-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou", diz Palácio
-
Atlético de Madrid empata com Villarreal (2-2) em meio a vaias para Julián Álvarez
-
Tragédia em aterro sanitário deixa 30 mortos na Guiné
-
Etíope Yomif Kejelcha bate recorde mundial na Meia Maratona de Buenos Aires
-
Na estreia do técnico Davide Ancelotti, Lille vence Angers (2-0) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
China anuncia adiamento de missão lunar
-
Lando Norris (McLaren) vence GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto termina em 13º
-
Manchester City de Maresca estreia no Inglês com virada sobre o Bournemouth (2-1)
-
Governo Trump prevê que guerra comercial terá impacto 'devastador' para o Canadá
-
Milhares protestam na Suécia contra as mudanças climáticas antes das eleições gerais
-
Defesa Civil relata três mortos, incluindo uma criança, em bombardeios israelenses em Gaza
-
Robôs pulverizam recordes durante competição em Pequim
-
Zelensky rejeita celebrar eleições porque 'dividiria a Ucrânia'
-
O 'costureiro do sagrado' que vestiu três papas
-
Zelensky diz que celebrar eleições em tempos de guerra 'dividiria a Ucrânia'
-
Alibaba planeja emitir US$ 10 bilhões em ações para financiar ivestimentos em IA
-
Presidente do Irã admite que país enfrenta 'muitas dificuldades"
-
Arthur Fils vence Cobolli e enfrentará Tiafoe na final do Masters 1000 de Cincinnati
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA diz que deixará o cargo novamente
-
Pegula vence Swiatek e vai à final do WTA 1000 de Cincinnati
-
Nicarágua aprova proposta constitucional que visa barrar resoluções internacionais
-
Real Madrid de Mourinho vence Espanyol no fim (2-1) na estreia em LaLiga
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização no país
-
Arthur Fils vence Cobolli e é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Irã diz que vai considerar "inimigo" qualquer país que participe da "guerra econômica" dos EUA
-
Bayern vence na visita ao Dortmund (2-1) e conquista Supercopa da Alemanha
-
Füllkrug marca em seu retorno ao Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Inter de Milão abre a Serie A com goleada sobre o Monza (4-1)
-
Arthur Fils vence Cobolli é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Atual vice-campeão, Lens goleia Auxerre (5-2) em sua estreia na Ligue 1
-
Carney decide enfrentar Trump, apesar dos perigos
-
João Pedro renova com Chelsea até 2032
-
Sheinbaum critica "arrogância" de governador mexicano procurado por tráfico nos EUA
-
Canadá responde com tarifas após fracasso das negociações com EUA
-
Serena Williams e Carlos Alcaraz se unem para as duplas mistas do US Open
-
Ataques entre Ucrânia e Rússia deixam 13 mortos
-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
-
Papa Leão XIV pede coragem para enfrentar a desigualdade
-
Kimi Antonelli vai largar do meio do grid no GP da Itália em setembro
-
Manchester United perde (2-0) em sua estreia no Inglês para o recém-promovido Hull
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização
-
Rodri não jogará na estreia do Barça no Campeonato Espanhol, diz Flick
-
Navio sul-coreano inicia viagem pela rota do Ártico
-
Juíza anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países
-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
Sob pressão internacional, Israel reforça seu direito de 'proteger-se'
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reforçou nesta quarta-feira (17) "o direito" de Israel de "proteger-se", em resposta aos pedidos internacionais para que evite adotar represálias maciças ao recente bombardeio iraniano.
Israel manifestou várias vezes sua determinação de responder ao ataque inédito de sábado, apesar de quase todos os 350 drones e mísseis lançados pela República Islâmica terem sido interceptados com a ajuda dos Estados Unidos e de outros países.
Teerã executou o ataque em represália ao bombardeio contra seu consulado em Damasco, atribuído a Israel, no qual morreram sete membros da Guarda Revolucionária.
Após o ataque, a troca de ameaças aumentou, em um cenário regional tenso desde o início, em outubro, da guerra de Gaza entre Israel e o movimento islamista palestino Hamas, apoiado pelo Irã.
Nesta quarta-feira, os ministros das Relações Exteriores do Reino Unido, David Cameron, e da Alemanha, Annalena Baerbock, visitaram Israel e pediram moderação.
