-
Islândia em suspense após fechamento das urnas em referendo sobre possível adesão à UE
-
Sem Julián Álvarez, Atlético vence Sevilla e dorme na liderança do Espanhol
-
Lens perde na visita ao Strasbourg e cede liderança do Francês ao Lille
-
Juventus vence, mas não convence; Fiorentina perde em casa em seu centenário
-
Rybakina dissipa temores sobre sua lesão antes do US Open
-
Junta militar do Níger afirma ter recuperado "controle" após confrontos com amotinados
-
Leipzig e Dortmund vencem na estreia no Alemão; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3 mil desaparecidos após tragédia
-
Liverpool empata com Forest em casa; Newcastle derruba Tottenham
-
Djokovic desafiará a lógica mais uma vez em sua 20ª participação no US Open
-
Arouca vira sobre o Marítimo e alcança terceiro lugar provisório
-
Santa Clara marca no fim e mantém Alverca sem vitórias na I Liga
-
Despiste mata mulher em Cebolais de Cima, no concelho de Castelo Branco
-
Berlim rejeita resgate de dois milhões de euros exigido por hackers
-
Português detido pelo ICE será deportado para Lisboa
-
Perseguição policial termina com três feridos e detenção em Algés
-
Número de mortos em explosão perto de Kiev sobe para 37
-
Nepal pede apoio internacional após enxurrada deixar 680 mortos
-
Galaxy A57 de 256 GB recebe desconto de 42% na Amazon
-
Entidades denunciam ações da Meta diante de escolas de São Paulo
-
Gemini Notebook adotará limites baseados no custo computacional das tarefas
-
Motoristas britânicos ainda desligam recursos de assistência à condução
-
Teste com Claude apaga 700 GB de arquivos de desenvolvedor
-
Rock in Rio esgota ingressos para noite de Elton John
-
Antonio Bernardo relaciona criação às marcas deixadas pelo tempo
-
Googlebooks apostam em hardware premium e IA local além dos Chromebooks
-
Lavar roupa à noite só reduz a conta em horários baratos da Tarifa Branca
-
Integração do Gemini com dados do Workspace pode ser desativada por administradores
-
Recursos de inteligência artificial prolongam vida útil de PCs para jogos
-
Lava-louças reduz consumo de água, mas insumos pesam no custo mensal
-
Doutor Destino leva vantagem sobre Thanos nos quadrinhos da Marvel
-
Fluminense supera Bangu no Carioca Sub-20 em Xerém
-
Disparos mobilizam policiamento entre Tijuca e Andaraí
-
Júlio Rocha lança campanha à reeleição em ato em Guapimirim
-
Harry Kane negocia renovação e admite encerrar carreira no Bayern
-
Homem morre após ser atingido por trem de carga em Barra Mansa
-
Ataque a depósito militar perto de Kiev mata ao menos 37 pessoas
-
Bruninho Samudio é reintegrado ao sub-17 do Botafogo
-
Padilha visita novo Super Centro de Saúde de Niterói
-
Paredes considera punição da Fifa por incidentes na final da Copa 'exagerada'
-
Nepal alerta para ameaça da mudança climática após tragédia
-
Liminar do TSE libera campanha de Anthony Garotinho ao governo do Rio
-
Anna Carolina Morais relata separação do cantor Giovani após mais de 20 anos
-
Garotinho retoma campanha ao governo do Rio após decisão provisória do TSE
-
Rio Rotativo Digital chegará ao Saara, à Urca e a novos trechos da Barra
-
Restaurantes do Rio apresentam versões do Nhoque da Fortuna neste dia 29
-
Dois homens são presos com 29 celulares furtados na Expo Sapucaia
-
Isaquias Queiroz conquista ouro no C1 500 metros do Mundial de Canoagem
-
Saúde reforça vacinação contra sarampo após casos em São Paulo
-
Justiça Federal agenda audiência com Discord sobre proteção de menores
Líder dos rebeldes sírios discute 'transferência de poder' após queda de Assad
O líder dos rebeldes sírios, o islamista Abu Mohamed al Jolani, se reuniu, nesta segunda-feira (9), com o ex-primeiro-ministro do país para coordenar a "transferência de poder", no dia seguinte à queda do governo de Bashar al Assad, após uma ofensiva relâmpago.
Assad fugiu da Síria diante do rápido avanço de uma coalizão de rebeldes liderados pela organização islamista Hayat Tahrir al Sham (HTS), que tomou a capital no domingo e colocou fim a mais de cinco décadas de governo da dinastia fundada pelo pai de Bashar, Hafez al Assad.
