-
Medvedev avança com tranquilidade à 3ª rodada do US Open
-
Uber anuncia demissão de 10% de sua força de trabalho em todo o mundo
-
Badosa vence Kasatkina e vai enfrentar Gauff na 2ª rodada do US Open
-
Associações médicas dos EUA publicam recomendações de vacinas ante ofensiva de Trump
-
Trump propõe renomear Estreito de Ormuz para 'Estreito de Trump'
-
Hadjar segue fora e voltará a ser substituído por Lawson no GP da Itália de F1
-
UE convoca representante russo após suposto ataque com drone na Alemanha
-
Uber demitirá 10% de sua força de trabalho global
-
Tesouro dos EUA emite moeda de 1 dólar com rosto de Trump
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche mortal
-
CEO da Nvidia insta ministros do G20 a construir infraestrutura de IA
-
"Não hesitei nem por um segundo", diz Enzo Fernández sobre ida ao City
-
Irã ataca bases dos EUA no Oriente Médio e ameaça adotar 'nova estratégia'
-
Aubameyang se diz 'humilhado' e deixa seleção do Gabão
-
EUA exorta comunidade internacional a cortar laços com a Nicarágua
-
Chanceler argentino repudia incentivo à exploração petrolífera britânica nas Malvinas
-
Secretário de Energia dos EUA assinará inédito acordo petroleiro em Caracas
-
Fachin pede para preservar STF em meio à crise
-
Polícia espanhola desmente que exista relatório que envolva Marrocos na crise em Ceuta
-
Presidente do júri do Festival de Veneza questiona baixa presença de diretoras
-
Netanyahu afirma que as tropas de Israel não deixarão Gaza
-
Tiger Woods se declara culpado de direção imprudente após acidente de carro nos EUA
-
EUA é governado pelas 'pessoas menos capacitadas', diz George Clooney
-
Governo Meloni bate recorde de longevidade em uma Itália marcada pela instabilidade
-
Porta-aviões USS Abraham Lincoln chega à Tailândia após 9 meses no mar
-
Festival de Veneza começa com homenagem a George Clooney
-
China e Egito concordam em expandir investimento chinês na região do Canal de Suez
-
Governo talibã defende proibição dos protestos e cita lei islâmica
-
Epidemia de ebola na RD Congo provocou mais de 3.000 mortes
-
Irã responde aos ataques dos Estados Unidos com ofensiva contra bases americanas no Oriente Médio
-
Ativista pró-democracia de Hong Kong Joshua Wong se declara culpado de conluio com potências estrangeiras
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche devastadora
-
Secretário de Energia dos Estados Unidos visita Caracas para negociar acordo histórico de petróleo
-
Irã mira em bases dos EUA em resposta a novos bombardeios
-
John Ternus assume comando da Apple na era da IA e dos smartphones dobráveis
-
Nicarágua proíbe participação de opositores em eleições
-
Moraes enfrenta pressão após ter conversa com Vorcaro exposta
-
Congresso da Nicarágua aprova reforma que proíbe opositores em eleições
-
Zuckerberg e Musk defendem centros de dados de IA
-
Dínamo Moscou volta atrás e desiste da contratação de Gonzalo Plata
-
OpenAI lançará novo modelo com segurança reforçada após invasão
-
Xi Jinping chega ao Egito em meio a ameaças de sanções dos EUA por vínculos com Irã
-
Rybakina estreia com vitória e inicia caça à Sabalenka no US Open
-
Moraes sob pressão após ter conversa com Vorcaro exposta
-
Cobolli vence Comesaña de virada e avança no US Open
-
Governo Assad realizava atividades nucleares não declaradas na Síria, diz AIEA
-
Juventus empresta atacante canadense Jonathan David ao Atlético de Madrid
-
Argentina vive momento de incerteza sem Messi e com futuro de Scaloni indefinido
-
Estados Unidos lançam novos ataques contra o Irã
-
Netanyahu afirma que Israel deteve chefe de segurança do Hamas em Gaza
Zelensky adverte que Rússia 'fará a guerra' contra a Otan
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, acredita que a Rússia está se preparando para "fazer a guerra" contra uma Otan debilitada se o presidente americano, Donald Trump, diminuir o apoio dos Estados Unidos à Aliança Atlântica.
Em entrevista à rede NBC à margem da Conferência de Segurança de Munique, Zelensky também disse que Trump tem a influência necessária para pressionar o presidente russo, Vladimir Putin, a negociar um cessar-fogo na Ucrânia, mas alertou que nunca se deve confiar no líder russo.
"Acreditamos que Putin fará a guerra contra a Otan", disse Zelensky à NBC, em uma entrevista transmitida neste domingo (16), sugerindo que o presidente russo pode estar esperando "uma fragilização da Otan", que poderia ocorrer se "os Estados Unidos pensarem em retirar seu exército da Europa".
Uma Rússia encorajada passaria rapidamente a um modo expansionista, disse o líder ucraniano. "Não sei (se) vão querer 30% da Europa, 50%, não sei. Ninguém sabe. Mas terão esta possibilidade".
No sábado, Zelensky instou, na conferência de Munique, a criação de um exército europeu, argumentando que o continente não podia mais contar com Washington.
"Realmente acredito que chegou o momento. As Forças Armadas da Europa devem ser criadas", disse.
A possibilidade de uma força continental contínua é aventada há anos, sem sucesso, e parece pouco provável que a intervenção de Zelensky mude o panorama.
As últimas advertências de Zelenksy ocorreram depois de Washington anunciar que uma equipe de altos funcionários americanos se reuniria na Arábia Saudita com seus contrapartes de Moscou e Kiev.
Trump afirmou em seguida que provavelmente se reunirá em breve com Putin para negociar o fim do conflito na Ucrânia.
"Não confiem nele. Não confiem em Putin", alertou o presidente ucraniano.
Washington tentou assegurar que Kiev não ficará desamparada após três anos de confrontos militares com a Rússia.
Após se reunir com Zelensky em Munique, o vice-presidente americano, J.D. Vance, disse que os Estados Unidos buscam uma "paz duradoura" que não leve a um maior derramamento de sangue nos próximos anos.
Mas Washington tem dado sinais contraditórios a Kiev, e o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, parece descartar que a Ucrânia se una à Otan ou recupere todo o seu território.
burs-bs/jgc/dw/dg/val/mvv
H.Nasr--SF-PST