-
Stuttgart goleia Colônia na abertura da 2ª rodada do Alemão
-
Alcaraz vence sem sustos e vai às oitavas do US Open
-
Sem Suárez e com 9 "brasileiros", Forlán divulga primeira lista de convocados do Uruguai
-
Crescimento do emprego, mas preços recordes do diesel: meio de mandato de Trump é um misto de avanços e retrocessos
-
Após ouro olímpico e polêmica, boxeadora taiwanesa Lin Yu-ting segue brilhando no ringue
-
Argentina vai restituir a herdeira quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Luis Enrique renova com PSG até 2030; Beraldo até 2031
-
Julgamento de mãe que matou três filhos nos EUA é anulado após impasse do júri
-
Sabalenka reclama de cheiro de maconha no US Open: "É muito forte"
-
Russell desbanca Ferrari e é o mais rápido nos treinos livres em Monza
-
Milhares de agentes de IA da OpenAI assumiram controle de site alemão
-
Zelensky propõe cessar-fogo à Rússia durante visita de enviados dos EUA
-
Acordos ocultos entre magnata Walter e Magic Johnson após compra dos Dodgers são denunciados
-
ONU adota reforma do mapa-múndi que o aproxima da realidade
-
Duas ex-funcionárias de Julio Iglesias apresentam nova denúncia por agressão sexual
-
Sabalenka vence Rakhimova e vai às oitavas do US Open
-
Sem reposição para Lewandowski, Raphinha assume papel de homem-gol do Barça
-
'Não sou assassino', diz ex-presidente da Colômbia investigado por massacres
-
Argentina vai restituir herdeira de quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Desemprego se mantém estável nos EUA, com mercado e Trump de olho nas taxas de juros
-
Rússia ataca sede dos serviços de segurança ucranianos em Kiev
-
Situação de Julián Álvarez é aprendizado para ele, diz Simeone
-
ONU acusa Israel de 'possível limpeza étnica' em campos de refugiados na Cisjordânia
-
Eleições legislativas começam nos EUA com voto pelo correio na Carolina do Norte
-
Mídia marroquina critica informe da polícia espanhola sobre fluxo de migrantes em Ceuta
-
Agência de segurança viária dos EUA abre investigação sobre Cybercab da Tesla
-
Copa do Mundo Feminina no Brasil pode 'mudar vidas' de muitas jogadoras, diz Formiga
-
Guardas, o elo mais fraco no setor de segurança privada no Equador
-
Mais de 120 mortos durante ofensiva dos rebeldes no Iêmen
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após avalanche
-
Trump pedirá reembolso de países europeus pela ajuda concedida à Ucrânia
-
Como uma história de amor de Dostoiévski conquistou o TikTok
-
Seca e guerras impulsionaram preços dos alimentos em agosto, diz FAO
-
Brasil expressa 'profunda preocupação' por suspensão de exportações de carne para UE
-
Meloni celebra recorde de permanência no poder e lança campanha para 2027
-
Diretora Maggie Gyllenhaal optou por não usar IA em seu filme sobre Marilyn Monroe
-
Extrema direita alemã confiante em conquistar primeiro governo regional
-
Prefeito e ex-prefeita de Paris enfrentam denúncia por agressões sexuais nas escolas
-
Famílias denunciam prefeito e ex-prefeita de Paris por agressões sexuais nas escolas
-
Reino Unido reafirma sua soberania sobre as Malvinas após reivindicação de Milei
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após a avalanche
-
Nova Zelândia aprova uso de MDMA para tratar estresse pós-traumático
-
Crise no STF se agrava e Lula pede investigação transparente
-
Estudo brasileiro que desafia serpentes e mictórios antirrespingo estão entre vencedores do Ig Nobel
-
Construção do arco de Trump começará este mês, segundo alto funcionário dos EUA
-
Ueda marca na estreia e Lille assume liderança provisória da Ligue 1
-
Justiça da Colômbia ordena suspensão de bombardeios a acampamentos da guerrilha com menores
-
Fifa acusa Uefa de tramar "campanha de difamação"
-
Tottenham exclui Richarlison da lista de inscritos na Premier League
-
Volkswagen prevê eliminar 100 mil postos de trabalho até o fim da década
Guerra comercial de Trump oferece oportunidade à China
Ao impor tarifas globais, o presidente Donald Trump prometeu transformar o mundo para beneficiar os trabalhadores americanos. Mas um dos favorecidos por essa política poderia ser o país que ele considera seu principal adversário: a China.
