punido pela Fifa com 10 jogos de suspensão por incidentes na final da Copa
-
Presidente da Bolívia destitui ministro da Economia após censura do Congresso
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos cinco mortos na Ucrânia
-
Príncipe Harry e outros famosos terão que pagar quase R$ 67 milhões ao Daily Mail
-
Bayern sabia do problema de Musiala 'há algum tempo', revela Kompany
-
Pressionado pelas eleições, Trump reduz tarifas sobre a carne
-
Número 1 do mundo, Jannik Sinner desiste do US Open devido a lesão
-
Dois mexicanos são detidos em operação contra laboratório de drogas na África do Sul
-
Príncipe Harry e celebridades deverão pagar £ 9,5 mi ao Daily Mail
-
Meghan enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado
-
Gamescom 2026 celebra nova edição do aguardado 'GTA VI' na Alemanha
-
Trump promete 'era de ouro' das viagens espaciais
-
Presidente do Irã quer fim da guerra enquanto país está em 'posição de força'
-
Capitão indiano detido em Londres por transportar petróleo russo é 'bode expiatório', diz esposa
-
Antonelli (Mercedes) lidera o único treino livre em Zandvoort
-
Epidemia de ebola na RD Congo avança de 'forma exponencial', diz ONU
-
Bandar Abbas, o polo comercial iraniano às margens de Ormuz e na linha de frente da guerra
-
Harry e William, uma reconciliação que parece improvável a curto prazo
-
EUA e Coreia do Sul concluem exercícios militares
-
Imprensa britânica afirma que Tottenham contratou o brasileiro Savinho
-
ONU tem nova 'votação indicativa' para o cargo de secretário-geral
-
Hong Kong condena ativistas pró-democracia por 'incitação à subversão'
-
No retorno de Memphis, Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
LDU elimina Mirassol nos pênaltis e vai enfrentar o Palmeiras nas quartas da Libertadores
-
Miguel Borja, ex-Palmeiras e Grêmio, é anunciado pelo América de México
-
Rybakina desiste do WTA 1000 de Cincinnati e não será número 1 do mundo
-
Torcedores alemães preparam campanha de protestos contra o VAR
-
'Ouvi dizer que sentiram minha falta', diz Melania Trump ao reaparecer depois de um mês
-
Milhares de pessoas protestam na Argentina por endividamento dos lares
-
Fórmula 1 retorna das férias de verão no GP dos Países Baixos
-
Ex-candidato presidencial venezuelano impulsiona pacto nacional seguindo linha traçada por EUA
-
EUA e Canadá retomam diálogo para concluir acordo comercial
-
Pegula vence Anisimova e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Líder curdo diz que processo de integração com o Estado sírio foi concluído
-
Inter anuncia contratação do atacante paraguaio Antonio Sanabria
-
Ronaldinho retorna ao futebol na 3ª divisão italiana em busca do gol 300
-
Amazon Prime Video anuncia investimento bilionário em produções latino-americanas
-
Coalizão mundial de torcedores pede saída de Infantino da Fifa
-
EUA realiza operações militares contra tráfico de drogas no norte do Equador
-
EUA anuncia novas sanções contra Cuba
-
Carlos Alcaraz anuncia retorno às quadras 10 dias antes do US Open
Estados Unidos, Rússia e Ucrânia se reunirão novamente em Abu Dhabi na próxima semana
Ucrânia, Rússia e Estados Unidos concluíram negociações trilaterais em Abu Dhabi neste sábado (24), descritas como "construtivas" pelo presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, e continuarão o diálogo na próxima semana.
Estas são as primeiras negociações diretas conhecidas entre Moscou e Kiev sobre o plano proposto pelos EUA para pôr fim ao conflito, que deixou dezenas de milhares de mortos desde 2022.
Em uma mensagem na rede X, Zelensky disse que "muitas coisas foram discutidas e é importante que as conversas tenham sido construtivas".
Elas serão retomadas em Abu Dhabi em 1º de fevereiro, indicou um funcionário americano.
Outro funcionário americano classificou as reuniões como um "passo importante" e "uma confirmação de que, em primeiro lugar, muito progresso foi feito até o momento".
No entanto, muitos moradores de Kiev perderam a esperança, como Anastasia Tolkachev.
"Eu nem quero falar sobre isso" depois de passar uma noite em uma garagem subterrânea em Kiev, disse ela à AFP.
"Toda vez é como voltar à estaca zero, negociações, negociações. Eles simplesmente dizem que está tudo bem, que, mais uma vez, nada foi acordado e que ainda haverá bombas", declarou.
- "Terror russo" -
Na véspera do segundo dia de negociações, em Kiev e arredores, uma pessoa morreu em um ataque a uma loja, oito ficaram feridas na região e outras 27 sofreram ferimentos em um bombardeio em Kharkiv (nordeste), que atingiu uma maternidade e prédios residenciais, segundo as autoridades locais.
"Para os ucranianos, foi mais uma noite de terror russo", declarou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sibiga.
O governador da região de Kherson (sul), Vladimir Saldo, nomeado por Moscou, acusou Kiev de matar três pessoas em um ataque a uma ambulância nesse território ocupado pelas forças russas.
A Rússia, que alega estar bombardeando apenas alvos militares, atacou a Ucrânia com mais de 370 drones e 27 mísseis na noite de sexta-feira, segundo as autoridades ucranianas. Os alvos foram as regiões da capital, Chernihiv (norte), Sumy e Kharkiv (nordeste).
Jornalistas da AFP viram moradores correndo para se abrigar em bunkers em Kiev enquanto explosões iluminavam o céu da capital e ouviram novos alertas de ataques aéreos na manhã deste sábado.
Irina Beregova, uma economista de 48 anos de Kiev, não tem "nenhuma esperança" nessas negociações após mais uma noite em claro.
"Parece que eles simplesmente querem que a Ucrânia deixe de existir. Mas nós somos pessoas, queremos viver", disse ela à AFP.
Bombardeios noturnos deixaram mais de um milhão de pessoas sem energia elétrica em Kiev e na região de Chernihiv, afirmou Oleksii Kuleba, vice-ministro da Reconstrução da Ucrânia, em meio a temperaturas que caem abaixo de -10°C diariamente.
- Sem os europeus -
As negociações para pôr fim à guerra desencadeada pela invasão russa em larga escala em fevereiro de 2022 estão paralisadas devido à espinhosa questão territorial.
O Kremlin reiterou na sexta-feira que Kiev deve retirar suas tropas da região industrial e de mineração do leste da Ucrânia, em grande parte controlada por Moscou.
Na linha de frente, as tropas ucranianas vêm recuando há quase dois anos diante de um adversário maior e melhor armado.
Kiev depende fortemente do apoio financeiro e militar ocidental.
Zelensky afirmou ter garantido um acordo com seu homólogo americano, Donald Trump, sobre garantias de segurança para a Ucrânia, que ainda está sendo finalizado, durante uma reunião à margem do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, na quinta-feira.
Segundo Zelensky, os americanos levantaram em Abu Dhabi a questão das condições de segurança para o fim da guerra.
As negociações acontecem longe da Europa e sem a participação dos países da União Europeia, que temem que Washington pressione Kiev a aceitar um acordo considerado muito favorável a Moscou.
J.Saleh--SF-PST