-
ONU adota reforma do mapa-múndi que o aproxima da realidade
-
Duas ex-funcionárias de Julio Iglesias apresentam nova denúncia por agressão sexual
-
Sabalenka vence Rakhimova e vai às oitavas do US Open
-
Sem reposição para Lewandowski, Raphinha assume papel de homem-gol do Barça
-
'Não sou assassino', diz ex-presidente da Colômbia investigado por massacres
-
Argentina vai restituir herdeira de quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Desemprego se mantém estável nos EUA, com mercado e Trump de olho nas taxas de juros
-
Rússia ataca sede dos serviços de segurança ucranianos em Kiev
-
Situação de Julián Álvarez é aprendizado para ele, diz Simeone
-
ONU acusa Israel de 'possível limpeza étnica' em campos de refugiados na Cisjordânia
-
Eleições legislativas começam nos EUA com voto pelo correio na Carolina do Norte
-
Mídia marroquina critica informe da polícia espanhola sobre fluxo de migrantes em Ceuta
-
Agência de segurança viária dos EUA abre investigação sobre Cybercab da Tesla
-
Copa do Mundo Feminina no Brasil pode 'mudar vidas' de muitas jogadoras, diz Formiga
-
Guardas, o elo mais fraco no setor de segurança privada no Equador
-
Mais de 120 mortos durante ofensiva dos rebeldes no Iêmen
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após avalanche
-
Trump pedirá reembolso de países europeus pela ajuda concedida à Ucrânia
-
Como uma história de amor de Dostoiévski conquistou o TikTok
-
Seca e guerras impulsionaram preços dos alimentos em agosto, diz FAO
-
Brasil expressa 'profunda preocupação' por suspensão de exportações de carne para UE
-
Meloni celebra recorde de permanência no poder e lança campanha para 2027
-
Diretora Maggie Gyllenhaal optou por não usar IA em seu filme sobre Marilyn Monroe
-
Extrema direita alemã confiante em conquistar primeiro governo regional
-
Prefeito e ex-prefeita de Paris enfrentam denúncia por agressões sexuais nas escolas
-
Famílias denunciam prefeito e ex-prefeita de Paris por agressões sexuais nas escolas
-
Reino Unido reafirma sua soberania sobre as Malvinas após reivindicação de Milei
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após a avalanche
-
Nova Zelândia aprova uso de MDMA para tratar estresse pós-traumático
-
Crise no STF se agrava e Lula pede investigação transparente
-
Estudo brasileiro que desafia serpentes e mictórios antirrespingo estão entre vencedores do Ig Nobel
-
Construção do arco de Trump começará este mês, segundo alto funcionário dos EUA
-
Ueda marca na estreia e Lille assume liderança provisória da Ligue 1
-
Justiça da Colômbia ordena suspensão de bombardeios a acampamentos da guerrilha com menores
-
Fifa acusa Uefa de tramar "campanha de difamação"
-
Tottenham exclui Richarlison da lista de inscritos na Premier League
-
Volkswagen prevê eliminar 100 mil postos de trabalho até o fim da década
-
Agente do ICE é acusado de mentir em caso de ataque a imigrante
-
Swiatek vence no US Open, que perde mais um cabeça de chave
-
Milei pede união da direita latina frente à "esquerda organizada"
-
Gabriel Martinelli deixa Arsenal e assina com Al Hilal saudita
-
OpenAI começa a disponibilizar GPT-6 Astra, seu modelo mais potente
-
Campeão mundial Marcos Llorente se aposenta da seleção espanhola
-
Trump quer tirar isenção fiscal de escolas dos EUA orientadas por motivos "raciais"
-
Capitão bósnio Edin Dzeko se aposenta da seleção aos 40 anos
-
Síria começou a destruir armas químicas da era Assad
-
Café de Jerusalém aceita fechar durante o sabá após tensão com ultraortodoxos
-
Sérvia recebe com honras militares o corpo de Ratko Mladic, o "açougueiro da Bósnia"
-
Casa Argentina, residência universitária que gera preocupação na França
-
El Niño atual pode ser "o mais potente" em quatro décadas, alerta ONU
Bombardeio israelense em Beirute deixa quatro mortos, incluindo um líder do Hezbollah
O Exército israelense bombardeou a periferia ao sul de Beirute, reduto do Hezbollah, nesta terça-feira (1) e matou quatro pessoas, incluindo um líder do movimento islamista.
Este foi o segundo bombardeio israelense na capital do Líbano em menos de uma semana, após um cessar-fogo de meses na guerra contra o grupo xiita libanês.
O ataque ocorreu sem aviso por volta das 3h30 locais (21h30 de Brasília, terça-feira) durante o feriado do Eid al-Fitr, que marca o fim do mês de jejum do Ramadã, celebrado por muçulmanos em todo o mundo.
O atentado também deixou sete feridos, segundo o Ministério da Saúde libanês. Israel disse que seu alvo era Hasan Bdair, do alto escalão do movimento libanês, "eliminado" no bombardeio. O Hezbollah é aliado do grupo islamista Hamas, em guerra com Israel na Faixa de Gaza.
Bdair "recentemente comandou agentes do Hamas e os auxiliou no planejamento de um ataque terrorista significativo e iminente contra civis israelenses", informou o Exército israelenses em um comunicado.
Segundo uma fonte do Hezbollah, Bdair estava "em casa com a família".
Um fotógrafo da AFP observou que os dois andares superiores de um edifício foram destruídos.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, denunciou uma "violação flagrante" do cessar-fogo, que entrou em vigor em 27 de novembro e encerrou um conflito de um ano entre Israel e o Hezbollah.
- Defender "a plena soberania" do Líbano -
O presidente libanês Joseph Aoun condenou o ataque israelense e pediu que seus aliados o apoiassem na defesa da "plena soberania" do país.
Sem identificar o alvo, o Exército israelense disse que agiu para "eliminá-lo e remover a ameaça".
Desde o início da trégua, os dois lados acusam-se de violar o cessar-fogo.
Na sexta-feira, Israel bombardeou a periferia de Beirute em resposta aos lançamentos de foguetes em seu território. O Hezbollah negou os disparos.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu alertou que Israel atacará o Líbano "contra qualquer ameaça".
O líder do Hezbollah, Naim Qasem, condenou a retomada dos bombardeios no sábado e pediu "o fim desta agressão".
O Hezbollah abriu uma frente contra Israel no início da guerra na Faixa de Gaza em 7 de outubro de 2023, alegando agir em apoio aos palestinos.
As hostilidades, que evoluíram para uma guerra aberta em setembro de 2024, deixaram mais de 4.000 mortos no Líbano e forçaram mais de um milhão de pessoas a fugir.
Do lado israelense, o número de mortes subiu para 78, incluindo 48 soldados somados aos 56 mortos em uma ofensiva terrestre no Líbano em setembro, segundo números oficiais.
Quase 60.000 moradores do norte de Israel foram deslocados, mas metade ainda não retornou para suas casas, segundo as autoridades.
Nos termos do acordo de cessar-fogo, apenas o Exército libanês e as forças de paz da ONU devem permanecer no sul do Líbano. O Hezbollah deve retirar-se ao norte do rio Litani, 30 quilômetros da fronteira com Israel, e desmobilizar sua infraestrutura militar no sul.
No entanto, o Exército israelense mantém tropas em cinco posições consideradas estratégicas na região.
Z.Ramadan--SF-PST