-
Irmãs Williams e Stan Wawrinka são convidados para disputar o US Open
-
Técnico Arbeloa, do Fulham, confia no desempenho de Gonzalo García na Premier League
-
Estúdio Rockstar Games lamenta vazamento de vídeos do 'GTA VI'
-
EUA se despede de Dolly Parton, a lenda da música country
-
Venus e Serena Williams são convidadas para as duplas femininas do US Open
-
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente iraniano
-
Quase 100 mortos e centenas de desaparecidos após fortes enchentes entre Nepal e China
-
Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em caso sobre dependência de menores nas redes
-
Bill Gates faz advertência sobre consequências da IA
-
Meta atinge acordo com 29 estados dos EUA para limitar uso de adolescentes no Instagram e Facebook
-
Barcelona mantém proposta por Julián Álvarez, diz presidente do clube
-
Inflação nos EUA permanece alta em julho, a 3,7%
-
Polícia dos EUA prende homem com guilhotina em caminhonete em Washington
-
Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em processo por dependência de menores
-
Morre Peter Nadas, uma das grandes vozes da narrativa húngara
-
'Não recuaremos', afirma presidente do TPI sobre sanções dos EUA
-
Príncipe Harry e família retornam ao Reino Unido
-
Fortes enchentes deixam 19 mortos no Nepal e 384 turistas desaparecidos
-
Trabalhadores estrangeiros do Golfo permanecem apesar da guerra: 'Não tenho outra opção'
-
EUA 'não ganhará nada' com pressão econômica, alerta o presidente do Irã
-
Comunidade LGBT dos EUA chora a morte de sua 'diva' Dolly Parton
-
Manchester City contrata o marroquino Bouaddi por mais de 100 milhões de dólares
-
Panamá e El Salvador declaram estado de emergência devido ao intenso fenômeno El Niño
-
Meta negocia acordo extrajudicial com estados dos EUA em caso sobre segurança de menores
-
Irã afirma que Estreito de Ormuz continua fechado apesar de negociações sobre 'corredor temporário' com Omã
-
Polícia australiana procura ladrões de 250.000 dólares en ostras
-
Candidatos de Trump vencem primárias na Carolina do Sul e Oklahoma
-
Incêndio em hospital no Paquistão mata 14 bebês
-
Avós podem ser obrigados a pagar pensão alimentícia se o pai estiver ausente
-
El Niño não enfraqueceu: entenda a pausa nas anomalias de temperatura
-
Como manter o cérebro ativo com hábitos simples no dia a dia
-
Carta de Condução Categoria B: O que pode conduzir?
-
Independiente del Valle vence Tolima e será o adversário do Flamengo nas quartas da Libertadores
-
Uso de redes sociais por menores aumenta na Austrália após proibição
-
Panamá declara emergência para enfrentar seca e tempestades
-
Morre aos 80 anos a lenda do country Dolly Parton
-
Mourinho reencontra o Bernabéu em LaLiga
-
Governo Trump menciona possibilidade de demolir emblemático Kennedy Center
-
Meta sabia que ferramentas para adolescentes eram ineficazes, dizem testemunhas
-
Klay Thompson chega ao Miami Heat com 'grande motivação' e 'muito a provar'
-
Betis vence na visita ao Valencia (1-0) e segue no alto da tabela do Espanhol
-
Ousmane Dembélé terá 'período de descanso', anuncia PSG
-
Bruno Fernandes é eleito melhor jogador do ano da Liga Inglesa
-
Economia global navega entre crises e oportunidades, diz chefe do FMI
-
Prefeito de Nova York e federação de tênis anunciam ingressos a 100 dólares para o US Open
-
Pelo menos um quarto dos jogadores da NFL pode desenvolver doença cerebral, aponta estudo
-
SpaceX anuncia investimento bilionário para construir base espacial no sul dos EUA
-
Atacante francês Christopher Nkunku volta ao RB Leipzig por empréstimo
-
Verstappen correrá contra 100 pilotos de kart amador em Silverstone
-
Israel ocupa centro de formação da ONU para palestinos em Jerusalém oriental
Hezbollah: um movimento libanês com influência regional
O movimento libanês Hezbollah, cujo chefe, Hassan Nasrallah, foi eliminado pelo Exército israelense em um bombardeio ao sul de Beirute na sexta-feira (27), é um dos principais inimigos de Israel.
