-
EUA anuncia sanções contra neto do líder cubano Raúl Castro
-
SpaceX cancela sua participação em cúpula espacial em Paris
-
Missão BepiColombo se aproxima de Mercúrio
-
Irmãs Rooney e Kate Mara surpreendem em Veneza com atuação em uníssono
-
Bilionário Leon Black não comparece a depoimento no Congresso dos EUA em caso Epstein
-
Síria começou a destruir as armas químicas da época de Bashar al-Assad
-
Venezuela 'precisa de muito mais que dinheiro', diz opositora Machado após acordo com EUA
-
Sobreviventes de massacre de 1960 na África do Sul processam o Estado
-
Chega à Sérvia corpo do criminoso de guerra Ratko Mladic, o 'açougueiro da Bósnia'
-
Ajuda chega com dificuldades às regiões devastadas pela avalanche no Nepal e na China
-
Tesla lança Cybercab, um robotáxi sem volante nem pedais
-
Maduro apela à sua imunidade e pede retirada das acusações nos EUA
-
Governo dos EUA apoia OpenAI em ação movida pelo New York Times
-
El Niño será 'muito forte' e prosseguirá até fevereiro, alerta ONU
-
Europa aposta em robôs inteligentes para competir com China e EUA
-
Nvidia comprará plataforma de IA Hugging Face por US$ 12,9 bilhões
-
George Clooney vira fotógrafo da AFP por alguns instantes
-
Irã condena à morte manifestante que perdeu um olho nos protestos de 2022, segundo ONG
-
Em Gana, caixões personalizados contam a história de quem morreu
-
Ajuda chega com dificuldades às regiões devastadas pela avalanche no Himalaia
-
Gloria Steinem, ícone do feminismo e jornalista, morre aos 92 anos
-
Sánchez inocenta Marrocos, mas defende soberania espanhola sobre Ceuta
-
Irã ataca alvos americanos no Kuwait apesar das ameaças de Trump
-
Avalanche no Nepal deixou pelo menos 1.252 mortos
-
El Niño será 'muito forte'e prosseguirá até fevereiro, alerta ONU
-
Secretários de Defesa anunciam aumento da presenção militar dos Estados Unidos na Austrália
-
Cantora de jazz Cassandra Wilson morre aos 70 anos
-
Brasil anuncia amistosos com Japão e Singapura em novembro
-
Alcaraz vence português e avança à terceira rodada do US Open
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos de petróleo na Venezuela
-
EUA pede que comunidade internacional corte vínculos com a Nicarágua
-
George Lucas revela galáxia de arte em seu novo museu em Los Angeles
-
Ex-funcionárias são processadas na Argentina por fentanil contaminado ligado a 90 mortes
-
Ucrânia notifica agência da ONU sobre espaço aéreo russo
-
Júri dos EUA volta a ficar empacado em julgamento de mãe acusada de matar seus três filhos
-
Irã e EUA trocam ameaças após intensificação das hostilidades
-
Com 2 de Kane, Bayern vira sobre time da 2ª divisão e avança na Copa da Alemanha
-
Avanço da IA põe à prova compromissos climáticos das empresas de tecnologia
-
Robinho Jr é anunciado pelo Genoa
-
Relatório policial critica atuação do Marrocos na crise em Ceuta
-
Golpista se passa por Luis Castro, técnico do Grêmio, para pedir dinheiro a jogadores
-
Líderes de tecnologia pressionam G20 por 'data centers', mas divergem sobre risco da IA
-
Dolly Parton terá nova estrela na Calçada da Fama após vandalismo
-
Trump diz ter ficado "feliz" com partida de Harry e Meghan dos EUA
-
Jogos do futebol argentino terão aplausos em homenagem a Messi aos 10 minutos
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos bilionários de petróleo na Venezuela
-
Mostra de Veneza começa com homenagem a George Clooney e falta de diretoras
-
Nova York proibirá uso de IA nas escolas públicas
-
Xi Jinping insta presidente egípcio a se opor à 'interferência externa' no Oriente Médio
-
Medvedev avança com tranquilidade à 3ª rodada do US Open
Sem dinheiro, migrantes deportados pelos EUA para o Panamá buscam novo destino
Sessenta e cinco migrantes deportados pelos Estados Unidos em fevereiro, majoritariamente asiáticos, buscam incansavelmente, no Panamá, um novo país que possa acolhê-los por três meses.
