-
Nasa lança o telescópio Roman, que criará um novo 'Atlas do Universo'
-
Islândia se recusa a retomar negociações de adesão à União Europeia
-
Venezuela afirma que mantém sua soberania petrolífera após acordo com EUA
-
Operações de resgate no Himalaia avançam com extrema dificuldade
-
Ataque a tiros em festa rave na Suíça deixa um morto e cinco feridos
-
Amazon lança campanha de produtos reacondicionados com descontos até 10 de setembro
-
KGM acelua expansão com investimento chinês e novos modelos
-
Especialista analisa estratégia da China e fragilidade da UE no contexto global
-
Floresta da Tijuca: Santuário diverso para evangélicos, umbandistas e druidas
-
Melhores tablets para jogos em 2026: Guia completo de 9 modelos
-
Quanto ganha um motorista de Uber em 2026? Estimativas por capital
-
Pesquisa da UFRJ aponta quase 3 mil anúncios falsos com a imagem de Drauzio Varella
-
Islândia em suspense após fechamento das urnas em referendo sobre possível adesão à UE
-
Sem Julián Álvarez, Atlético vence Sevilla e dorme na liderança do Espanhol
-
Lens perde na visita ao Strasbourg e cede liderança do Francês ao Lille
-
Juventus vence, mas não convence; Fiorentina perde em casa em seu centenário
-
Rybakina dissipa temores sobre sua lesão antes do US Open
-
Junta militar do Níger afirma ter recuperado "controle" após confrontos com amotinados
-
Leipzig e Dortmund vencem na estreia no Alemão; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3 mil desaparecidos após tragédia
-
Liverpool empata com Forest em casa; Newcastle derruba Tottenham
-
Djokovic desafiará a lógica mais uma vez em sua 20ª participação no US Open
-
Arouca vira sobre o Marítimo e alcança terceiro lugar provisório
-
Santa Clara marca no fim e mantém Alverca sem vitórias na I Liga
-
Despiste mata mulher em Cebolais de Cima, no concelho de Castelo Branco
-
Berlim rejeita resgate de dois milhões de euros exigido por hackers
-
Português detido pelo ICE será deportado para Lisboa
-
Perseguição policial termina com três feridos e detenção em Algés
-
Número de mortos em explosão perto de Kiev sobe para 37
-
Nepal pede apoio internacional após enxurrada deixar 680 mortos
-
Galaxy A57 de 256 GB recebe desconto de 42% na Amazon
-
Entidades denunciam ações da Meta diante de escolas de São Paulo
-
Gemini Notebook adotará limites baseados no custo computacional das tarefas
-
Googlebooks apostam em hardware premium e IA local além dos Chromebooks
-
Teste com Claude apaga 700 GB de arquivos de desenvolvedor
-
Rock in Rio esgota ingressos para noite de Elton John
-
Antonio Bernardo relaciona criação às marcas deixadas pelo tempo
-
Lavar roupa à noite só reduz a conta em horários baratos da Tarifa Branca
-
Padilha visita novo Super Centro de Saúde de Niterói
-
Bruninho Samudio é reintegrado ao sub-17 do Botafogo
-
Ataque a depósito militar perto de Kiev mata ao menos 37 pessoas
-
Homem morre após ser atingido por trem de carga em Barra Mansa
-
Harry Kane negocia renovação e admite encerrar carreira no Bayern
-
Júlio Rocha lança campanha à reeleição em ato em Guapimirim
-
Disparos mobilizam policiamento entre Tijuca e Andaraí
-
Motoristas britânicos ainda desligam recursos de assistência à condução
-
Fluminense supera Bangu no Carioca Sub-20 em Xerém
-
Integração do Gemini com dados do Workspace pode ser desativada por administradores
-
Recursos de inteligência artificial prolongam vida útil de PCs para jogos
-
Doutor Destino leva vantagem sobre Thanos nos quadrinhos da Marvel
Novos líderes da Síria redobram seu compromisso com o mundo
Os novos líderes da Síria intensificaram nesta terça-feira seu compromisso com os países que consideram o presidente deposto Bashar al Assad um pária e prometeram dissolver as facções rebeldes que contribuíram para derrubar a dinastia que dominou o país durante 50 anos.
