-
Welbeck marca seu 1º gol pelo Chelsea em vitória sobre o Luton (2-0) na Copa da Liga
-
Com gol de Raphinha, Barça vence Athletic Bilbao (2-0) e assume liderança na estreia de Rodri
-
MLS suspende técnico do Inter Miami por um jogo
-
Trump diz que Rússia "não atacará" território da Otan
-
'Julián está realmente mal', diz CEO do Atlético de Madrid
-
Alison dos Santos, o atleta que superou suas cicatrizes
-
Dirigente comemora evolução do futebol feminino no Brasil: "Hoje temos várias Martas"
-
Trump assina decreto que muda nome do Lago Ontário para Lago América
-
Novos protestos em Ceuta geram confrontos quase um mês após entrada de migrantes
-
Kremlin chama de "alarmistas" as informações sobre risco de ataque russo à Otan
-
Alison dos Santos bate recorde mundial dos 400 m com barreiras
-
Ministro israelense apresenta plano de 'judaização' de áreas com população árabe significativa
-
Alcaraz e Djokovic podem se enfrentar nas semifinais do US Open
-
Barcelona contrata goleiro da seleção croata Dominik Livakovic
-
Ataque com drones em plena luz do dia deixa um morto e vários feridos na Ucrânia
-
Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA
-
Musiala seguirá afastado, mas responde bem ao tratamento, garante técnico do Bayern
-
Sorteio define caminho difícil para PSG e Barça na Champions; Real Madrid tem mais sorte
-
Enchentes entre Nepal e Tibete deixam quase 400 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Tragédia no Nepal e Tibete: mais de 380 mortos e três portugueses desaparecidos
-
Os adversários dos principais favoritos na fase de liga da Champions
-
Jenni Hermoso retorna ao Atlético de Madrid
-
Galaxy S26 FE vs S25 FE: Principais diferenças e qual vale a pena
-
Piloto argentino Franco Colapinto renova com Alpine até fim da temporada de 2027
-
iCaur confirma chegada de três SUVs ao Brasil em 2027
-
Kremlin rejeita 'histórias alarmistas' sobre o risco de ataque russo à Otan
-
Bouaddi está 'pronto' para jogar pelo Manchester City, diz Maresca
-
Conselho de administração do Atlético de Madrid apoia decisão de não transferir Julián Álvarez para o Barça
-
Sheinbaum quer proibir dupla nacionalidade para altos funcionários no México
-
Uefa 'suspende' ameaça de boicotar competições da Fifa para esta temporada
-
Tottenham segue se reforçando e contrata egípcio Marmoush, do Manchester City
-
Colisão com asteroide pode ter remodelado superfície de Deimos
-
Justiça ordena que presidente da Colômbia se desculpe por ato religioso em sua posse
-
12 aplicativos essenciais para estudantes no regresso às aulas
-
ONU pede que todas as redes sociais adotem um design seguro para crianças
-
Irã executou mais de 500 pessoas até agora em 2026, diz ONG
-
Morre Ratko Mladic, apelidado de 'açougueiro da Bósnia' por crimes de guerra
-
UE diz esperar que Meta proteja 'também nossas crianças' após acordo nos EUA
-
Julgamento de autor intelectual dos ataques de 11/9 será em junho de 2028
-
Tragédia entre Nepal e Tibete deixa ao menos 362 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Julgamento de autor intelectual dos atentados de 11/9 acontecerá em 5 de junho de 2028
-
Irã e Catar discutem situação do Estreito de Ormuz
-
Ratko Mladic, ex-comandante militar dos sérvios da Bósnia, morre aos 84 anos
-
'1666: Amsterdam' marca fim de longa batalha para criador de 'Assassin's Creed'
-
OMS declara Uganda livre do ebola
-
Autoridades pedem calma em Ceuta quase um mês após entrada em massa de migrantes
-
Índia receberá Brasil, Uruguai e Panamá para amistosos de futebol
-
Inspirados pela fé, ativistas judeus enfrentam colonos para proteger palestinos
-
Crianças abrem mão de suas pipas em Gaza diante de ameaças israelenses
-
China intensifica pressão sobre Taiwan com mobilização recorde de navios
Referendo sobre a UE na Moldávia tem vitória apertada do 'Sim'
Os moldávios aprovaram por margem apertada o objetivo de blindar o processo de adesão à União Europeia (UE) na Constituição, em um referendo acirrado que levou a presidente do país, a europeísta Maia Sandu, a denunciar interferências estrangeiras, em uma referência velada à Rússia.