O grupo político e militar, criado, armado e financiado pelo Irã, travou um conflito mortal com Israel em 2006, que traumatizou a sociedade libanesa e serviu para consolidar o poder da formação.
Após o ataque do movimento islamista Hamas no sul de Israel em 7 de outubro, que desencadeou a guerra na Faixa de Gaza, o Hezbollah reativou a frente norte de Israel em "apoio" ao seu aliado palestino.
Os confrontos na fronteira se transformaram em um conflito quase generalizado no início desta semana, com Israel efetuando uma campanha de bombardeios em larga escala contra os redutos do Hezbollah no sul e no leste do Líbano, assim como na periferia sul de Beirute.
Há meses, Israel tem enfraquecido consideravelmente o movimento, eliminando um a um seus principais comandantes, incluindo seu chefe militar, Fuad Shukr, que morreu em julho em um bombardeio em um subúrbio ao sul de Beirute.
A morte de Hassan Nasrallah é um golpe para o movimento.
- Guerra de 33 dias -
O "Partido de Deus" foi criado em 1982, após a invasão israelense do Líbano, por iniciativa da Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica do Irã.
O movimento virou a ponta de lança da luta contra Israel, que se retirou progressivamente do Líbano até que, em 2000, deixou o sul do Líbano após 22 anos de ocupação.
Desde então, o grupo libanês e Israel entraram em conflito em alguns momentos, até uma guerra em 2006, após o sequestro de dois soldados israelenses na fronteira entre os dois países.
Israel iniciou então uma grande ofensiva. A guerra de 33 dias matou 1.200 libaneses, a maioria civis, e 160 israelenses, a maioria militares.
A Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que acabou com a guerra, estipula que somente o Exército libanês e as forças de paz da ONU devem ser mobilizadas no sul do Líbano.
Mas o Hezbollah manteve sua presença na região, onde, de acordo com analistatas, cavou uma rede de túneis.
O grupo reforçou seu arsenal, que inclui mísseis guiados, e afirma ter mais de 100.000 combatentes.
As principais instituições do movimento ficam no subúrbio sul de Beirute desde que Israel matou o antecessor de Nasrallah, Abbas Masawi, em 1992.
- Expansão regional -
O Hezbollah é o mais influente dos grupos que integram o "eixo de resistência", promovido pelo Irã contra Israel, que reúne o Hamas palestino, os rebeldes huthis do Iêmen e grupos iraquianos.
O partido também forneceu apoio militar ao regime de Bashar al-Assad na Síria, onde uma revolta popular em 2011 virou uma insurreição armada.
Mas desde que as linhas de frente foram congeladas, a formação reduziu seu contingente no país.
- Importante no Líbano -
No final da guerra civil libanesa (1975-1990), o Hezbollah foi a única facção que conservou suas armas em nome da "resistência" contra Israel.
O grupo se estabeleceu como uma força política inevitável e seus críticos o acusam de constituir um "Estado dentro de um Estado". Nasrallah era considerado o homem mais poderoso do país.
O movimento integra o governo e o Parlamento, onde nem seu lado nem seus oponentes têm maioria absoluta, o que significa que nos últimos dois anos o país não conseguiu definir um presidente da república.
Sua popularidade e influência crescente na comunidade xiita são sustentadas por uma ampla rede de escolas, hospitais e associações que atendem a seus simpatizantes.
Em 1997, o governo dos Estados Unidos incluiu o Hezbollah em sua lista de organizações “terroristas” e submeteu o grupo a sanções econômicas e bancárias.
Washington o acusa por dois bombardeios simultâneos em 23 de outubro de 1983 em Beirute, que mataram 241 fuzileiros navais americanos e 58 paraquedistas franceses. Também o acusa de ter feito reféns ocidentais durante a guerra no Líbano.
Desde 2013, a UE também considera o braço armado do movimento uma organização "terrorista".
O partido foi acusado de envolvimento no assassinato do ex-primeiro-ministro libanês Rafic Hariri, pelo qual dois de seus membros foram condenados à revelia à prisão perpétua em 2022.
P.Tamimi--SF-PST