A maior economia da Ásia não demorou a impor tarifas semelhantes às aplicadas pelos Estados Unidos, e anunciou que vai estabelecer controles sobre a exportação de terras raras, elementos vitais para a tecnologia médica e de consumo.
Dias antes do anúncio das tarifas de Trump, a China tentou retomar as negociações de livre-comércio com o Japão e a Coreia do Sul, ambos aliados dos Estados Unidos vinculados por tratados, e céticos em relação a Pequim.
"Se o unilateralismo de Trump continuar, prevejo Pequim cortejando essas capitais com mais agressividade, posicionando-se como a âncora econômica mais sólida da região", disse Lizzi Lee, pesquisadora do Centro de Análises da China do Instituto de Política da Sociedade Asiática.
"A China descreve as tarifas de Trump como uma prova do declínio dos Estados Unidos, que recorrem ao protecionismo, intimidam aliados e se distanciam das normas globais", acrescentou Lee.
Yun Sun, pesquisadora do Centro Stimson, disse que previa uma reação "um pouco mais fria" da China às tarifas de Trump, e observou que Pequim não parecia tão preocupada quanto no primeiro mandato do republicano.
"Acho que os chineses veem isso mais como uma oportunidade, e acreditam que os Estados Unidos estão enfraquecendo a si próprios", disse Sun. "Temos um certo número de descontentes que são aliados sólidos dos Estados Unidos. Agora, sua confiança na política americana (...) é, pelo menos, questionada."
- Abertura para a China -
É provável, no entanto, que as tarifas americanas tenham um grande impacto na China, que exportou no ano passado mais de US$ 500 bilhões (cerca de R$ 3 trilhões) em bens para os Estados Unidos, com uma balança comercial bastante favorável à China.
Os críticos de Pequim celebraram o que consideram uma sentença de morte para o antigo consenso em Washington sobre a importância de integrar a potência asiática à economia global.
"A ideia de que a China comunista possa ser um membro responsável de um regime comercial internacional - o da OMC - baseado em um comércio justo e equitativo é uma piada", disse o deputado republicano Chris Smith, que se opôs durante décadas à decisão de Bill Clinton, em 1994, de desvincular os privilégios comerciais da China do respeito aos direitos humanos.
"Diferentemente de presidentes anteriores, o presidente Trump compreende plenamente a natureza e o alcance do problema - e a ameaça existencial que a China representa - e o que deve ser feito", acrescentou Smith.
Jacob Stokes, pesquisador do Centro para uma Nova Segurança Americana, apontou que a China ainda tem problemas com outros países, desde disputas territoriais com Japão, Índia e o Sudeste Asiático, até a preocupação na Europa com a participação chinesa na guerra na Ucrânia.
- 'Como um igual' -
O analista considera que o ex-presidente Joe Biden foi eficaz ao formar coalizões com outros países para pressionar a China em questões que vão do acesso às redes de internet de quinta geração até a segurança, mas que, atualmente, "grande parte dessa pressão se dissipou, pois o foco da disrupção agora é, claramente, Washington".
Embora os principais funcionários dos governos Trump e Biden tenham identificado a China como o principal adversário dos Estados Unidos, Lizzi Lee afirma que Trump vê o presidente Xi Jinping "não como um vilão, e sim como um igual, como outro homem forte". "Para Trump, a guerra econômica não é sobre economia ou os mercados de ações, e sim sobre a imagem de domínio e força."
N.Awad--SF-PST