A Síria estava em guerra civil desde 2011, quando o governo reprimiu violentamente uma onda de protestos pacíficos, o que resultou em um conflito que deixou 500.000 mortos e forçou metade da população a fugir de suas casas.
Al Jolani, que agora usa seu verdadeiro nome Ahmad al Shareh, se encontrou com o ex-primeiro-ministro Mohamed al Jalali "para coordenar uma transferência de poder que garanta o fornecimento de serviços" à população, disseram os rebeldes em um comunicado.
O partido Baath, do presidente deposto, destacou que apoia uma transição "para defender a unidade do país".
O governo de Assad herdou de seu pai Hafez (1971-2000) um complexo prisional utilizado para reprimir qualquer dissidência em relação ao Partido Baath.
Milhares de pessoas se reuniram nesta segunda-feira em frente à prisão de Saydnaya, um símbolo das atrocidades cometidas nas últimas décadas, para procurar seus familiares, muitos dos quais passaram anos nesse local, nos arredores de Damasco.
Os Capacetes Brancos, uma rede de socorristas que operou nas zonas controladas pelos rebeldes durante o conflito, informaram que estão à procura de prisioneiros presos em esconderijos e porões.
Aida Taha, de 65 anos, contou que percorreu as ruas "como uma louca" em busca de seu irmão, detido em 2012.
"Estamos oprimidos há muito tempo", afirmou a mulher, que disse que ainda há detidos nos porões e que precisam dos códigos das portas para entrar.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), uma ONG com sede no Reino Unido que monitora o conflito, estimou no domingo que pelo menos 910 pessoas, incluindo 138 civis, morreram desde o início da ofensiva rebelde em 27 de novembro.
Segundo especialistas, o governo de Assad não conseguiu se manter sem o apoio de seus aliados, já que seu principal apoio, a Rússia, está focada na Ucrânia, e o Irã e o movimento libanês Hezbollah estão desgastados por seus conflitos com Israel.
- "Pesadelo" -
O Parlamento da Síria afirmou nesta segunda-feira que aceitará a "vontade do povo", e na Praça dos Omíadas em Damasco muitas pessoas se reuniram desde cedo para celebrar.
"Nem imaginávamos que este pesadelo fosse terminar", disse Rim Ramadan, de 49 anos, que foi à rotatória onde muitos sírios agitaram a bandeira com três estrelas vermelhas, símbolo da oposição síria.
Al Jolani afirmou no domingo, da mesquita dos Omíadas, na capital síria, que a vitória dos rebeldes foi "para toda a comunidade islâmica".
Al Jolani, nascido em 1982, se distanciou de seu passado vinculado a organizações jihadistas como a Al Qaeda. Além disso, se desfez de seu turbante e cortou sua longa barba, adotando um estilo mais arrumado e vestindo roupas militares ocidentais.
No entanto, a HTS continua sendo considerada um grupo "terrorista" pelos governos ocidentais.
O Conselho de Segurança da ONU se reunirá com caráter de urgência nesta segunda-feira, a pedido da Rússia.
Com a queda de Assad, Áustria, Alemanha, Bélgica, Suécia, Dinamarca, Noruega, Suíça e Reino Unido anunciaram que suspenderão as decisões pendentes sobre pedidos de asilo de cidadãos sírios.
A ONU afirmou que quem assumir o poder na Síria deverá cobrar responsabilidades do regime de Assad.
No entanto, não está claro como Assad poderia ser responsabilizado pela justiça, especialmente após o Kremlin se recusar nesta segunda-feira a confirmar as informações das agências de notícias russas de que ele teria fugido para Moscou.
A embaixada da Síria em Moscou hasteou a bandeira da oposição.
- Mobilização israelense nas Colinas de Golã-
No entanto, essa mobilização de tropas israelenses "constitui uma violação" do acordo de retirada de 1974 entre Israel e Síria, alertou a ONU nesta segunda-feira.
"Não deve haver forças ou atividades militares na zona de separação", afirmou Stephane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU.
Por sua vez, os Estados Unidos afirmaram que essa incursão deve ser "temporária".
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a parte das Colinas de Golã sírias anexadas por Israel pertence ao seu país "para toda a eternidade".
O chanceler israelense também afirmou que Israel atacou "armas químicas" na Síria, para evitar que caíssem "nas mãos de extremistas".
Segundo o OSDH, Israel realizou mais de 100 bombardeios contra locais militares das forças de Assad na Síria nesta segunda-feira, incluindo um centro de pesquisa localizado em Damasco.
bur-cab/feb/an/mb/yr/dd/ic/jb/mvv
E.Aziz--SF-PST