-
Extrema direita amplia vantagem em eleição regional na Alemanha
-
Zelensky prevê inverno com guerra após reunião com enviados dos EUA
-
Augsburg goleia Eintracht Frankfurt e assume liderança do Campeonato Alemão
-
Gael García Bernal leva a Veneza uma crítica à manipulação dos poderosos
-
Netanyahu ordenou evacuação de assentamentos considerados ilegais na Cisjordânia, diz ministro
-
Arsenal vence Chelsea em clássico londrino; United cede empate no fim
-
Extrema direita obtém vitória histórica em eleição regional na Alemanha
-
Ricky Martin no Festival de Veneza: "É uma página muito importante da minha história"
-
Sabalenka elimina Townsend e avança às quartas do US Open
-
Susan Sarandon diz que segue perdendo papéis por suas críticas a Israel
-
Barcelona goleia Valencia e se isola na liderança do Espanhol
-
Futebol volta aos territórios palestinos, apesar do luto
-
Infantino confirma candidatura à reeleição como presidente da Fifa, apesar da crise
-
Kimi Antonelli vence GP da Itália de F1 após grande corrida de recuperação
-
Mais de 140 mortos em combates entre rebeldes huthis e o exército do Iêmen
-
Países muçulmanos condenam planos de ministros israelenses para expulsar palestinos de Gaza
-
Enviados de Trump se reúnem Zelensky em Kiev após conversas com Putin
-
Indonésia fecha oito aeroportos devido a erupção vulcânica; 150 mil passageiros são afetados
-
Enviados de Trump chegam à Ucrânia após se reunirem com Putin
-
Irã adverte que intensificará sua resposta aos ataques dos EUA
-
Coco Gauff avança às oitavas de final do US Open pelo quinto ano consecutivo
-
Guiana vai receber imigrantes deportados dos EUA
-
Swiatek bate Bouzkova e volta às oitavas do US Open
-
Lens sofre nova derrota antes de estreia na Champions
-
Inter vence Napoli de virada e segue 100% no Italiano; Roma lidera
-
EUA ataca petroleiros iranianos e Teerã responde
-
Alison dos Santos vence prova dos 400 m com barreiras na etapa final da Diamond League
-
Putin discute guerra na Ucrânia com enviados dos EUA
-
Dezenas de milhares protestam contra descarte de resíduos perigosos na Croácia
-
Prestes a completar 41 anos, Luka Modric seguirá na seleção croata
-
Francisco Cerúndolo derruba Taylor Fritz e vai às oitavas do US Open
-
Bayern empata com Schalke e deixa liderança do Campeonato Alemão
-
Explosões em quartel militar deixam 2 mortos e 81 feridos na Bolívia
-
Inter vence Napoli de virada e segue 100% no Italiano
-
Exército dos EUA afirma ter destruído petroleiros iranianos após ataques
-
Finalista em 2025, Anisimova cai na 3ª rodada do US Open
-
Athletic Bilbao atropela Atlético de Madrid no Espanhol
-
Haaland marca de cabeça e City segue 100% no Inglês
-
Ministros e militares prestam homenagem a criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Carlos Alberto Parreira recebe alta após 80 dias internado
-
Dortmund vence Hoffenheim de virada; Leipzig é derrotado pelo Werder Bremen
-
Embaixador americano diz que Israel não planeja deslocar palestinos de Gaza
-
Pierre Gasly surpreende e faz a pole do GP da Itália de F1
-
Dois novos resgates no Nepal mantêm esperança dez dias após avalanche
-
Enviados de Trump estão em Moscou para discutir proposta de paz entre Rússia e Ucrânia
-
Explosões em instalação militar deixam dois mortos e 81 feridos na Bolívia
-
Apoiadores de Morales protestam na Bolívia contra aumento do diesel
-
Liverpool vence Ipswich e conquista 1ª vitória no Inglês
-
Canal do Panamá começa a reduzir tráfego de navios devido ao El Niño
-
Real Madrid sofre primeira derrota no Espanhol em visita ao Betis
Zelensky espera que Trump viaje à Turquia e incentive Putin a fazer o mesmo para negociar fim da guerra
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, exortou nesta terça-feira (13) seu par americano, Donald Trump, a viajar na quinta à Turquia para convencer o mandatário russo, Vladimir Putin, a comparecer e negociar cara a cara o fim da guerra.