De modo paralelo ao referendo, a Moldávia também celebrou eleições presidenciais no domingo. Sandu, economista de 52 anos, foi a mais votada no primeiro turno, mas precisará disputar um segundo turno difícil.
Na primeira reação oficial, no domingo à noite, a presidente Sandu denunciou um "ataque sem precedentes contra a democracia".
Nesta segunda-feira, a presidente afirmou que seu campo "venceu justamente em uma disputa injusta", tanto no referendo da UE quanto no primeiro turno das eleições presidenciais.
"Vencemos a primeira batalha em uma luta difícil que determinará o futuro do nosso país. Nós lutamos de forma justa e vencemos de forma justa em uma disputa injusta", afirmou Sandu em um vídeo, no qual convoca as pessoas a votar no segundo turno do próximo mês.
O Kremlin exigiu "evidências" das "graves acusações" e denunciou "anomalias" na contagem dos votos do referendo organizado na ex-república soviética fronteiriça com a Ucrânia.
A Comissão Europeia afirmou que a eleição presidencial e o referendo de domingo na Moldávia aconteceram em meio a uma "interferência sem precedentes" da Rússia.
"Tomamos nota de que esta votação ocorreu sob interferência e intimidação sem precedentes por parte da Rússia e dos seus aliados para desestabilizar o processo político moldávio", disse o porta-voz da Comissão, Peter Stano.
Durante boa parte da apuração, o 'Não' liderou a disputa do referendo, mas os votos da diáspora mudaram o resultado final. Após a contagem de 99% dos votos, o 'Sim' tem uma leve vantagem, com 50,28% dos votos, informou a autoridade eleitoral.
"Grupos criminosos, que atuam em comum acordo com forças estrangeiras hostis aos nossos interesses nacionais, atacaram o nosso país com dezenas de milhões de euros, mentiras e propaganda, para fazer nosso país cair na incerteza e na instabilidade", denunciou Sandu.
A Moldávia, com 2,6 milhões de habitantes, fica entre Romênia e Ucrânia, país invadido por Moscou em fevereiro de 2022. A nação tem uma região separatista pró-Rússia no sudeste de seu território, chamada Transnístria, que abriga uma guarnição de soldados russos.
- Segundo turno difícil -
Sandu, que virou as costas a Moscou após a invasão russa da Ucrânia, apresentou a Bruxelas, sede do Executivo europeu, a candidatura de seu país para integrar a UE. Ela convocou o referendo para validar sua estratégia, mas sua estratégia bateu em um muro.
Sem colocar em dúvida as negociações de adesão com os 27 Estados-membros, a vitória apertada "enfraquece um pouco a imagem pró-europeia da população e a liderança de Maia Sandu", comentou o cientista político francês Florent Parmentier, especialista na região.
A presidente da Moldávia tornou-se em 2020 a primeira mulher a ocupar um dos principais cargos do país. Em apenas quatro anos, a ex-economista do Banco Mundial com fama de incorruptível tornou-se uma importante figura europeia de destaque.
Antes do referendo, a Moldávia deu motivos de esperança a Bruxelas, em um contexto geopolítico complicado, com a Ucrânia em guerra e a Geórgia acusada de autoritarismo pró-Rússia, destacou o cientista político.
Mas após o resultado apertado, a vitória de Sandu no segundo turno da eleição presidencial, em 3 de novembro, não é uma certeza.
Sandu liderou o primeiro turno, com quase 42% dos votos. No segundo turno, ela enfrentará Alexandr Stoianoglo, candidato de 57 anos apoiado pelos socialistas pró-Rússia, que recebeu 26% dos votos.
O candidato pode receber os votos de muitos candidatos pequenos e "a terrível armadilha do 'Todos contra Sandu'" pode prejudicar a atual presidente, aponta o analista.
Durante a campanha, Stoianoglo pediu a "restauração da justiça" diante de um governo que, segundo a oposição, estava disposto a cortar direitos. Ele também defendeu uma política externa "equilibrada", da UE à Rússia.
M.AbuKhalil--SF-PST