-
Indignação na Áustria com construção de parque empresarial no local de antigo campo nazista
-
Nepaleses buscam familiares desaparecidos após avalanche devastadora
-
Ao menos 37 mortos em ataque russo a depósito de munições perto de Kiev
-
Noruega em luto inaugura nova era sob o reinado de Haakon VIII
-
Islândia decide em referendo se retoma negociações de adesão à UE
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3.000 desaparecidos após tragédia
-
Ao menos 37 mortos em ataque russo a depósito perto de Kiev
-
Imprensa portuguesa destaca regras do SNS e expansão hoteleira no Porto
-
SNS regista 10,77 milhões de utentes e cobertura médica de 87%
-
Receita de pão de queijo pode ser congelada antes de assar
-
Dor no quadril tira Alisson do jogo do Fluminense em Curitiba
-
Justiça abre processo competitivo para venda de 90% da SAF do Vasco
-
Danilo se recupera e pode voltar ao Botafogo no clássico
-
Mel Maia compara fases do corpo e comenta hábitos nas redes sociais
-
Paolla Oliveira publica ensaio com vestido de renda transparente
-
Paes e Ruas propõem isenção de IPVA para motos de até 180 cilindradas
-
Calor fora de época favorece aumento localizado de pernilongos no Rio
-
TSE suspende restrições e restabelece instrumentos de campanha de Garotinho
-
Douglas Ruas alcança teto eleitoral após repasse de R$ 17,78 milhões
-
Favela Mundo abre 200 vagas em cursos gratuitos no Rio
-
Flamengo rejeita proposta do Parma pelo zagueiro João Victor
-
Padre Omar relaciona paz, conversão pessoal e cuidado ambiental
-
Raul Velloso pede prioridade para soluções ao desequilíbrio fiscal
-
Crônica relembra o papel social das barbearias ao longo das décadas
-
Gastão Reis critica Lula e atribui juros altos ao desequilíbrio fiscal
-
Restrição a Garotinho altera cálculos da disputa pelo Governo do Rio
-
Sporting goleia o Rio Ave por 4-0 e assume liderança provisória da I Liga
-
BYD instalará mil carregadores Flash Charging no Brasil em 2027
-
Seis usados econômicos e equipados custam até R$ 45 mil
-
Leapmotor prepara três novos elétricos para o Brasil em 2027
-
Gasolina envelhecida ameaça motores de híbridos plug-in
-
Três jogos de rodas renovam Argo, Onix e Frontier
-
Xiaomi testa proteção de tela semelhante à do Galaxy S26 Ultra
-
Controle Xbox X25 chegará ao Brasil por R$ 799
-
Patente da Meta prevê trava física para câmeras de óculos
-
Prévia de GTA 6 reúne Phil Collins, Lil Wayne e Depeche Mode
-
Descontos levam Chevrolet Onix Plus a menos de R$ 101 mil
-
Fim de semana libera beta de Modern Warfare 4 e outros jogos
-
CyberLeek retira mais de R$ 1,4 milhão de token ligado a GTA 6
-
Alex Atala prepara beach club e complexo gastronômico em Búzios
-
Santos Dumont retoma operações após acidente e mantém 12 cancelamentos
-
Nova definição universal reorganiza os tipos de infarto por causa clínica
-
Guia compara nove tablets voltados a jogos em 2026
-
Oito tablets equilibram preço e recursos em 2026
-
Brave lança aliases para ocultar e-mail real em cadastros
-
Automação do iPhone pode enviar selfie e localização após roubo
-
Motorista de aplicativo zera bateria do BYD Dolphin e sobrevive graças à topografia
-
Bombeiros encontram terceiro corpo em incêndio em São Cristóvão
-
Colunista define narcisismo como 'doença da alma' e aponta humildade como cura
-
Justiça do Equador condena ex-presidente por corrupção
Bombardeios israelenses deixam ao menos 45 mortos no Líbano
Bombardeios israelenses mataram, neste sábado (23), 15 pessoas no centro de Beirute e 30 em redutos do Hezbollah no leste e no sul do Líbano, no inicio do terceiro mês da guerra aberta entre Israel e o movimento islamista libanês.
Uma fonte de segurança libanesa informou que "o alvo" dos bombardeios no bairro de Basta, no centro da capital, foi um alto comando do movimento xiita pró-iraniano.