Eles fazem parte de um grupo de 112 migrantes, dos 299 enviados ao Panamá pelo governo de Donald Trump, autorizados a sair temporariamente do abrigo onde estavam reclusos há duas semanas na província de Darién, na fronteira com a Colômbia.
Após uma viagem de ônibus de cinco horas, eles foram abandonados à própria sorte ao chegarem ao terminal rodoviário de Albrook, na capital, na noite de sábado.
Apenas alguns migrantes com crianças receberam da Unicef a possibilidade de permanecer em um hotel na Cidade do Panamá por uma semana, disseram à imprensa.
Os demais precisam encontrar acomodação e alimentação na capital panamenha, embora muitos não tenham dinheiro. Enquanto isso, eles precisam tomar providências para encontrar um país que os receba.
"Não temos dinheiro", disse o afegão Hayatullah Omagh no terminal próximo a uma antiga base aérea americana na extinta Zona do Canal.
"Perguntei à OIM (Organização Internacional para as Migrações), que me disse 'não sabemos, você vai para a Cidade do Panamá e depois disso você é responsável por si mesmo'", acrescenta.
"Não tenho dinheiro, apenas um dólar", mostra aos repórteres um iraniano de 33 anos, que viaja com duas crianças.
Até o ano passado, milhares de migrantes cruzavam a selva de Darién, na fronteira entre Colômbia e Panamá, em seu caminho para o norte. Mas agora, com a política de deportação de Trump, a maioria dos migrantes no Panamá e em outras nações da América Central faz a viagem inversa para a América do Sul.
- "Expulsos ou deportados" -
Na sexta-feira, o governo do Panamá anunciou uma autorização de 30 dias, que pode ser prorrogada a um máximo de 90 dias, para que os 112 migrantes deixem o abrigo de San Vicente para providenciar vistos para outros países.
A permissão foi anunciada após críticas de organizações de direitos humanos de que San Vicente e o abrigo de migrantes Catem, na Costa Rica, eram "centros de detenção".
"O compromisso é com o retorno voluntário, com seus próprios recursos, ao país de origem ou a um terceiro país disposto a recebê-los", explicou o ministro da Segurança, Frank Ábrego.
No entanto, o titular advertiu que "se em 90 dias eles não tiverem deixado o país, serão expulsos ou deportados".
São 24 migrantes do Irã, 21 de Camarões, 12 da China, 10 do Nepal, nove do Afeganistão, sete do Vietnã, seis da Etiópia e do Uzbequistão, cinco da Nigéria, dois de Eritreia, Paquistão, Somália, Gana e Rússia, e um de Angola e do Sri Lanka.
Ao chegarem dos Estados Unidos, eles passaram alguns dias em um hotel na capital panamenha, onde alguns exibiram cartazes nas janelas pedindo ajuda e avisando que corriam o risco de serem devolvidos aos seus países de origem.
"Não tenho informações sobre onde devo esperar ou dormir, porque de repente todos nós viemos para cá [para a capital panamenha], sem dinheiro, sem informações, a situação é muito ruim", diz a iraniana Artemis Ghasemzadeh, convertida ao cristianismo que fugiu do Irã, mas se deparou com a política de deportação do governo Trump.
Seu caso foi relatado em fevereiro pelo jornal The New York Times.
Para uma iraniana de 18 anos que se identificou apenas como Hanna, pedir asilo no Panamá não é uma opção.
"Não é o lugar certo para mim. Tenho que falar com meu advogado [nos EUA] porque ele tomou a decisão de fazer isso, mas acho que a ONU está conosco e a OIM está conosco", afirma.
D.Khalil--SF-PST