-
Bob Pettit, primeiro MVP da NBA, morre aos 93 anos
-
Brasil fecha competição de San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Rayan salva empate para Brasil contra Austrália e Ancelotti pede paciência
-
Conselho de Segurança da ONU condena ataques dos houthis contra Arábia Saudita
-
Russell garante a pole position no GP do Azerbaijão de F1
-
'Terror social' de Ricardo Alves Jr. estreia no Festival de San Sebastián
-
Prêmio literário francês retira livro de competição por suspeitas de uso de IA
-
Putin acredita que não pode 'recuar', afirma jornalista russo exilado
-
Rayan salva empate para o Brasil no primeiro amistoso pós-Copa do Mundo
-
Leão XIV alerta na França contra os 'desvios' da ciência e da IA
-
'Isso o deixou louco', diz única mulher que conseguiu condenar Trump por agressão sexual
-
Imigrantes 'contemplam suicídio' em acampamento na Grécia
-
Lula e Flávio Bolsonaro querem exército digital para conquistar as redes antes das eleições
-
Partido de Putin vence eleições legislativas russas por ampla margem
-
Zelensky diz que Trump lhe concederá licença para fabricar mísseis Patriot
-
Habitantes de Gaza se abrigam em prédios com risco de desabamento
-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
-
الإمارات تستهل «خليجي 27» بمواجهة اليمن في جدة
-
نقل أسيرين كوريين شماليين يثير خلافاً بين كييف وسيؤول
-
وثائقي «أرض الخرسانة» يرصد اقتلاع عائلة بدوية على أطراف عمّان
-
عودة التوتر في تيغراي تضاعف الضغوط المعيشية في إثيوبيا
-
الجلاهمة يشيد بأداء الكويت أمام السعودية رغم الخسارة
-
موسكو تواصل عملياتها في أوكرانيا وتدرس حضور بوتين قمة العشرين
-
أفلام المنفى والخوف تضع الذاكرة الفلسطينية في سباق الأوسكار
-
دول اتفاقية مكة تبحث اجتماعاً عاجلاً لرؤساء الأركان
-
زراعة القوقعة تمنح 50 طفلاً في غزة فرصة لاستعادة السمع
-
هويدي: استمرار القتل في غزة يكشف غياب المساءلة رغم وقف النار
-
التعافي وسط الحرب.. مقاربة نفسية تتجاوز مفهوم النجاة
-
تأخر عروض السينما في عصر واتساب يعيد تعريف الراحة والانفصال
-
واشنطن تدرس قيوداً طوعية على صادرات الديزل لكبح الأسعار
-
ميتا تكشف نظارات خفيفة ومكالمات هولوجرامية ومساعداً ذكياً
-
مجلس التعاون: تعطيل إيران للملاحة يخالف القانون الدولي
-
عبدالله بن زايد يبحث التعاون مع رئيس وزراء أنتيغوا وباربودا
-
قصف إسرائيلي يصيب فلسطينيين مع استمرار خروقات وقف النار بغزة
-
الرهن العقاري الأميركي يتجاوز 7% لأول مرة منذ يناير 2025
-
سهم ميتا يقفز 3.5% وقيمتها السوقية تقترب من تريليوني دولار
-
مجلس التعاون يحذر من امتداد أزمة المنطقة إلى الاقتصاد العالمي
-
الإمارات ولبنان تطلقان مبادرة لتأهيل مليون خبير في الذكاء الاصطناعي
-
مكاسب ميتا تضيف أربعة مليارات دولار لثروة زوكربيرغ في يوم
-
سعود بن صقر يكرم الفائزين بجائزة رأس الخيمة للتميز التعليمي
-
أبوظبي تتصدر مدن المنطقة في جاهزية الذكاء الاصطناعي
-
المجلس العالمي للتسامح يطالب بتجديد الالتزام بثقافة السلام
-
العور: ضمانات الجامعات المالية لن ترفع الرسوم على الطلبة
-
رأس الخيمة وميامي الكبرى تبحثان فرص التعاون الاقتصادي
-
الدفراوي يواجه هابيرورا بطموح عربي في بطولة المحترفين بدبي
-
حاسوب «شونكاي» الذري يعزز موقع اليابان في سباق التقنية الرقمية
-
كوادر نسائية إماراتية تقود أدواراً بارزة في مستشفيات أبوظبي
-
أبوظبي تستعد لانطلاق «يو إف سي 333» بمشاركة نجوم عالميين
ONU atualiza lista de empresas vinculadas a colônias israelenses na Cisjordânia e identifica 158
A ONU publicou, nesta sexta-feira (26), uma atualização da lista de empresas vinculadas ao desenvolvimento de colônias israelenses nos Territórios Palestinos, consideradas ilegais de acordo com o direito internacional, que inclui um total de 158 companhias, a maioria de Israel.
Empresas como Booking.com, Motorola Solutions e Trip Advisor continuam constando da lista, mas sete empresas foram retiradas, incluindo a espanhola eDreams e o fabricante ferroviário francês Alstom.
Este relatório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos inclui 68 novas empresas em comparação com o registro de 2023.
"O relatório destaca a responsabilidade das empresas que operam em contextos de conflito em garantir que suas atividades não contribuam para violações dos direitos humanos", destacou o Alto Comissariado em um comunicado.
Israel "repudia categoricamente a publicação desta base de dados, um documento carente de fundamento jurídico e que excede amplamente a competência" do Alto Comissariado, denunciou no X a representação israelense na ONU.
A maioria das empresas incluídas tem sede em Israel. Outras estão baseadas em Canadá, China, França, Alemanha, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.
A lista foi publicada pela primeira vez em 2020 pelo Alto Comissariado em cumprimento a uma resolução do Conselho de Direitos Humanos, votada em março de 2016, que solicitava a criação de "um banco de dados de todas as empresas envolvidas em atividades" relacionadas, entre outras coisas, à construção e ao desenvolvimento de assentamentos israelenses na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental.
A lista não é exaustiva devido à falta de recursos, e o Alto Comissariado só conseguiu examinar 215 empresas das 596 sobre as quais recebeu informações.
Ao publicar a primeira lista em 2020, o Alto Comissariado precisou que essa "não constitui, nem pretende constituir, um processo judicial ou quase judicial", em referência implícita aos temores israelenses de que servisse como base para campanhas de boicote.
A princípio, a lista deve ser atualizada a cada ano, mas na prática a ONU não havia conseguido.
Em 2023, foi publicada uma lista atualizada reduzida para 97 empresas, mas a ONU não havia avaliado se era necessário adicionar novas companhias.
A lista publicada nesta sexta-feira constitui a primeira atualização completa desde 2020.
Naquele ano, Israel e Estados Unidos condenaram energicamente a publicação deste banco de dados. O Ministério das Relações Exteriores israelense afirmou que se tratava de "uma rendição vergonhosa às pressões de países e organizações que buscam prejudicar Israel".
A.Suleiman--SF-PST