-
Nova Zelândia aprova uso de MDMA para tratar estresse pós-traumático
-
Crise no STF se agrava e Lula pede investigação transparente
-
Estudo brasileiro que desafia serpentes e mictórios antirrespingo estão entre vencedores do Ig Nobel
-
Construção do arco de Trump começará este mês, segundo alto funcionário dos EUA
-
Ueda marca na estreia e Lille assume liderança provisória da Ligue 1
-
Justiça da Colômbia ordena suspensão de bombardeios a acampamentos da guerrilha com menores
-
Fifa acusa Uefa de tramar "campanha de difamação"
-
Tottenham exclui Richarlison da lista de inscritos na Premier League
-
Volkswagen prevê eliminar 100 mil postos de trabalho até o fim da década
-
Agente do ICE é acusado de mentir em caso de ataque a imigrante
-
Swiatek vence no US Open, que perde mais um cabeça de chave
-
Milei pede união da direita latina frente à "esquerda organizada"
-
Gabriel Martinelli deixa Arsenal e assina com Al Hilal saudita
-
OpenAI começa a disponibilizar GPT-6 Astra, seu modelo mais potente
-
Campeão mundial Marcos Llorente se aposenta da seleção espanhola
-
Trump quer tirar isenção fiscal de escolas dos EUA orientadas por motivos "raciais"
-
Capitão bósnio Edin Dzeko se aposenta da seleção aos 40 anos
-
Síria começou a destruir armas químicas da era Assad
-
Café de Jerusalém aceita fechar durante o sabá após tensão com ultraortodoxos
-
Sérvia recebe com honras militares o corpo de Ratko Mladic, o "açougueiro da Bósnia"
-
Casa Argentina, residência universitária que gera preocupação na França
-
El Niño atual pode ser "o mais potente" em quatro décadas, alerta ONU
-
EUA anuncia sanções contra neto do líder cubano Raúl Castro
-
SpaceX cancela sua participação em cúpula espacial em Paris
-
Missão BepiColombo se aproxima de Mercúrio
-
Irmãs Rooney e Kate Mara surpreendem em Veneza com atuação em uníssono
-
Bilionário Leon Black não comparece a depoimento no Congresso dos EUA em caso Epstein
-
Síria começou a destruir as armas químicas da época de Bashar al-Assad
-
Venezuela 'precisa de muito mais que dinheiro', diz opositora Machado após acordo com EUA
-
Sobreviventes de massacre de 1960 na África do Sul processam o Estado
-
Chega à Sérvia corpo do criminoso de guerra Ratko Mladic, o 'açougueiro da Bósnia'
-
Ajuda chega com dificuldades às regiões devastadas pela avalanche no Nepal e na China
-
Tesla lança Cybercab, um robotáxi sem volante nem pedais
-
Maduro apela à sua imunidade e pede retirada das acusações nos EUA
-
Governo dos EUA apoia OpenAI em ação movida pelo New York Times
-
El Niño será 'muito forte' e prosseguirá até fevereiro, alerta ONU
-
Europa aposta em robôs inteligentes para competir com China e EUA
-
Nvidia comprará plataforma de IA Hugging Face por US$ 12,9 bilhões
-
George Clooney vira fotógrafo da AFP por alguns instantes
-
Irã condena à morte manifestante que perdeu um olho nos protestos de 2022, segundo ONG
-
Em Gana, caixões personalizados contam a história de quem morreu
-
Ajuda chega com dificuldades às regiões devastadas pela avalanche no Himalaia
-
Gloria Steinem, ícone do feminismo e jornalista, morre aos 92 anos
-
Sánchez inocenta Marrocos, mas defende soberania espanhola sobre Ceuta
-
Irã ataca alvos americanos no Kuwait apesar das ameaças de Trump
-
Avalanche no Nepal deixou pelo menos 1.252 mortos
-
El Niño será 'muito forte'e prosseguirá até fevereiro, alerta ONU
-
Secretários de Defesa anunciam aumento da presenção militar dos Estados Unidos na Austrália
-
Cantora de jazz Cassandra Wilson morre aos 70 anos
-
Brasil anuncia amistosos com Japão e Singapura em novembro
Fed mantém taxas de juros, mas revisa previsões para crescimento e inflação nos EUA
O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) manteve suas taxas de juros inalteradas nesta quarta-feira (19), conforme esperado pelo mercado, mas alertou para uma maior "incerteza" no país e revisou suas previsões sobre o crescimento e a inflação.
Dois meses após o retorno de Donald Trump à Casa Branca, o Fed manteve suas taxas entre 4,25%-4,50%.
Porém, "a incerteza sobre as perspectivas econômicas aumentou", afirmou o comunicado do banco central americano, que mantém sua expectativa de realizar dois cortes nas taxas ao longo do ano.
Nesse contexto, o Fed reduziu sua previsão de crescimento para 2025 para 1,7% e elevou a projeção de inflação para 2,7%.
Anteriormente, previa um crescimento de 2,7% para este ano e uma inflação de 2,5%.
Após dois dias de reunião, o Fed demonstra menos confiança na saúde da economia dos Estados Unidos.
A projeção para o desemprego também foi revisada, passando de 4,3% para 4,4%.
- "Catástrofe" -
Desde a última reunião do Fed, em janeiro, que também manteve as taxas, o panorama mudou significativamente.
As empresas enfrentam novos aumentos de tarifas, os consumidores precisam monitorar os gastos e os investidores duvidam que os Estados Unidos possam sair ilesos das medidas econômicas impostas por Trump.
Além de uma ofensiva tarifária, marcada por reviravoltas constantes, o magnata republicano encarregou o bilionário Elon Musk de cortar postos no governo federal e reduzir gastos.
Até agora, com uma economia em crescimento e uma taxa de desemprego baixa, o Fed concentrou-se na luta contra a inflação, que permanece acima da meta de 2%, situando-se em 2,5% em janeiro, segundo seu índice preferido, o PCE.
No entanto, especialistas preveem um novo aumento da inflação, o que poderia levar a uma alta das taxas de juros. Juros elevados encarecem o crédito, reduzindo o consumo e os investimentos, o que, por sua vez, alivia a pressão sobre os preços. Ao mesmo tempo, os economistas esperam que a economia esfrie, o que poderia pressionar o Fed a reduzir os juros para estimular o crescimento.
Trump tem insistido na necessidade de um corte nos juros.
O status quo "é a política mais apropriada neste momento, já que não sabemos realmente até onde irão as tarifas e por quanto tempo", disse à AFP o ex-presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren, antes da reunião de terça e quarta-feira.
As iniciativas do presidente deixaram perplexo até mesmo o economista Michael Strain, do conservador American Enterprise Institute, que apoia vários aspectos do programa de Trump.
Agora, ele classifica a gestão econômica do governo como uma "catástrofe".
"Antes era inconcebível que um presidente – incluindo Trump durante seu primeiro mandato – causasse deliberadamente tanto dano à economia", afirmou em seu blog. "Felizmente, ele herdou uma economia sólida", refletiu.
M.AbuKhalil--SF-PST