No entanto, o deputado do Hezbollah, Amin Sherri, negou que um dirigente do movimento estivesse no local.
Israel, que também está em guerra contra o movimento islamista palestino Hamas em Gaza há mais de um ano, busca neutralizar o Hamas e o Hezbollah, aliados do Irã, seu principal inimigo na região.
Na Faixa de Gaza, Israel prometeu aniquilar o Hamas após o ataque mortal de milicianos islamistas no sul do país, em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra. No Líbano, busca pôr fim ao disparo de foguetes que o Hezbollah lança há mais de um ano.
- "Gritando de terror" -
Os moradores da capital libanesa acordaram no sábado ao som de três fortes explosões.
Estes bombardeios, que deixaram pelo menos 15 mortos e 63 feridos, segundo o Ministério da Saúde libanês, destruíram um prédio residencial no bairro densamente povoado de Basta.
Socorristas continuavam procurando vítimas sob os escombros.
"É a primeira vez que acordo gritando de terror", disse à AFP Salah, morador de Basta e pai de dois filhos, acrescentando que saiu correndo de casa com a família.
"O bombardeio foi tão forte que pensei que o edifício fosse desabar sobre nós", contou Samir, de 60 anos.
Bombas também caíram nos subúrbios ao sul de Beirute, reduto do Hezbollah. O Exército israelense afirmou que seus alvos nesta região foram "centros de comando do Hezbollah e outras infraestruturas terroristas".
- Combates em cidade fronteiriça -
No leste e no sul do Líbano, pelo menos 30 pessoas morreram em bombardeios israelenses, segundo o Ministério da Saúde.
O movimento islamista libanês abriu, em 8 de outubro de 2023, no dia seguinte ao início da guerra em Gaza, uma frente contra Israel em apoio ao Hamas.
Depois de quase um ano de hostilidades transfronteiriças, Israel lançou em 23 de setembro uma campanha de bombardeios contra redutos do Hezbollah e uma semana depois iniciou operações terrestres no sul do Líbano.
O objetivo da campanha israelense é afastar o Hezbollah das áreas fronteiriças e permitir o retorno dos 60.000 deslocados do norte de Israel devido às trocas de tiros com o Hezbollah, que também provocaram a fuga de dezenas de milhares de habitantes do sul do Líbano.
Mais de 3.650 pessoas morreram no Líbano em mais de um ano, a maioria desde setembro, segundo o Ministério da Saúde.
O chefe do Pentágono, Lloyd Austin, declarou neste sábado, em um telefonema com seu colega israelense, Israel Katz, que os Estados Unidos estão comprometidos com uma solução diplomática no Líbano.
O ministro israelense assegurou que seu país "continuará atuando com determinação" contra o Hezbollah.
- "Que matem todos nós" -
Austin também instou Israel a melhorar as "terríveis" condições na Faixa de Gaza, onde a Defesa Civil reportou que os bombardeios israelenses deixaram 19 mortos.
"A nossa vida não passa de miséria. Deixem que matem todos nós para acabar com este sofrimento", exclamou Umm Mohamad Abu Sabla, irmã de uma das vítimas em Khan Yunis.
O território palestino, governado pelo Hamas desde 2007, mergulhou em uma grave crise humanitária desde o início da guerra.
Na incursão de 7 de outubro de 2023, milicianos islamistas mataram 1.206 pessoas, a maioria civis, e sequestraram 251, segundo um balanço da AFP baseado em números oficiais israelenses, que incluem os óbitos de alguns reféns levados pelo Hamas.
Dos 251 sequestrados, 97 permanecem cativos em Gaza, mas o Exército israelense estima que 34 tenham morrido.
A ofensiva de retaliação de Israel custou a vida a pelo menos 44.176 pessoas em Gaza, segundo dados do Ministério da Saúde, considerados confiáveis pela ONU.
O braço armado do Hamas anunciou, neste sábado, que uma refém morreu em uma zona de combates no norte do território palestino. O exército israelense informou que está verificando a informação.
Os ministros das Relações Exteriores do G7 discutirão na segunda e na terça-feira as ordens de prisão emitidas na quinta-feira pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, seu ex-ministro da Defesa, Yoav Gallant, e o chefe do braço armado do Hamas, Mohammed Deif.
Os três são acusados de crimes de guerra e crimes contra a humanidade no conflito.
Q.Najjar--SF-PST