-
Copa do Mundo Feminina no Brasil pode 'mudar vidas' de muitas jogadoras, diz Formiga
-
Guardas, o elo mais fraco no setor de segurança privada no Equador
-
Mais de 120 mortos durante ofensiva dos rebeldes no Iêmen
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após avalanche
-
Trump pedirá reembolso de países europeus pela ajuda concedida à Ucrânia
-
Como uma história de amor de Dostoiévski conquistou o TikTok
-
Seca e guerras impulsionaram preços dos alimentos em agosto, diz FAO
-
Brasil expressa 'profunda preocupação' por suspensão de exportações de carne para UE
-
Meloni celebra recorde de permanência no poder e lança campanha para 2027
-
Diretora Maggie Gyllenhaal optou por não usar IA em seu filme sobre Marilyn Monroe
-
Extrema direita alemã confiante em conquistar primeiro governo regional
-
Prefeito e ex-prefeita de Paris enfrentam denúncia por agressões sexuais nas escolas
-
Famílias denunciam prefeito e ex-prefeita de Paris por agressões sexuais nas escolas
-
Reino Unido reafirma sua soberania sobre as Malvinas após reivindicação de Milei
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após a avalanche
-
Nova Zelândia aprova uso de MDMA para tratar estresse pós-traumático
-
Crise no STF se agrava e Lula pede investigação transparente
-
Estudo brasileiro que desafia serpentes e mictórios antirrespingo estão entre vencedores do Ig Nobel
-
Construção do arco de Trump começará este mês, segundo alto funcionário dos EUA
-
Ueda marca na estreia e Lille assume liderança provisória da Ligue 1
-
Justiça da Colômbia ordena suspensão de bombardeios a acampamentos da guerrilha com menores
-
Fifa acusa Uefa de tramar "campanha de difamação"
-
Tottenham exclui Richarlison da lista de inscritos na Premier League
-
Volkswagen prevê eliminar 100 mil postos de trabalho até o fim da década
-
Agente do ICE é acusado de mentir em caso de ataque a imigrante
-
Swiatek vence no US Open, que perde mais um cabeça de chave
-
Milei pede união da direita latina frente à "esquerda organizada"
-
Gabriel Martinelli deixa Arsenal e assina com Al Hilal saudita
-
OpenAI começa a disponibilizar GPT-6 Astra, seu modelo mais potente
-
Campeão mundial Marcos Llorente se aposenta da seleção espanhola
-
Trump quer tirar isenção fiscal de escolas dos EUA orientadas por motivos "raciais"
-
Capitão bósnio Edin Dzeko se aposenta da seleção aos 40 anos
-
Síria começou a destruir armas químicas da era Assad
-
Café de Jerusalém aceita fechar durante o sabá após tensão com ultraortodoxos
-
Sérvia recebe com honras militares o corpo de Ratko Mladic, o "açougueiro da Bósnia"
-
Casa Argentina, residência universitária que gera preocupação na França
-
El Niño atual pode ser "o mais potente" em quatro décadas, alerta ONU
-
EUA anuncia sanções contra neto do líder cubano Raúl Castro
-
SpaceX cancela sua participação em cúpula espacial em Paris
-
Missão BepiColombo se aproxima de Mercúrio
-
Irmãs Rooney e Kate Mara surpreendem em Veneza com atuação em uníssono
-
Bilionário Leon Black não comparece a depoimento no Congresso dos EUA em caso Epstein
-
Síria começou a destruir as armas químicas da época de Bashar al-Assad
-
Venezuela 'precisa de muito mais que dinheiro', diz opositora Machado após acordo com EUA
-
Sobreviventes de massacre de 1960 na África do Sul processam o Estado
-
Chega à Sérvia corpo do criminoso de guerra Ratko Mladic, o 'açougueiro da Bósnia'
-
Ajuda chega com dificuldades às regiões devastadas pela avalanche no Nepal e na China
-
Tesla lança Cybercab, um robotáxi sem volante nem pedais
-
Maduro apela à sua imunidade e pede retirada das acusações nos EUA
-
Governo dos EUA apoia OpenAI em ação movida pelo New York Times
Cúpula sobre Ucrânia descarta suspender sanções contra Rússia e esboça força europeia
Os aliados de Kiev, reunidos nesta quinta-feira (27) em Paris sem os Estados Unidos, descartaram a suspensão das sanções à Rússia, como Moscou exige, e avançaram nos planos de enviar tropas à Ucrânia para garantir um possível acordo de paz, ainda que sem consenso.
