-
Ataques contra Cruz Vermelha na RD Congo 'dificultam' luta contra o ebola
-
Reino Unido reafirma apoio à Ucrânia antes de reunião dos aliados em Kiev
-
Primeiro-ministro da Austrália quer proibir centros de dados perto de escolas
-
Noosha Aubel: Quanta mais ineficiência administrativa é que Potsdam ainda consegue suportar?
-
Gavi sofre 'contusão' na estreia do Campeonato Espanhol
-
Harry, o retorno do filho pródigo ao Reino Unido
-
Tesla faz recall de milhões de carros na China por motivos de segurança
-
Irã desafia ameaça americana de 'Dia D econômico'
-
Ucrânia recebe aliados europeus em momento de intensificação dos ataques russos
-
Gigante do comércio digital Shein quer arrecadar US$ 1,7 bilhão com entrada na Bolsa
-
Nova Zelândia apresenta projeto para proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia, denuncia HRW
-
UE libera mais US$ 7,1 bilhões em ajuda militar para a Ucrânia
-
Anistia Internacional denuncia uso excessivo da força policial em protestos na Índia
-
Coco Gauff vence Jessica Pegula e conquista WTA 1000 de Cincinnati pela 2ª vez
-
Primeiro-ministro britânico viajará na segunda-feira para Kiev
-
Aleksander Ceferin, chefe da Uefa, diz que não será candidato à presidência da Fifa
-
Síria confirma diálogos com Israel para reduzir tensões após ataques
-
Raphina marca dois e Barça estreia no Espanhol com goleada sobre Elche (5-0)
-
Arthur Fils vence Frances Tiafoe e conquista Masters 1000 de Cincinnati
-
Juventus e Milan estreiam com vitórias no Italiano
-
Trump encerra festejos do 250º aniversário dos EUA com corrida da IndyCar em Washington
-
Ferran Torres salva empate na visita do PSG ao Rennes (2-2) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
Atacante suíço Breel Embolo deixa Rennes e se transfere para o Atlanta United
-
Boca de urna indica vitória de partido governista nas legislativas do Cazaquistão
-
Norris vence GP dos Países Baixos, Verstappen bate na 1ª volta e Bortoleto termina em 13º
-
Juventus vence recém-promovido Frosinone (1-0) com gol de Bremer na estreia no Italiano
-
Sheinbaum saúda recuo de governador acusado nos EUA de retomar cargo no México
-
Harry Kane é eleito jogador do ano na Alemanha, à frente de Olise
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou"
-
Liverpool, do novo técnico Iraola, arranca empate nos acréscimos (2-2) na visita ao Newcastle
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou", diz Palácio
-
Atlético de Madrid empata com Villarreal (2-2) em meio a vaias para Julián Álvarez
-
Tragédia em aterro sanitário deixa 30 mortos na Guiné
-
Etíope Yomif Kejelcha bate recorde mundial na Meia Maratona de Buenos Aires
-
Na estreia do técnico Davide Ancelotti, Lille vence Angers (2-0) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
China anuncia adiamento de missão lunar
-
Lando Norris (McLaren) vence GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto termina em 13º
-
Manchester City de Maresca estreia no Inglês com virada sobre o Bournemouth (2-1)
-
Governo Trump prevê que guerra comercial terá impacto 'devastador' para o Canadá
-
Milhares protestam na Suécia contra as mudanças climáticas antes das eleições gerais
-
Defesa Civil relata três mortos, incluindo uma criança, em bombardeios israelenses em Gaza
-
Robôs pulverizam recordes durante competição em Pequim
-
Zelensky rejeita celebrar eleições porque 'dividiria a Ucrânia'
-
O 'costureiro do sagrado' que vestiu três papas
-
Zelensky diz que celebrar eleições em tempos de guerra 'dividiria a Ucrânia'
-
Alibaba planeja emitir US$ 10 bilhões em ações para financiar ivestimentos em IA
-
Presidente do Irã admite que país enfrenta 'muitas dificuldades"
-
Arthur Fils vence Cobolli e enfrentará Tiafoe na final do Masters 1000 de Cincinnati
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA diz que deixará o cargo novamente
Biden ameaça suspender fornecimento de armas se Israel invadir Rafah
O presidente Joe Biden alertou, nesta quarta-feira (8), que deixará de fornecer a Israel "projéteis de artilharia" e outras armas se uma grande ofensiva for lançada contra a cidade palestina de Rafah, em um aviso sem precedentes de Washington.
"Se entrarem em Rafah - ainda não entraram em Rafah -, se entrarem em Rafah, não fornecerei as armas que têm sido utilizadas [...] contra as cidades", disse Biden em entrevista à CNN.
"Não vamos fornecer as armas e projéteis de artilharia que têm sido utilizados" na guerra de Israel contra o grupo islamista Hamas na Faixa de Gaza, afirmou.
"Houve civis mortos em Gaza como resultado destas bombas" e isso "está errado", respondeu quando perguntado pela rede sobre a suspensão na semana passada da entrega de um carregamento de bombas a Israel.
Esta é a primeira vez que o democrata de 81 anos impõe publicamente condições ao apoio militar dos Estados Unidos a Israel, um aliado-chave no Oriente Médio.
No entanto, ele assegurou que os Estados Unidos continuarão "garantindo que Israel esteja protegido pela Cúpula de Ferro", seu escudo de defesa antiaérea.
Perguntado sobre a operação militar que Israel lançou em Rafah, cidade no sul da Faixa onde mais de um milhão de palestinos se refugiaram, Biden disse que não afetava "centros de população", sugerindo assim que não se tratava de uma ofensiva de grande escala que exigisse uma reação de sua parte.
"Deixei claro para 'Bibi' e para o gabinete de guerra: Vocês não contarão com nosso apoio se de fato atacarem esses centros de população", afirmou o presidente americano, referindo-se ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por seu apelido.
Em declarações a um comitê do Congresso, o secretário de Defesa, Lloyd Austin, confirmou que na semana passada foi congelado o envio de 1.800 bombas de 907 kg e outras 1.700 de 226 kg.
- 'Pressão americana' -
Biden assumiu o papel de defensor de Israel após o ataque sem precedentes do Hamas em 7 de outubro, mas sua relação com Netanyahu se deteriorou.
Naquele dia, membros do grupo islamista mataram 1.170 pessoas, na maioria civis, e sequestraram cerca de 250, segundo autoridades israelenses.
Israel estima que, após uma troca de reféns por prisioneiros palestinos em novembro, 128 pessoas permanecem detidas em Gaza, das quais 36 teriam morrido.
Israel lançou uma ofensiva de retaliação que já deixou 34.844 mortos em Gaza, em sua maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do território, governado pelo Hamas desde 2007.
Resta ver qual será o efeito do aviso dos Estados Unidos.
Jon Alterman, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) em Washington, estima que o descontentamento americano certamente influencia, mas "os israelenses também estão fazendo seus próprios cálculos".
Outro especialista, Raphael Cohen, do centro de pesquisa RAND, acredita que "apesar da retórica de Netanyahu, Israel está levando muito a sério a pressão americana". Ele cita como exemplo a abertura de vários postos fronteiriços na Faixa de Gaza sob pressão de Washington, o último deles em Kerem Shalom.
"Isso dito, acho que será difícil para Netanyahu abandonar completamente a operação em Rafah", acrescenta.
S.AbuJamous--SF-PST