-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
-
Nadador japonês de 17 anos bate recorde mundial dos 200m peito
-
Equador perde para Coreia do Sul na estreia de Gallardo
-
Deus e IA: o Vaticano se convida à mesa dos gigantes da tecnologia
-
Documentário israelense 'NAZA' estará disponível gratuitamente online
-
Amistosos da Seleção serão 'boa oportunidade' para os jovens, diz Ancelotti
-
Trump recebe Xi com todas as honras e garante que China também não quer barreiras à IA
-
Papa defende prevenção à mudança climática por 'justiça' social
-
مشاورات في نيويورك لإطلاق منصة خيرية تدعم أجندة أفريقيا 2063
-
مذكرة لم تنشر تكشف انقساماً أميركياً بشأن المستوطنات وإسرائيل
-
الحرس الوطني الإماراتي يختتم حملة الاستقطاب في مجالس الإمارات
-
دراسة تتوقع ما يصل إلى 451 ألف وفاة إضافية بسبب نينيو قوية
-
حسن الشافعي يقاضي موقعاً ربط اسمه خطأ بقضية مخدرات
-
خبراء الإمارات للذكاء الاصطناعي شريك معرفة لقمة الحوسبة الكمية
-
العين تعزز موقعها الاستثماري في الصناعة والزراعة والتكنولوجيا
-
تنسيق اتحادي ومحلي لتعزيز حماية الأمن الاقتصادي في دبي
-
سوفت بنك تجمع 11.1 مليار دولار بالسندات لتمويل توسعها في الذكاء الاصطناعي
-
الإمارات تعتمد أول معيار COPC حكومي لتجربة المتعامل
-
الأبيض يواجه اليمن بصفوف مكتملة في بداية مشواره الخليجي
-
الذهب يستقر عند 4285 دولاراً وسط ترقب مسار الفائدة الأميركية
-
عائشة المطيوعي تحول إنجازات رفعات القوة إلى مسار رياضي ملهم
-
ارتفاع كلفة الترفيه يدفع مزيداً من الأميركيين إلى البقاء في المنازل
-
الولايات المتحدة تعيد إلى سوريا 36 قطعة أثرية مسروقة
-
اتحاد الكرة الإماراتي يطالب الأبيض بالتدرج والتركيز في خليجي 27
-
عبدالله بن زايد يبحث التعاون والأمن الإقليمي مع مسؤولين دوليين في نيويورك
-
سانشيز يحذر من اليمين المتطرف ويدعو إلى إصلاح واسع للأمم المتحدة
-
شحنات صينية مزدوجة الاستخدام إلى إيران تثير مطالب أميركية بالضغط على بكين
-
منتخب اليمن يدخل خليجي 27 بطموح رياضي تحت ضغط الحرب
-
اختراق نموذج ذكاء اصطناعي موقعاً حكومياً يدفع أستراليا إلى مراجعة عاجلة
-
شهيدان وتسعة مصابين في غارة وإطلاق نار بمناطق من قطاع غزة
-
أسكوم تتحول إلى ربح 206.2 مليون جنيه في النصف الأول
-
ذهب عيار 21 يستقر عند 6225 جنيهاً في مصر قبل قرار الفائدة
-
استقرار نسبي للخضر والفاكهة في سوق العبور مع تحركات محدودة
-
تباين أسعار الأسماك في سوق العبور وارتفاع البلطي والمكرونة السويسي
-
هبوط الين قرب 160 للدولار يعيد احتمالات التدخل الياباني
-
مصر توسع مبادرة خفض الأسعار بإضافة 18 سلعة جديدة
-
مطالب بتنفيذ قرار قضائي للإفراج عن معتقل فلسطيني في الضفة
-
تهديدات تدمير مدينة غزة تعكس تصعيداً انتخابياً وميدانياً
-
غزة شديدة التعرض لتداعيات أي تصعيد اقتصادي في الإقليم
-
إحراق مركبتين وكتابة شعارات عنصرية في عطارة شمال رام الله
-
اقتحامات واعتقالات إسرائيلية تمتد عبر محافظات الضفة الغربية
-
السعودية تدعو إلى تنفيذ خطة غزة وتؤكد مركزية الدولة الفلسطينية
-
جامع جديد شمال الرياض يحمل اسم الملك عبد العزيز على مساحة 88 ألف متر
-
مسودة أميركية غير منشورة تكشف خلافاً داخل إدارة ترامب بشأن المستوطنات
França prepara instauração do serviço militar voluntário
O presidente francês, Emmanuel Macron, deve anunciar, na próxima quinta-feira, a instauração de um serviço militar voluntário na França, seguindo o exemplo de outros países europeus diante da crescente ameaça que veem na Rússia e as dúvidas sobre seu aliado americano.
