-
Lazio de Gattuso vira sobre Udinese e se junta a Roma e Inter na liderança do Italiano
-
Atriz Angelina Jolie visita clube de boxe na Ucrânia
-
Rybakina elimina Osaka do US Open e fica a uma vitória de se tornar número 1 do mundo
-
Manifestantes denunciam transferência de presos políticos na Venezuela
-
Ataques israelenses matam 13 pessoas no sul do Líbano
-
US Open testemunha desaparecimento do backhand de uma mão
-
Isack Hadjar também está fora do GP da Espanha de F1
-
Harry e Meghan são considerados cidadãos comuns no Reino Unido, diz rei Charles
-
Duas latinas concorrem em seção paralela no Festival de Veneza
-
Andreeva avança pela primeira vez às quartas de final do US Open
-
Cuba denuncia impacto financeiro 'recorde' do embargo dos EUA
-
Swiatek perde para Zheng e cai nas oitavas do US Open
-
Fiorentina anuncia retorno de Paolo Vanoli após demissão de Fabio Grosso
-
Torre Eiffel fecha por protesto após 'invisibilizar' trabalhadoras durante uma visita
-
Todos contra o PSG, que busca tri histórico na Champions.
-
Enviado dos EUA vê 'disposição' para conversas trilaterais com Rússia e Ucrânia
-
Dezenas de robôs 'protestam' contra uso descontrolado da IA na Polônia
-
Noosha Aubel a krize v Postupimi: Jak dlouho je ještě možné tolerovat toto selhání vedení?
-
Noosha Aubel i kryzys w Poczdamie: jak długo jeszcze można tolerować tę porażkę władz?
-
Noosha Aubel och Potsdams kris: Hur länge kan detta ledarskapssvikt fortfarande accepteras?
-
ヌーシャ・オーベルとポツダムの危機:この指導力の欠如は、いつまで容認され続けるのか?
-
Η Noosha Aubel και η κρίση του Πότσνταμ: Για πόσο ακόμα είναι ανεκτή αυτή η διαχειριστική αποτυχία;
-
नूशा ऑबेल और पॉट्सडैम का संकट: नेतृत्व की इस विफलता को और कितना सहन किया जा सकता है?
-
누샤 아우벨과 포츠담의 위기: 이러한 리더십 부재는 얼마나 더 용인될 수 있는가?
-
努莎·奧貝爾與波茨坦的危機:這種領導失職還能容忍多久?
-
نوشا أوبيل وأزمة بوتسدام: إلى متى سيظل هذا الفشل القيادي مقبولاً؟
-
Нуша Аубель і криза в Потсдамі: як довго ще можна миритися з цією неспроможністю керівництва?
-
Noosha Aubel e a crise de Potsdam: até quando é que esta falha de liderança ainda é aceitável?
-
"Pode ser um bom ano para ganhar a Bola de Ouro", diz Mbappé
-
Vinte e cinco anos depois, EUA busca manter viva a memória do 11 de Setembro
-
Ataques israelenses matam 12 pessoas no sul do Líbano
-
Canal do Panamá não descarta novas restrições provocadas pelo El Niño
-
Indústria audiovisual busca se organizar diante da IA e da crise nos cinemas
-
Especialista da ONU teme destruição de provas com retirada de escombros em Gaza
-
'Woman Unknown' destaca em Veneza a 'invisibilidade' das mulheres
-
Indonésia fecha aeroportos após erupção vulcânica e milhares de passageiros ficam retidos
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
França registra menor produção de vinho desde 1957 por seca e ondas de calor
-
Alemanha pede arquivamento de caso de genocidio apresentado pela Nicarágua na CIJ
-
Kremlin não descarta retomada das negociações entre Moscou, Kiev e Washington
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Nepal tem dia de luto 13 dias após avalanche devastadora
-
Ataques israelenses matam 11 pessoas no sul do Líbano
-
Vitória da extrema direita em eleições regionais pressiona chanceler alemão
-
Enviados dos EUA apresentaram propostas 'mais eficazes', diz funcionário ucraniano
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e deixa cinco mortos em Miami
-
Com hat-trick de Sinayoko, Paris FC derruba Olympique de Marselha no Vélodrome
-
Raúl Castro aparece na TV cubana
-
Juventus arranca empate com Milan nos acréscimos
Indignação após veto dos EUA na ONU a resolução a favor de cessar-fogo em Gaza
Os Estados Unidos, determinados a proteger seu aliado israelense, provocaram nesta quarta-feira (4) a indignação dos demais membros do Conselho de Segurança após um novo veto que bloqueou um pedido de cessar-fogo imediato e acesso humanitário a Gaza.
