-
Athletic Bilbao atropela Atlético de Madrid no Espanhol
-
Haaland marca de cabeça e City segue 100% no Inglês
-
Ministros e militares prestam homenagem a criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Carlos Alberto Parreira recebe alta após 80 dias internado
-
Dortmund vence Hoffenheim de virada; Leipzig é derrotado pelo Werder Bremen
-
Embaixador americano diz que Israel não planeja deslocar palestinos de Gaza
-
Pierre Gasly surpreende e faz a pole do GP da Itália de F1
-
Dois novos resgates no Nepal mantêm esperança dez dias após avalanche
-
Enviados de Trump estão em Moscou para discutir proposta de paz entre Rússia e Ucrânia
-
Explosões em instalação militar deixam dois mortos e 81 feridos na Bolívia
-
Apoiadores de Morales protestam na Bolívia contra aumento do diesel
-
Liverpool vence Ipswich e conquista 1ª vitória no Inglês
-
Canal do Panamá começa a reduzir tráfego de navios devido ao El Niño
-
Real Madrid sofre primeira derrota no Espanhol em visita ao Betis
-
Monaco de Filipe Luís vence PSG de virada e segue líder 100% no Francês
-
Stuttgart goleia Colônia na abertura da 2ª rodada do Alemão
-
Alcaraz vence sem sustos e vai às oitavas do US Open
-
Sem Suárez e com 9 "brasileiros", Forlán divulga primeira lista de convocados do Uruguai
-
Crescimento do emprego, mas preços recordes do diesel: meio de mandato de Trump é um misto de avanços e retrocessos
-
Após ouro olímpico e polêmica, boxeadora taiwanesa Lin Yu-ting segue brilhando no ringue
-
Argentina vai restituir a herdeira quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Luis Enrique renova com PSG até 2030; Beraldo até 2031
-
Julgamento de mãe que matou três filhos nos EUA é anulado após impasse do júri
-
Sabalenka reclama de cheiro de maconha no US Open: "É muito forte"
-
Russell desbanca Ferrari e é o mais rápido nos treinos livres em Monza
-
Milhares de agentes de IA da OpenAI assumiram controle de site alemão
-
Zelensky propõe cessar-fogo à Rússia durante visita de enviados dos EUA
-
Acordos ocultos entre magnata Walter e Magic Johnson após compra dos Dodgers são denunciados
-
ONU adota reforma do mapa-múndi que o aproxima da realidade
-
Duas ex-funcionárias de Julio Iglesias apresentam nova denúncia por agressão sexual
-
Sabalenka vence Rakhimova e vai às oitavas do US Open
-
Sem reposição para Lewandowski, Raphinha assume papel de homem-gol do Barça
-
'Não sou assassino', diz ex-presidente da Colômbia investigado por massacres
-
Argentina vai restituir herdeira de quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Desemprego se mantém estável nos EUA, com mercado e Trump de olho nas taxas de juros
-
Rússia ataca sede dos serviços de segurança ucranianos em Kiev
-
Situação de Julián Álvarez é aprendizado para ele, diz Simeone
-
ONU acusa Israel de 'possível limpeza étnica' em campos de refugiados na Cisjordânia
-
Eleições legislativas começam nos EUA com voto pelo correio na Carolina do Norte
-
Mídia marroquina critica informe da polícia espanhola sobre fluxo de migrantes em Ceuta
-
Agência de segurança viária dos EUA abre investigação sobre Cybercab da Tesla
-
Copa do Mundo Feminina no Brasil pode 'mudar vidas' de muitas jogadoras, diz Formiga
-
Guardas, o elo mais fraco no setor de segurança privada no Equador
-
Mais de 120 mortos durante ofensiva dos rebeldes no Iêmen
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após avalanche
-
Trump pedirá reembolso de países europeus pela ajuda concedida à Ucrânia
-
Como uma história de amor de Dostoiévski conquistou o TikTok
-
Seca e guerras impulsionaram preços dos alimentos em agosto, diz FAO
-
Brasil expressa 'profunda preocupação' por suspensão de exportações de carne para UE
-
Meloni celebra recorde de permanência no poder e lança campanha para 2027
FMI e Banco Mundial se desviaram do 'propósito', diz secretário do Tesouro dos EUA
O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, criticou, nesta quarta-feira (23), o que qualificou de agendas "desfocadas" do FMI e do Banco Mundial (BM) e pediu às duas instituições que se concentrem em "seu propósito" e dediquem menos tempo às mudanças climáticas e a temas sociais.
Embora o Fundo Monetário Internacional e o BM desempenhem um papel fundamental na economia mundial, "com o status quo, estão ficando aquém", disse Bessent, à margem das reuniões da primavera destas organizações financeiras, em Washington.
Seus comentários chegam em um momento de grande preocupação com a hipótese de que o governo do presidente americano, Donald Trump, se retire das duas instituições.
Bessent considerou que o FMI dedica "um tempo desproporcional" às mudanças climáticas, a questões de gênero e outros temas sociais.
"A administração Trump deseja trabalhar com eles, sempre que se mantenham fiéis a suas missões", disse Bessent, acrescentando que o FMI deveria se concentrar na cooperação monetária mundial e na estabilidade financeira.
O Banco Mundial, afirmou, deveria se concentrar em funções básicas, como ajudar os países em desenvolvimento a fazer crescer suas economias, reduzir a pobreza e impulsionar o investimento privado.
Após seu discurso, Bessent informou a jornalistas que se reuniu com a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga.
As declarações "não foram uma surpresa para eles", declarou. "Acredito que são bons líderes e espero que ganhem a confiança da administração nos próximos meses com suas ações", acrescentou Bessent. "Devem dar um passo atrás em suas agendas dispersas e desfocadas".
Ele pediu que o FMI seja mais duro com os tomadores de empréstimos porque o Fundo "não tem a obrigação de emprestar a países que não aplicam reformas".
"A estabilidade econômica e o crescimento deveriam ser os indicadores de sucesso do FMI, não a quantidade de dinheiro que a instituição empresta", afirmou.
Um porta-voz do FMI declarou a jornalistas que o Fundo espera continuar colaborando com o governo americano.
Quanto ao Banco Mundial, Bessent afirmou que a instituição tampouco deveria "seguir esperando cheques em branco". Ele acredita que a instituição poderia usar os recursos de forma mais eficiente, ajudando os países emergentes a impulsionarem o acesso à energia com "tecnologias confiáveis", ao invés de perseguir metas de financiamento climático distorcionárias", ou seja, que causam distorções.
Isto poderia significar investir na produção de gás e outras energias baseadas em combustíveis fósseis, disse.
Mas, Bessent elogiou os esforços do banco em eliminar as restrições ao apoio à energia nuclear.
Por outro lado, considerou "absurdo" que a China continue sendo considerado um país em desenvolvimento e disse que não se preocupa de que o FMI tenha reduzido as perspectivas de crescimento para os Estados Unidos.
Quanto às tarifas alfandegárias impostas por Trump, que sacudiram os mercados de ações ao redor do mundo, Bessent espera ter mais clareza por volta do terceiro trimestre do ano e confia em que os efeitos da desregulamentação também comecem a ser notados nesse momento.
C.Hamad--SF-PST