-
Ataque a tiros em festa rave na Suíça deixa mulher morta e cinco feridos
-
Federação Holandesa de Futebol propõe cúpula sem Infantino para discutir futuro da Fifa
-
'Dibu' Martínez sofre 3 gols, mas vence em sua estreia no Chelsea
-
Google Maps muda nome do Lago Ontário para 'Lago América' nos EUA
-
Oposição a centros de dados agita eleições de meio de mandato nos EUA
-
Galatasaray anuncia contratação do atacante português Rafael Leão
-
Gonzalo Plata chega ao Dínamo Moscou
-
Naufrágio no Chipre do Norte deixa sete mortos e 23 desaparecidos
-
Islândia rejeita retomar negociações de adesão à União Europeia
-
Rei Haakon da Noruega participa das homenagens ao falecido pai
-
Em meio à lama e à destruição, sobreviventes retornam às suas aldeias no Nepal
-
Nasa lança o telescópio Roman, que criará um novo 'Atlas do Universo'
-
Islândia se recusa a retomar negociações de adesão à União Europeia
-
Venezuela afirma que mantém sua soberania petrolífera após acordo com EUA
-
Operações de resgate no Himalaia avançam com extrema dificuldade
-
Ataque a tiros em festa rave na Suíça deixa um morto e cinco feridos
-
Amazon lança campanha de produtos reacondicionados com descontos até 10 de setembro
-
KGM acelua expansão com investimento chinês e novos modelos
-
Especialista analisa estratégia da China e fragilidade da UE no contexto global
-
Floresta da Tijuca: Santuário diverso para evangélicos, umbandistas e druidas
-
Melhores tablets para jogos em 2026: Guia completo de 9 modelos
-
Quanto ganha um motorista de Uber em 2026? Estimativas por capital
-
Pesquisa da UFRJ aponta quase 3 mil anúncios falsos com a imagem de Drauzio Varella
-
Islândia em suspense após fechamento das urnas em referendo sobre possível adesão à UE
-
Sem Julián Álvarez, Atlético vence Sevilla e dorme na liderança do Espanhol
-
Lens perde na visita ao Strasbourg e cede liderança do Francês ao Lille
-
Juventus vence, mas não convence; Fiorentina perde em casa em seu centenário
-
Rybakina dissipa temores sobre sua lesão antes do US Open
-
Junta militar do Níger afirma ter recuperado "controle" após confrontos com amotinados
-
Leipzig e Dortmund vencem na estreia no Alemão; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3 mil desaparecidos após tragédia
-
Liverpool empata com Forest em casa; Newcastle derruba Tottenham
-
Djokovic desafiará a lógica mais uma vez em sua 20ª participação no US Open
-
Galaxy A57 de 256 GB recebe desconto de 42% na Amazon
-
Arouca vira sobre o Marítimo e alcança terceiro lugar provisório
-
Santa Clara marca no fim e mantém Alverca sem vitórias na I Liga
-
Despiste mata mulher em Cebolais de Cima, no concelho de Castelo Branco
-
Berlim rejeita resgate de dois milhões de euros exigido por hackers
-
Português detido pelo ICE será deportado para Lisboa
-
Perseguição policial termina com três feridos e detenção em Algés
-
Número de mortos em explosão perto de Kiev sobe para 37
-
Nepal pede apoio internacional após enxurrada deixar 680 mortos
-
Entidades denunciam ações da Meta diante de escolas de São Paulo
-
Gemini Notebook adotará limites baseados no custo computacional das tarefas
-
Motoristas britânicos ainda desligam recursos de assistência à condução
-
Padilha visita novo Super Centro de Saúde de Niterói
-
Fluminense supera Bangu no Carioca Sub-20 em Xerém
-
Disparos mobilizam policiamento entre Tijuca e Andaraí
-
Júlio Rocha lança campanha à reeleição em ato em Guapimirim
-
Ataque a depósito militar perto de Kiev mata ao menos 37 pessoas
Mais de 3.000 crianças indígenas morreram em internatos nos EUA (Washington Post)
O número de crianças nativas americanos mortas em internatos nos Estados Unidos é pelo menos o triplo do estimado pelo governo, noticiou, neste domingo (22), o jornal Washington Post.
De 1819 até a década de 1970, os Estados Unidos administram centenas de internatos em todo o país para que crianças indígenas passassem por uma adaptação à cultura dos colonos europeus, incluindo a conversão forçada ao cristianismo.
Uma investigação do Post documentou 3.104 estudantes indígenas que morreram nas escolas entre 1828 e 1970, o triplo de uma avaliação recente do governo sobre o número de vítimas destas instituições.
O presidente americano, Joe Biden, virou notícia em outubro passado quando fez um pedido de desculpas histórico por um dos "capítulos mais obscuros" dos Estados Unidos: as crianças nativas americanas, que eram arrancadas de suas famílias e colocadas em internatos, frequentemente abusivos.
O Post descobriu que em muitos casos as crianças mortas foram enterradas "em cemitérios nas escolas que frequentavam ou perto delas, o que evidencia que, em muitos casos, os corpos das crianças nunca foram enviados a seus lares, a suas famílias ou tribos".
A má conservação dos registros e a passagem do tempo dificultaram a determinação precisa de crianças que morreram nas escolas, onde as condições eram similares à de "campos de prisioneiros", disse um especialista ao jornal.
Alguns cemitérios estão demarcados, enquanto outros "estão ocultos, descuidados ou foram pavimentados", ressaltou o Post, acrescentando que suas conclusões se basearam em "centenas de milhares" de documentos governamentais.
As crianças morreram de doenças, desnutrição e em acidentes, às vezes em circunstâncias suspeitas, segundo o Post.
O discurso de Biden foi feito depois que um relatório do governo documentou a morte de quase 1.000 crianças nestas escolas, embora sempre tenha se acreditado que o número real fosse maior.
A administração Biden investiu significativamente nas comunidades indígenas americanas, ampliando sua autonomia, protegendo locais sagrados ancestrais e priorizando a questão da violência de gênero, entre outras medidas.
Em média, os indígenas americanos seguem sendo mais pobres que o restante da população do país, um fato que os especialistas atribuem a séculos de marginalização.
No Canadá, onde se acredita que mais de 4.000 estudantes de internatos tenham morrido ou desaparecido, uma comissão do governo criticou as escolas por adotarem uma forma de "genocídio cultural".
S.Abdullah--SF-PST