-
Escudo das Américas propõe 'medidas coletivas' contra grupos criminosos
-
Maradona teve morte súbita e covid-19 pode ter sido causa, diz testemunha em julgamento
-
Trump se mostra favorável a proibição da exportação de diesel americano
-
Houthis acusam Arábia Saudita de ataques e rei os chama de 'milícia terrorista'
-
Mbappé não participa de treino da seleção francesa devido a gripe
-
Colômbia e Peru agradecem na ONU criação do Escudo das Américas
-
Kast critica ONU por não estar "à altura dos desafios dos nossos tempos"
-
Frente à 'lei da selva', Macron pede que mundo se mantenha 'firme junto à ONU'
-
Senador pede investigação de casamento de Trump Jr., financiado por oligarca russo
-
Irã endureceu condições apresentadas aos EUA para encerrar a guerra, diz Guarda Revolucionária
-
Tufão Dujuan deixa sete mortos e 58.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
Anthropic lança nova versão de Claude em meio a debate sobre a IA
-
Na ONU, Trump ameaça Irã e relembra América Latina do poderio militar dos EUA
-
Atriz Hayden Panettiere morreu por mistura de fentanil e outras substâncias, segundo autoridades
-
UE renova sanções contra Moscou, mas concorda em isentar dois oligarcas russos
-
Presidente da LaLiga responde a críticas do Real Madrid contra arbitragem
-
Cuba critica Trump após ele afirmar na ONU que a ilha 'cairá'
-
Trump rejeita regulamentação internacional da IA
-
Valverde sofre entorse no tornozelo e está fora dos amistosos do Uruguai
-
Flávio Bolsonaro cresce nas pesquisas, apesar de investigado no escândalo do Banco Master
-
Deserto do Atacama floresce após chuvas intensas provocadas pelo El Niño
-
Lula promete na ONU combater 'inimigos da democracia' a duas semanas das eleições
-
Irã endureceu condições para fim da guerra com EUA, diz porta-voz da Guarda Revolucionária
-
'Fui artilheiro nas grandes competições', diz Mbappé em 'campanha' pela Bola de Ouro
-
Houthis acusam Riade de ataques e são chamados de 'milícia terrorista' por rei saudita
-
Isack Hadjar voltará a correr no GP do Azerbaijão de F1
-
Gonzalo Plata, do Flamengo, é cortado da seleção do Equador por lesão
-
Gucci, Fendi e nova Moschino protagonizam a Semana de Moda de Milão
-
Furacão Polo atinge categoria máxima no Pacífico mexicano
-
Rodeo I, a prisão venezuelana 'para te deixar louco'
-
China e EUA buscam 'telefone vermelho' diante dos riscos da IA
-
Trump chega à Assembleia Geral da ONU atolado na guerra com o Irã
-
As acusações chocantes no livro do irmão da princesa Diana
-
Apesar da força militar, Arábia Saudita não consegue derrotar os houthis
-
UE prossegue sem acordo sobre retirada de dois oligarcas russos da lista de sanções
-
Ciclista afegã que se disfarçava de homem para treinar conquista medalha de prata nos Jogos Asiáticos
-
Chinesa de 6 anos estabelece recorde mundial na resolução de cubo mágico
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot são leiolados em Paris
-
Estêvão quer viver cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Furacão Polo atinge categoria 4 no Pacífico mexicano
-
Estêvão viverá cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Tufão Dujuan deixa quatro mortos e 45.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
UE não consegue acordo para suspender sanções contra oligarcas russos; negociações continuarão
-
Reino Unido vai apoiar Arábia Saudita contra houthis (imprensa)
-
Incêndio em joia do turismo colombiano é parcialmente controlado
-
"Ainda estou com a bala aqui dentro", relata imigrante detido pelo ICE nos EUA
-
EUA mobiliza aliados no Ártico
-
Venezuelano ferido pelo ICE no Texas está detido com bala no corpo, denuncia advogada
-
Filme argentino 'El Tren Fluvial' é uma viagem iniciática de dor e aventura
-
João Fonseca anuncia pausa após lesões
Rússia diz que vai considerar como alvo toda presença militar ocidental na Ucrânia
A Rússia criticou, nesta quinta-feira (8), o plano europeu de garantias de segurança para a Ucrânia e advertiu que vai considerar como "alvo legítimo" toda presença militar ocidental no país.
A reação de Moscou esfria as esperanças de que a iniciativa possa aproximar o fim do conflito mais mortal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, que dura quase quatro anos.
A Rússia continua bombardeando a Ucrânia, mirando em particular em infraestruturas de energia do país. Mais de meio milhão de famílias ficaram sem água e calefação nesta quinta-feira em meio a temperaturas congelantes, após ataques noturnos com drones.
"As novas declarações militaristas da chamada Coalizão dos Voluntários e do regime de Kiev constituem juntos um genuíno 'eixo da guerra'", declarou, nesta quinta, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.
Os membros da Coalizão dos Voluntários se comprometeram, na terça-feira, durante uma reunião em Paris, a aportar garantias "robustas" de segurança para Kiev, incluindo a mobilização de uma "força multinacional" apoiada pelos Estados Unidos, em caso de trégua.
Não foram dados detalhes sobre esta força, embora França, Reino Unido e Espanha tenham expressado sua disposição em enviar tropas para esta missão.
"Todas estas unidades e instalações serão consideradas alvos legítimos para as forças armadas russas. Estas advertências têm sido feitas repetidamente no mais alto nível e seguem sendo válidas", declarou Zakharova.
A Rússia advertiu em várias ocasiões que qualquer mobilização militar ocidental na Ucrânia constitui uma linha vermelha.
Os Estados Unidos não assinaram a declaração. No entanto, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, informou, nesta quinta-feira, que o documento está "praticamente pronto" para ser apresentado ao presidente americano, Donald Trump, para sua aprovação.
- Mais de um milhão de famílias sem luz e água -
No terreno, os ataques russos na Ucrânia durante a noite deixaram mais de um milhão de famílias sem água e calefação na região de Dnipropetrovsk, no centro do país, segundo as autoridades.
Assim como nos invernos anteriores, a Rússia intensificou seus ataques às instalações de energia da Ucrânia, o que Kiev e seus aliados qualificam como estratégia deliberada contra a população civil.
A infraestrutura energética crítica de Dnipropetrovsk sofreu danos durante o ataque, segundo o governador da região, Vladyslav Gaivanenko.
"A situação é difícil", mas quando a segurança permitir, o serviço será restabelecido, publicou Gaivanenko na plataforma Telegram.
A força aérea ucraniana deu conta de ataques russos com 97 drones. Setenta foram derrubados pelo sistema de defesa aérea, mas 27 atingiram vários lugares, acrescentou.
Desde que Washington apresentou, no fim de novembro, um plano para pôr fim ao conflito, os esforços neste sentido por parte da Rússia e da Ucrânia se intensificaram, sobretudo entre Kiev e seus aliados ocidentais.
A Rússia segue exigindo que as forças ucranianas se retirem de 20% da região de Donetsk que ainda controlam, e que a Ucrânia se comprometa juridicamente a não entrar na Otan.
No fim de dezembro, o presidente russo, Vladimir Putin, assegurou que alcançaria seus objetivos, seja pela via diplomática ou pela força.
No terreno, as tropas russas - mais numerosas e melhor equipadas - seguem avançando. O Ministério da Defesa russo anunciou, nesta quinta-feira, a tomada da cidade de Bratske, no sul da região de Dnipropetrovsk.
J.AbuHassan--SF-PST