-
Tenista tcheca Marketa Vondrousova recorre na CAS contra suspensão por recusar teste antidoping
-
Escaladores do Empire State se beijam em frente a tribunal
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de migrantes em situação irregular
-
Liverpool precisa melhorar após temporada 'inaceitável', diz Van Dijk
-
França busca assinar acordo sobre parque temático de 'Dragon Ball' durante visita de príncipe saudita
-
Samuel Eto'o declara apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino
-
Justiça da Noruega analisa licenças petroleiras questionadas por ambientalistas
-
Trump anuncia que vai aumentar em 50% tarifas sobre carros e aço do Canadá em 2027
-
Trump afirma que Irã está em colapso após ameaça do 'Dia D econômico'
-
Noosha Aubel: Hur mycket administrativt misslyckande tål Potsdam till?
-
Noosha Aubel: Πόση διοικητική αποτυχία μπορεί να αντέξει ακόμα το Πότσδαμ?
-
Ataques contra Cruz Vermelha na RD Congo 'dificultam' luta contra o ebola
-
Reino Unido reafirma apoio à Ucrânia antes de reunião dos aliados em Kiev
-
Primeiro-ministro da Austrália quer proibir centros de dados perto de escolas
-
Noosha Aubel: Kolik administrativních selhání ještě Potsdam snese?
-
Noosha Aubel: Ile jeszcze nieudolności administracyjnej wytrzyma Poczdam?
-
Нуша Аубель: Сколько ещё Потсдам сможет выдержать административных провалов?
-
नूशा ऑबेल: पॉट्सडैम और कितनी प्रशासनिक विफलता सहन कर सकता है?
-
ヌーシャ・オーベル:ポツダムは、あとどれだけの行政の失態に耐えられるのか?
-
누샤 아우벨: 포츠담은 행정 실패를 얼마나 더 견뎌낼 수 있을까?
-
努莎·奧貝爾:波茨坦還能承受多少行政失職?
-
نوشا أوبيل: إلى أي مدى ستتحمل بوتسدام المزيد من الفشل الإداري؟
-
Нуша Аубель: Скільки ще Потсдам витримає адміністративних провалів?
-
Noosha Aubel: Quanta mais ineficiência administrativa é que Potsdam ainda consegue suportar?
-
Gavi sofre 'contusão' na estreia do Campeonato Espanhol
-
Harry, o retorno do filho pródigo ao Reino Unido
-
Tesla faz recall de milhões de carros na China por motivos de segurança
-
Irã desafia ameaça americana de 'Dia D econômico'
-
Ucrânia recebe aliados europeus em momento de intensificação dos ataques russos
-
Gigante do comércio digital Shein quer arrecadar US$ 1,7 bilhão com entrada na Bolsa
-
Nova Zelândia apresenta projeto para proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia, denuncia HRW
-
UE libera mais US$ 7,1 bilhões em ajuda militar para a Ucrânia
-
Anistia Internacional denuncia uso excessivo da força policial em protestos na Índia
-
Coco Gauff vence Jessica Pegula e conquista WTA 1000 de Cincinnati pela 2ª vez
-
Primeiro-ministro britânico viajará na segunda-feira para Kiev
-
Aleksander Ceferin, chefe da Uefa, diz que não será candidato à presidência da Fifa
-
Síria confirma diálogos com Israel para reduzir tensões após ataques
-
Raphina marca dois e Barça estreia no Espanhol com goleada sobre Elche (5-0)
-
Arthur Fils vence Frances Tiafoe e conquista Masters 1000 de Cincinnati
-
Juventus e Milan estreiam com vitórias no Italiano
-
Trump encerra festejos do 250º aniversário dos EUA com corrida da IndyCar em Washington
-
Ferran Torres salva empate na visita do PSG ao Rennes (2-2) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
Atacante suíço Breel Embolo deixa Rennes e se transfere para o Atlanta United
-
Boca de urna indica vitória de partido governista nas legislativas do Cazaquistão
-
Norris vence GP dos Países Baixos, Verstappen bate na 1ª volta e Bortoleto termina em 13º
-
Juventus vence recém-promovido Frosinone (1-0) com gol de Bremer na estreia no Italiano
-
Sheinbaum saúda recuo de governador acusado nos EUA de retomar cargo no México
-
Harry Kane é eleito jogador do ano na Alemanha, à frente de Olise
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou"
Milhares de pessoas deixam região ucraniana de Kharkiv, onde Rússia prossegue com ofensiva
Os combates prosseguem, nesta segunda-feira (13), na região de Kharkiv, nordeste da Ucrânia, onde mais de 30 localidades estão sob ataque russo, segundo as autoridades, e quase 6.000 habitantes deixaram a área devido à ofensiva de Moscou.