O projeto recebeu 14 votos a favor e apenas o dos Estados Unidos — um dos cinco membros permanentes com poder de veto — contra, sendo este o primeiro veto da administração de Donald Trump.
Esse veto "envia a perigosíssima mensagem de que as vidas de 2 milhões de palestinos (...) não importam", disse o embaixador paquistanês, Asim Iftikhar Ahmad, que considerou que isso dá "luz verde para o extermínio" da população de Gaza e constitui uma "mancha moral na consciência" do Conselho.
"O silêncio não pode defender os mortos, não pode amparar as mãos dos que morrem, não pode enfrentar o funcionamento da injustiça", acrescentou seu homólogo argelino, Amar Bendjama.
"No momento em que a humanidade está sendo colocada à prova em tempo real a partir de Gaza, este projeto de resolução nasce de nosso senso compartilhado de responsabilidade. Responsabilidade com os civis de Gaza" e os reféns, e "responsabilidade com a história", declarou por sua vez o embaixador esloveno, Samuel Zbogar. "Chega!", exclamou.
Enquanto França e Reino Unido expressaram seu "pesar" pelo resultado da votação, o embaixador chinês, Fu Cong, criticou diretamente os Estados Unidos, pedindo que "abandone os cálculos políticos e adote uma postura justa e responsável".
Silencioso sobre o caso há um ano, o Conselho não consegue se unir para falar em uma só voz desde o início da guerra de Israel contra o movimento Hamas em Gaza, tendo sido bloqueado em várias ocasiões por vetos dos Estados Unidos, mas também da Rússia e da China.
A última tentativa de romper o silêncio foi em novembro, sob a administração do democrata Joe Biden, que bloqueou um texto que pedia um cessar-fogo em Gaza.
Para os Estados Unidos, o texto era "inaceitável pelo que diz e inaceitável pelo que omite", explicou a embaixadora interina dos EUA na ONU, Dorothy Shea, antes da votação.
- "Julgados pela história" -
O projeto rejeitado "minaria os esforços diplomáticos para alcançar um cessar-fogo que reflita a realidade no terreno e encorajaria o Hamas", acrescentou, insistindo no direito de Israel de "se defender".
O projeto de resolução "exigia um cessar-fogo imediato, incondicional e permanente" e a libertação incondicional dos reféns em poder do Hamas, capturados no ataque mortal de 7 de outubro de 2023 contra Israel, que desencadeou a guerra em Gaza.
Também pedia o "levantamento imediato e incondicional de todas as restrições à entrada de ajuda humanitária em Gaza e sua distribuição segura e sem obstáculos em larga escala" pelas Nações Unidas.
Após mais de dois meses e meio de bloqueio, Israel começou a permitir desde 19 de maio a entrada em Gaza de um número limitado de caminhões da ONU — um volume que, para a organização, é apenas uma "gota no oceano" diante das enormes necessidades da população do território palestino.
Ao mesmo tempo, a Fundação Humanitária de Gaza (GHF, na sigla em inglês), uma organização com financiamento opaco apoiada por Israel e Estados Unidos, estabeleceu centros de distribuição de ajuda que a ONU denunciou como contrários aos princípios humanitários.
Nos últimos dias, dezenas de pessoas morreram nas proximidades desses centros, classificados pela ONU como "armadilhas mortais", pois palestinos famintos são forçados a caminhar "entre cercas de arame", cercados por guardas privados armados.
"Todos seremos julgados pela história pelo que fizermos para deter este crime contra o povo palestino", disse na terça-feira o embaixador palestino na ONU, Riyad Mansour.
Para o representante de Israel na ONU, Danny Danon, a resolução rejeitada "era um presente para o Hamas e corria o risco de encorajar o terrorismo".
Israel enfrenta uma crescente pressão internacional para pôr fim à guerra em Gaza.
A.AbuSaada--SF-PST