O líder ucraniano também acusou o Putin de "não querer" o fim do conflito, afirmando estar disposto a "fazer todo o possível" para que esse encontro, ainda muito hipotético, se concretize.
"Se [o presidente dos Estados Unidos] confirmasse sua participação, acredito que isso daria um impulso adicional para que Putin comparecesse", afirmou Zelensky em uma coletiva de imprensa em Kiev.
Na segunda-feira, Donald Trump, em uma viagem pelo Golfo, instou Zelensky e Putin a participarem juntos das negociações, acrescentando que "cogitava" também a possibilidade de se deslocar à Turquia para essas conversas.
O que está certo por enquanto é que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, participará das negociações. "Marco Rubio vai estar lá", disse Trump nesta terça-feira.
Até o momento, o Kremlin não anunciou quem comporá sua delegação nem se Putin viajará à Turquia para essas conversas diretas que o presidente russo anunciou no fim de semana e que seriam as primeiras entre Kiev e Moscou desde a primavera boreal de 2022, pouco depois da invasão da Ucrânia pela Rússia.
Na tarde desta terça-feira, durante uma reunião televisionada com empresários, o presidente russo não mencionou a proposta de Zelensky nem o encontro russo-ucraniano de quinta-feira.
Esse prolongado silêncio incomoda Kiev e seus aliados. Zelensky ressaltou nesta terça-feira que a ausência de Putin seria "um sinal claro" de que a Rússia "não quer e não vai parar a guerra".
E caso o presidente russo se recusasse a encontrá-lo, Zelensky exigiu as sanções ocidentais "mais fortes" já impostas contra Moscou.
À espera da resposta do Kremlin, o chefe de Estado ucraniano afirmou que viajará à Turquia de qualquer forma, para se reunir na quarta ou quinta-feira em Ancara com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.
O braço direito de Zelensky, Andriy Yermak, conversou por telefone com Marco Rubio, segundo a presidência ucraniana, e ambos afirmaram querer "se coordenar" e "harmonizar suas posições".
– Sem comentários –
A Turquia sediou diálogos de paz entre russos e ucranianos em março de 2022, mas eles não resultaram em nenhum acordo.
Desde então, as conversas bilaterais estão estagnadas, mas Trump tem tentado reativá-las desde meados de fevereiro, após três anos de invasão russa, que causou dezenas de milhares de mortos, entre civis e militares.
No entanto, em três meses não houve nenhum avanço significativo, até a inesperada aceleração dos últimos dias.
Primeiro, Kiev e seus aliados europeus instaram Putin a aceitar um cessar-fogo de 30 dias a partir de segunda-feira, advertindo que, se não o fizesse, seriam aplicadas "sanções massivas".
Posteriormente, o presidente russo — ignorando esse ultimato — declarou-se disposto no sábado a negociações "diretas" entre russos e ucranianos no dia 15 de maio em Istambul. Zelensky respondeu propondo encontrar-se pessoalmente com Putin nessa mesma cidade.
Desde então, o Kremlin tem evitado dar uma resposta clara a esse convite.
"A parte russa continua se preparando para as negociações que devem ocorrer na quinta-feira [...] Por ora, não prevemos fazer mais comentários", declarou na terça-feira o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. Segundo ele, a "delegação [russa] estará presente e aguardará a parte ucraniana".
– Reivindicações opostas –
Além dessa exigência, Putin continua insistindo na desmilitarização da Ucrânia e em garantias de que a Rússia manterá os territórios ucranianos anexados em 2022, além da Crimeia, ocupada desde 2014.
O presidente russo também exige uma revisão completa da estrutura de segurança na Europa, alegando que a aproximação da Otan das fronteiras russas constitui uma ameaça existencial para seu país.
A Ucrânia e seus aliados europeus rejeitam essas demandas, afirmando que o Exército russo, que ainda ocupa 20% do território ucraniano, está travando uma guerra de tipo imperialista na ex-república soviética.
B.AbuZeid--SF-PST