O anúncio surge após a polêmica gerada pelo chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Fabien Mandon, que na semana passada apelou aos franceses para que "aceitassem perder os seus filhos" em caso de conflitos na Europa.
O presidente garantiu que suas palavras foram tiradas do contexto: "É realmente necessário eliminar imediatamente qualquer ideia confusa que consistiria em dizer que vamos enviar nossos jovens para a Ucrânia", esclareceu Macron nesta terça-feira (25) em declarações à rádio RTL.
A França suspendeu o serviço militar obrigatório em 1997, durante a Presidência do conservador Jacques Chirac, mas Macron defende "um novo quadro para servir" nas Forças Armadas e "reforçar o pacto exército-nação".
O presidente de centro-direita deve anunciar na quinta-feira a instauração de um serviço militar voluntário, segundo várias fontes. O objetivo é começar com cerca de 2.000 pessoas e chegar progressivamente a cerca de 50.000 voluntários por ano.
O governo não detalhou as modalidades por enquanto, mas, de acordo com vários meios de comunicação, a duração prevista seria de 10 meses e a remuneração seria de várias centenas de euros.
As Forças Armadas francesas contam com aproximadamente 200.000 militares na ativa e 47.000 reservistas, e a meta é chegar a 210.000 e 80.000 pessoas, respectivamente, em 2030.
- Obrigatório ou voluntário? -
Desde a invasão russa da Ucrânia, em 2022, vários países europeus, que tinham posto fim ao recrutamento após a dissolução da União Soviética, em 1991, introduziram um serviço militar, seja obrigatório ou voluntário.
Os Países Baixos instauraram o voluntário em 2023, assim como a Bulgária em 2020. A Bélgica e a Romênia preveem fazê-lo a partir de 2026, assim como a Alemanha, que ainda deve votá-lo no Parlamento.
O objetivo é "dissuadir" Moscou para que não espalhe sua guerra na Europa. Os europeus também aumentaram seus gastos militares, sob a pressão do presidente Donald Trump, que questionou o compromisso de Washington com a segurança de seus aliados.
"No mundo em que vivemos, cheio de incertezas e de um aumento das tensões, se realmente queremos estar seguros, devemos dissuadir o outro de vir", disse no sábado Macron, cujo país também é uma potência nuclear.
Segundo dados em poder do exército francês, "a Rússia está se preparando para um confronto para o ano de 2030" com os países da Otan, assegurou no sábado o general Mandon em um congresso de prefeitos.
Diferentemente da França, cuja capital fica a quase 2.500 km em linha reta de Moscou, os países da União Europeia e da Otan que compartilham fronteira com a Rússia mantiveram ou reintroduziram o serviço militar obrigatório, exceto a Polônia.
- "Coesão nacional" -
A maioria dos partidos na França é favorável a algum tipo de serviço militar. O ultradireitista Reagrupamento Nacional, de Marine Le Pen, defende um serviço militar obrigatório de três meses para homens e mulheres.
O partido de esquerda radical La France Insoumise, de Jean-Luc Mélenchon, defende um "serviço militar misto", que inclua formação militar e atuação em caso de catástrofes naturais.
A Revue nationale stratégique 2025, que reúne diretrizes da França em matéria militar, recomenda a introdução do serviço militar voluntário para criar uma reserva de pessoas preparadas em caso de crise e também para "reforçar a coesão nacional".
Em 2019, a França já havia lançado o Serviço Nacional Universal (SNU) para jovens entre 15 e 17 anos, que incluía uma "missão de interesse geral" e jornadas de "coesão" com uma cerimônia de "hasteamento da bandeira" e uso de uniforme, mas não teve sucesso.
Dos franceses entrevistados, 86% são favoráveis à reintrodução do serviço militar e 33% pedem que seja voluntário, de acordo com uma pesquisa realizada em março pela Ipsos.
burs-tjc/mb/jmo/mvv/jc
A.AbuSaada--SF-PST