Por iniciativa da França e do Reino Unido, cerca de trinta líderes europeus discutiram as "garantias de segurança" que a Europa poderia oferecer à Ucrânia no caso de um acordo de paz com a Rússia, incluindo o envio de forças militares por uma "coalizão de voluntários".
Embora a cúpula de mais de três horas realizada no Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, tenha concordado "por unanimidade", segundo o presidente Emmanuel Macron, com a manutenção de sanções à Rússia, o envio de tropas enfrentou uma falta de consenso.
"Vários países europeus" estão dispostos a enviar tropas à Ucrânia para garantir o respeito a um eventual acordo de paz, anunciou Macron, especificando que essas forças teriam um caráter de "dissuasão" para evitar novos ataques da Rússia e não estariam na linha de frente.
"Nenhum soldado croata irá para a Ucrânia, sob hipótese alguma, está completamente descartado", escreveu no Facebook o presidente da Croácia, Zoran Milanovic.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, também reiterou sua recusa em participar dessa suposta força e pediu que os Estados Unidos sejam convidados para uma próxima reunião de aliados de Kiev.
Essas forças "são uma proposta franco-britânica que a Ucrânia deseja" e podem ser criadas sem unanimidade, indicou Macron. Para discutir sobre essas tropas e sobre a futura forma do exército ucraniano, uma delegação de Paris e Londres viajará nos próximos dias para Kiev, acrescentou.
"Quanto às ações desse contingente, sua responsabilidade, o que pode fazer, como pode ser usado, quem será o responsável, há muitas perguntas. Até agora, há poucas respostas", pontuou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, presente em Paris.
Os europeus pavimentaram, entretanto, o caminho à espera dos resultados da mediação de Washington entre Rússia e Ucrânia, após o presidente americano, Donald Trump, dar uma guinada diplomática e quebrar o isolamento ocidental à Rússia de Vladimir Putin.
Os Estados Unidos anunciaram na terça-feira que Rússia e Ucrânia concordaram com os contornos de um possível cessar-fogo no Mar Negro em conversas separadas com as autoridades americanas na Arábia Saudita.
Kiev confirmou isso, assim como Moscou, embora este último tenha dito que havia estabelecido condições, incluindo a exigência de que os Estados Unidos aliviassem as sanções que afetam seu setor agrícola.
Na quarta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as condições russas serão avaliadas e alertou que um acordo de paz "não será fácil". "Levará algum tempo, mas pelo menos estamos nesse caminho", disse ele.
- “Não é o momento” -
“Não é o momento” para levantar as sanções contra a Rússia, declarou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, durante a cúpula em Paris. "O que discutimos é como podemos aumentá-las", acrescentou em coletiva de imprensa.
Suspendê-las enviaria "sinais muito perigosos", advertiu Zelensky, que acusou Putin de querer "dividir" a Europa e os Estados Unidos com sua aproximação de Trump após mais de três anos de invasão russa na Ucrânia.
O presidente ucraniano gostaria que o governo dos EUA fosse "mais forte" diante de Moscou e o instou a "reagir" diante dos novos ataques russos que representam, em sua opinião, uma violação do compromisso de não atacar alvos energéticos ucranianos.
Nesta quinta-feira, Ucrânia e Rússia trocaram acusações de violar um frágil acordo de não atacar as instalações energéticas do outro lado, anunciado na terça por Washington em dois comunicados que não incluíam nem datas nem condições.
Os dois países também se acusaram mutuamente na quarta de tentar provocar o fracasso de um eventual acordo sobre o Mar Negro.
A cúpula reuniu em Paris 27 líderes europeus, os chefes da Otan e das principais instituições da União Europeia, os embaixadores da Austrália e do Canadá, além do vice-presidente da Turquia.
Os representantes presentes também decidiram "acelerar o desembolso dos empréstimos decididos no G7" para a Ucrânia.
Em paralelo às discussões diplomáticas, o Exército da Coreia do Sul afirmou nesta quinta-feira que a Coreia do Norte enviou 3 mil soldados adicionais à Rússia este ano como "reforços", além dos 11 mil mobilizados em 2024.
burs-tjc/jvb/fp/aa/dd/ic/aa
T.Khatib--SF-PST