"Mais de 30 localidades da região de Kharkiv são alvos do fogo de artilharia inimigo", anunciou o governador Oleg Sinegubov nas redes sociais.
A autoridade declarou que 5.762 habitantes foram retirados da região desde o início dos combates.
Estima-se que outras 1.600 pessoas sejam retiradas dos arredores nesta segunda-feira, apesar de "uma situação bastante complicada", acrescentou.
O chefe do Conselho de Segurança ucraniano, Oleksandr Lytvynenko, afirmou, por sua vez, que "mais de 30.000 soldados" russos participam da ofensiva de Moscou na região de Kharkiv, cuja capital de mesmo nome e segunda maior cidade do país, "não está ameaçada" neste momento, assegurou.
As forças russas atravessaram a fronteira na sexta-feira, em uma ofensiva na direção de Lipsi e Vovchansk, duas localidades situadas, respectivamente, a 20 e 50 quilômetros ao nordeste de Kharkiv.
"O inimigo está conseguindo sucessos táticos", admitiu nesta segunda-feira o Estado-Maior ucraniano em um comunicado publicado no Facebook.
- "Horrível" -
Segundo o canal 'DeepState' do Telegram, próximo do Exército ucraniano, os russos conseguiram ocupar cerca de 70 km² em Lipsi, e 34 km² em Vovchansk.
As autoridades regionais relataram um morto e três feridos em um bombardeio em uma localidade no oeste de Kharkiv, a cerca de 30 km da área dos combates.
Na vila de Ruski Tyshky, a sete quilômetros de Lipsi, foi possível ouvir uma sequência de explosões de longe, constatou a AFP.
Katerina Stepanova, de 74 anos, foi retirada desta vila com o filho. Diversas bombas explodiram em sua rua.
"Fugi com o que estava vestindo, roupa suja [...] Felizmente, pelo menos estamos vivos. É tão horrível o que está acontecendo ali. O que estes idiotas estão fazendo? As casas estão em chamas", declarou ela à AFP em um primeiro ponto de encontro para pessoas que deixaram suas residências.
Após quatro dias de ofensiva, "não foram registrados avanços de grande escala das defesas inimigas", segundo o canal no Telegram Rybar, próximo ao Exército russo.
"Depois de limpar a zona fronteiriça 'cinzenta', as unidades de assalto russas se concentraram em penetrar os redutos e as linhas defensivas das forças armadas ucranianas", informou o canal na segunda-feira.
- Intensificação dos bombardeios -
Este avanço russo ocorre em um momento no qual o presidente Vladimir Putin destituiu seu ministro da Defesa, Sergei Shoigu, no domingo (12), após dois anos de conflito na Ucrânia.
O novo titular, o economista Andrei Belousov, não possui experiência militar, assim como Shoigu quando foi nomeado em 2012.
Com esta decisão, o presidente da Rússia se prepara para uma "guerra de longa duração [...] também contra todo o Ocidente, uma guerra contra a Otan", disse Lytvynenko nesta segunda-feira.
Já as forças ucranianas estão intensificando seus ataques na Rússia e nas áreas da Ucrânia ocupadas por Moscou, sobretudo contra infraestruturas energéticas.
Os ataques atribuídos a Kiev na zona ocupada de Luhansk (leste) e na região russa de Kursk deixaram pelo menos quatro mortos e sete feridos, segundo as autoridades russas.
A defesa ucraniana reivindicou um bombardeio contra um terminal de petróleo na região russa de Belgorod e uma subestação de energia elétrica em Lipetsk.
As autoridades russas não confirmaram o ataque a Belgorod, mas o governador de Lipetsk afirmou que uma subestação sofreu um incêndio, sem revelar detalhes ou culpar diretamente a Ucrânia.
A cidade de Krasnodon, que fica perto da fronteira com a Rússia, 45 quilômetros ao sudeste de Luhansk, a capital regional, está sob controle russo desde 2014.
O.Salim--SF-PST