-
Fifa acusa Uefa de tramar "campanha de difamação"
-
Tottenham exclui Richarlison da lista de inscritos na Premier League
-
Volkswagen prevê eliminar 100 mil postos de trabalho até o fim da década
-
Agente do ICE é acusado de mentir em caso de ataque a imigrante
-
Swiatek vence no US Open, que perde mais um cabeça de chave
-
Milei pede união da direita latina frente à "esquerda organizada"
-
Gabriel Martinelli deixa Arsenal e assina com Al Hilal saudita
-
OpenAI começa a disponibilizar GPT-6 Astra, seu modelo mais potente
-
Campeão mundial Marcos Llorente se aposenta da seleção espanhola
-
Trump quer tirar isenção fiscal de escolas dos EUA orientadas por motivos "raciais"
-
Capitão bósnio Edin Dzeko se aposenta da seleção aos 40 anos
-
Síria começou a destruir armas químicas da era Assad
-
Café de Jerusalém aceita fechar durante o sabá após tensão com ultraortodoxos
-
Sérvia recebe com honras militares o corpo de Ratko Mladic, o "açougueiro da Bósnia"
-
Casa Argentina, residência universitária que gera preocupação na França
-
El Niño atual pode ser "o mais potente" em quatro décadas, alerta ONU
-
EUA anuncia sanções contra neto do líder cubano Raúl Castro
-
SpaceX cancela sua participação em cúpula espacial em Paris
-
Missão BepiColombo se aproxima de Mercúrio
-
Irmãs Rooney e Kate Mara surpreendem em Veneza com atuação em uníssono
-
Bilionário Leon Black não comparece a depoimento no Congresso dos EUA em caso Epstein
-
Síria começou a destruir as armas químicas da época de Bashar al-Assad
-
Venezuela 'precisa de muito mais que dinheiro', diz opositora Machado após acordo com EUA
-
Sobreviventes de massacre de 1960 na África do Sul processam o Estado
-
Chega à Sérvia corpo do criminoso de guerra Ratko Mladic, o 'açougueiro da Bósnia'
-
Ajuda chega com dificuldades às regiões devastadas pela avalanche no Nepal e na China
-
Tesla lança Cybercab, um robotáxi sem volante nem pedais
-
Maduro apela à sua imunidade e pede retirada das acusações nos EUA
-
Governo dos EUA apoia OpenAI em ação movida pelo New York Times
-
El Niño será 'muito forte' e prosseguirá até fevereiro, alerta ONU
-
Europa aposta em robôs inteligentes para competir com China e EUA
-
Nvidia comprará plataforma de IA Hugging Face por US$ 12,9 bilhões
-
George Clooney vira fotógrafo da AFP por alguns instantes
-
Irã condena à morte manifestante que perdeu um olho nos protestos de 2022, segundo ONG
-
Em Gana, caixões personalizados contam a história de quem morreu
-
Ajuda chega com dificuldades às regiões devastadas pela avalanche no Himalaia
-
Gloria Steinem, ícone do feminismo e jornalista, morre aos 92 anos
-
Sánchez inocenta Marrocos, mas defende soberania espanhola sobre Ceuta
-
Irã ataca alvos americanos no Kuwait apesar das ameaças de Trump
-
Avalanche no Nepal deixou pelo menos 1.252 mortos
-
El Niño será 'muito forte'e prosseguirá até fevereiro, alerta ONU
-
Secretários de Defesa anunciam aumento da presenção militar dos Estados Unidos na Austrália
-
Cantora de jazz Cassandra Wilson morre aos 70 anos
-
Brasil anuncia amistosos com Japão e Singapura em novembro
-
Alcaraz vence português e avança à terceira rodada do US Open
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos de petróleo na Venezuela
-
EUA pede que comunidade internacional corte vínculos com a Nicarágua
-
George Lucas revela galáxia de arte em seu novo museu em Los Angeles
-
Ex-funcionárias são processadas na Argentina por fentanil contaminado ligado a 90 mortes
-
Ucrânia notifica agência da ONU sobre espaço aéreo russo
Síria anuncia roteiro constitucional para os próximos cinco anos
O presidente interino da Síria, Ahmed al Sharaa, assinou nesta quinta-feira (13) uma declaração constitucional para os próximos cinco anos que inclui, entre outros temas, a liberdade de expressão e os direitos das mulheres.
"Esta é uma nova página na história da Síria, onde estamos substituindo a injustiça pela justiça (...) e o sofrimento pela misericórdia", afirmou Sharaa depois que um porta-voz do comitê leu a declaração constitucional.
A assinatura chega três meses depois de Sharaa tomar o poder à frente de um grupo islamista, aliado a outros, que pôs fim a mais de cinquenta anos de poder repressivo do clã Assad.
Em meio aos apelos de dentro e fora do país, para a criação de uma Síria inclusiva, após 14 anos de guerra civil, Sharaa disse que essa declaração constitucional quer marcar o início de "uma nova história" para o país, "na qual a opressão é substituída pela justiça".
A declaração consagra "os direitos sociais, políticos e econômicos" das mulheres, destacou Abdulhamid al Awak, membro do comitê que redigiu a declaração.
O documento assinado nesta quinta-feira pelo presidente interino, que tem passado como jihadista no Iraque e na Síria, prevê também uma "separação absoluta de poderes", disse Awak.
E concede ao presidente apenas um poder excepcional, o de declarar o estado de emergência.
O orador acrescentou que a declaração constitucional garante "liberdade de opinião, expressão e imprensa".
- Mudança de regime -
Sharaa foi nomeado presidente interino em janeiro, em uma reunião a portas fechadas por tempo indeterminado.
Bashar al Assad, no poder desde 2000, foi deposto em 8 de dezembro, no final de uma rebelião de 11 dias, liderado a partir do seu reduto de Idlib (noroeste) pelo grupo islamista Hayat Tahrir al Sham (HTS), liderado por al Sharaa, e outras organizações aliadas.
O novo poder dissolveu o partido governante Baath e o Parlamento, e suspendeu a constituição da era de Assad.
Em seus numerosos encontros com representantes ocidentais, al Sharaa prometeu uma transição inclusiva, mas os alarmes soaram nos últimos dias, com os massacres de civis da minoria alauíta, à qual pertence o clã Assad.
Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), uma ONG sediada no Reino Unido com uma rede de informantes na Síria, pelo menos 1.383 civis morreram nas mãos das forças de segurança sírias e de grupos aliados desde 6 de janeiro, em uma área altamente povoada por alauítas no oeste do país.
A situação degenerou rapidamente em confrontos quando homens armados alauítas, que as autoridades descreveram como leais a Bashar al Assad, abriram fogo contra várias posições das forças de segurança.
O OSDH reportou posteriormente "execuções sumárias", dirigidas principalmente contra civis da comunidade alauíta, no contexto destes confrontos. Para acalmar a situação, a presidência anunciou a formação de uma "comissão independente de inquérito sobre abusos contra civis".
S.Abdullah--SF-PST