"Esperamos que Israel reaja de uma forma que contribua o menos possível para uma escalada, e de uma forma ao mesmo tempo inteligente e dura", declarou Cameron.
"Agora todo mundo deve agir de forma pensada e responsável; não falo em ceder, falo de moderação inteligente", declarou a ministra alemã.
- Chamado "ao mundo inteiro" -
Israel "reserva-se o direito de proteger-se", declarou Benjamin Netanyahu durante suas conversas com os ministros europeus.
"O mundo inteiro deve trabalhar de maneira decisiva e desafiadora contra a ameaça do regime iraniano", afirmou o presidente israelense Isaac Herzog.
O Irã exibiu mísseis e drones em um desfile pelo dia de suas Forças Armadas.
"Se o regime sionista cometesse a menor agressão contra o nosso território, a resposta seria feroz e severa", declarou o presidente iraniano Ebrahim Raisi, na direção dos comandantes militares, após o desfile, que aconteceu em uma base próxima de Teerã.
Raisi também falou sobre o ataque de sábado, que segundo ele foi "moderado e punitivo".
Em outra frente, quatorze soldados israelenses ficaram feridos no norte, informou o Exército, após um bombardeio reivindicado pelo movimento libanês Hezbollah, aliado do Irã.
Imagens da AFP do sul do Líbano mostraram uma patrulha da Força Provisória das Nações Unidas (Unifil) atravessando cidades abandonadas e devastadas ao longo da fronteira.
- Estagnação nas negociações de trégua -
As negociações para obter uma nova trégua em Gaza, que permita a libertação dos reféns israelenses nas mãos do Hamas em troca de palestinos detidos em Israel, estão "estagnadas", afirmou o primeiro-ministro do Catar, país que atua como mediador ao lado dos Estados Unidos e do Egito.
"Nós estamos passando por uma etapa delicada, com alguma estagnação, e estamos tentando, o tanto quanto possível, resolver a estagnação", afirmou o primeiro-ministro do Catar, Mohamed bin Abdulrahman Al Thani.
Os combates das últimas 24 horas deixaram 56 mortos em Gaza e já são 33.899 mortos em Gaza desde o início da guerra, segundo fontes do Ministério da Saúde do território e de Israel, respectivamente.
O conflito começou em 7 de outubro, quando combatentes do Hamas atacaram o território israelense e assassinaram 1.170 pessoas e sequestraram mais de 250, segundo uma contagem da AFP com base em dados oficiais israelenses.
Após uma troca de reféns por presos durante una trégua de uma semana no final de novembro, 129 continuam sequestradas em Gaza, incluindo 34 que teriam sido mortas, segundo autoridades israelenses.
Netanyahu mantém o projeto de ofensiva terrestre em Rafah, no sul da Faixa, que virou um refúgio para mais de um milhão de palestinos que fugiram da destruição em outras partes do território.
A ONU teme um cenário de fome generalizada e apresenta nesta quarta-feira um apelo por doações de 2,8 bilhões de dólares (14,7 bilhões de reais) para ajudar os palestinos em Gaza e também na Cisjordânia.
Netanyahu negou "as acusações das organizações internacionais sobre fome em Gaza" e assegurou que Israel fazia "o possível em matéria humanitária".
- Novas sanções contra o Irã -
A Casa Branca anunciou que "nos próximos dias" adotará novas sanções contra o Irã, incluindo seu programa de drones e mísseis, o Ministério da Defesa e a Guarda Revolucionária.
A UE também planeja ampliar o alcance das suas. Cameron expressou o desejo de que os países do G7, as principais potências ocidentais, imponham "sanções coordenadas" contra o Irã.
O conflito provocou a retomada com mais intensidade do debate sobre a necessidade de criar um Estado palestino.
O Conselho de Segurança da ONU votará nesta quinta-feira o pedido dos palestinos para virar um Estado-membro de pleno direito das Nações Unidas.
Uma iniciativa que provavelmente vai esbarrar no veto dos Estados Unidos, que considera que a ONU não é o local ideal para tal reconhecimento, e sim um acordo com Israel.
K.Hassan--SF-PST