Abu Mohamed al Jolani, líder da coalizão, também fez um apelo e pediu o fim das sanções internacionais.
As novas autoridades enfrentam o desafio de unificar um país dilacerado por 13 anos de guerra e de tranquilizar a comunidade internacional, que começa a estabelecer contatos com os seus líderes.
O líder do grupo radical sunita Hayat Tahrir al Sham (HTS), que comandou a ofensiva rebelde, reuniu-se na segunda-feira com representantes britânicos.
A França enviou a primeira missão diplomática a Damasco em 12 anos, liderada por Jean-François Guillaume, que disse que o seu país de preparava para apoiar os sírios durante o período de transição.
O grupo HTS, antigo braço sírio da Al-Qaeda, afirma que rompeu com o jihadismo, mas continua sendo classificado como "terrorista" por várias capitais ocidentais, incluindo Washington e Londres. Agora no poder, tenta moderar sua retórica e prometeu proteger as minorias religiosas.
A União Europeia (UE) reabrirá a sua missão na Síria após conversações "construtivas" com a sua nova liderança, disse a chefe de política externa do bloco, Kaja Kallas, que descreveu a iniciativa como um "passo muito importante".
A ONU prevê que quase um milhão de refugiados sírios retornem ao seu país no primeiro semestre de 2025.
"Prevemos (...) que perto de um milhão de sírios regressarão entre janeiro e junho", disse em Genebra Rema Jamous Imseis, diretora da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) do Oriente Médio e Norte da África.
- Compromissos -
A Síria foi alvo de sanções internacionais devido à repressão de Assad aos protestos, desencadeando uma guerra que matou mais de 500 mil pessoas e forçou metade da população a fugir das suas casas.
Assad deixou para trás um país marcado por décadas de torturas, desaparecimentos e execuções, além de uma má gestão econômica que deixou 70% da população na miséria.
Abu Mohamed al Jolani destacou a necessidade de acabar com "todas as sanções impostas para que os refugiados possam regressar ao seu país", disse em um encontro com uma delegação de diplomatas britânicos.
Em declarações transmitidas no canal Telegram pela HTS, Jolani, que agora atende pelo seu nome verdadeiro Ahmed al Sharaa, garantiu que os grupos em combate na Síria "serão dissolvidos e os combatentes preparados para se unirem às fileiras do Ministério da Defesa, e tudo estará sob a lei".
Com seus aliados Rússia e Irã envolvidos em outros conflitos, Bashar al Assad fugiu para Moscou quando a coalizão rebelde tomou Damasco em 8 de dezembro.
- "Esperança prudente" -
Em Damasco, a maioria das lojas reabriu. Na terça-feira, os comerciantes pintaram a fachadas de branco, apagando as cores da antiga bandeira síria com duas estrelas.
"Há uma semana que trabalhamos sem parar para pintar tudo de branco, mas não temos trabalhadores suficientes para fazer isso em todas as lojas", disse Omar Bachur, um artesão de 61 anos.
Embora o preço de alguns materiais tenha aumentado, o valor da maioria dos produtos essenciais caiu com a suspensão temporária dos impostos.
A queda de Bashar Al Assad desencadeou cenas de alegria e alívio depois de quase 14 anos de guerra civil terem deixado meio milhão de mortos e seis milhões de exilados.
"A Síria deve permanecer unida e é necessário que haja um contrato social entre o Estado e todas as confissões para garantir a justiça social", disse Jolani durante uma reunião com representantes da comunidade drusa, um ramo do islã xiita que representa 3% da população síria antes da guerra.
O.Farraj--SF-PST