-
Na estreia do técnico Davide Ancelotti, Lille vence Angers (2-0) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
China anuncia adiamento de missão lunar
-
Lando Norris (McLaren) vence GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto termina em 13º
-
Manchester City de Maresca estreia no Inglês com virada sobre o Bournemouth (2-1)
-
Governo Trump prevê que guerra comercial terá impacto 'devastador' para o Canadá
-
Milhares protestam na Suécia contra as mudanças climáticas antes das eleições gerais
-
Defesa Civil relata três mortos, incluindo uma criança, em bombardeios israelenses em Gaza
-
Robôs pulverizam recordes durante competição em Pequim
-
Zelensky rejeita celebrar eleições porque 'dividiria a Ucrânia'
-
O 'costureiro do sagrado' que vestiu três papas
-
Zelensky diz que celebrar eleições em tempos de guerra 'dividiria a Ucrânia'
-
Alibaba planeja emitir US$ 10 bilhões em ações para financiar ivestimentos em IA
-
Presidente do Irã admite que país enfrenta 'muitas dificuldades"
-
Arthur Fils vence Cobolli e enfrentará Tiafoe na final do Masters 1000 de Cincinnati
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA diz que deixará o cargo novamente
-
Pegula vence Swiatek e vai à final do WTA 1000 de Cincinnati
-
Nicarágua aprova proposta constitucional que visa barrar resoluções internacionais
-
Real Madrid de Mourinho vence Espanyol no fim (2-1) na estreia em LaLiga
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização no país
-
Arthur Fils vence Cobolli e é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Irã diz que vai considerar "inimigo" qualquer país que participe da "guerra econômica" dos EUA
-
Bayern vence na visita ao Dortmund (2-1) e conquista Supercopa da Alemanha
-
Füllkrug marca em seu retorno ao Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Inter de Milão abre a Serie A com goleada sobre o Monza (4-1)
-
Arthur Fils vence Cobolli é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Atual vice-campeão, Lens goleia Auxerre (5-2) em sua estreia na Ligue 1
-
Carney decide enfrentar Trump, apesar dos perigos
-
João Pedro renova com Chelsea até 2032
-
Sheinbaum critica "arrogância" de governador mexicano procurado por tráfico nos EUA
-
Canadá responde com tarifas após fracasso das negociações com EUA
-
Serena Williams e Carlos Alcaraz se unem para as duplas mistas do US Open
-
Ataques entre Ucrânia e Rússia deixam 13 mortos
-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
-
Papa Leão XIV pede coragem para enfrentar a desigualdade
-
Kimi Antonelli vai largar do meio do grid no GP da Itália em setembro
-
Manchester United perde (2-0) em sua estreia no Inglês para o recém-promovido Hull
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização
-
Rodri não jogará na estreia do Barça no Campeonato Espanhol, diz Flick
-
Navio sul-coreano inicia viagem pela rota do Ártico
-
Juíza anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países
-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
China recebe Lavrov e promete reforçar a 'cooperação estratégica' com a Rússia
O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, prometeu nesta terça-feira (9) reforçar a "cooperação estratégica" com Moscou, depois de se reunir em Pequim com o seu homólogo russo, Serguei Lavrov.
"O ministro das Relações Exteriores, Lavrov, e eu tivemos uma conversa profunda sobre várias questões internacionais e regionais quentes (...), incluindo os conflitos da Ucrânia e o palestino-israelense", disse Wang em coletiva de imprensa.
"Como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e grandes potências emergentes, China e Rússia devem claramente estar do lado do progresso histórico, da igualdade e da justiça", disse Wang em coletiva de imprensa.
Lavrov reuniu-se depois com o presidente chinês, Xi Jinping, na tarde desta terça-feira, informou a imprensa estatal.
"A China apoiará o desenvolvimento estável da Rússia sob a liderança do (presidente Vladimir) Putin. Pequim e Moscou continuarão fortalecendo sua cooperação estratégica no cenário mundial e fornecendo apoio firme um ao outro", disse Wang Yi durante a reunião, de acordo com o agência russa RIA Novosti.
Lavrov chegou na segunda-feira à China para uma visita de dois dias, na qual os dois países buscam reforçar os seus laços diplomáticos, em plena invasão russa da Ucrânia.
"Quero enfatizar que, como grande potência responsável, a China sempre decide as suas posições de forma independente, com base nos acertos e erros específicos de cada situação", acrescentou Wang Yi.
"Ao mesmo tempo, como força de paz e estabilidade, a China continuará desempenhando um papel construtivo no cenário internacional (…) e nunca colocará lenha na fogueira", assegurou.
- Relação desigual -
Na mesma conferência, Lavrov criticou as sanções impostas pelos países ocidentais contra Moscou e outros países.
O Ocidente "aplica sanções ilegais contra inúmeros Estados, entre eles a Rússia, claro". "Esta política também está começando a ser aplicada ativamente contra (a China)", alertou.
Os analistas indicaram que a China tem a posição dominante na sua relação com a Rússia e que a sua influência cresce à medida que o isolamento internacional de Moscou se intensifica.
Esta assimetria está "mudando a favor da China", uma vez que o seu apoio permite a Moscou "continuar a luta, ao fornecer-lhe materiais muito necessários para a sua máquina de guerra", disse Alexander Gabuev, diretor do Carnegie Russia Eurasia Center, à AFP.
"A China tem maior poder de negociação e muito mais opções do que a Rússia, e a sua influência sobre o seu vizinho do norte está em constante crescimento", acrescentou. "A Rússia se trancou em uma vassalagem com a China".
O ministro russo também agradeceu à China pelo seu "apoio" após a recente reeleição de Putin, na qual não enfrentou nenhuma oposição real.
Nos últimos anos, China e Rússia intensificaram a cooperação econômica e os contatos diplomáticos, com uma aliança estratégica que cresceu desde a invasão da Ucrânia.
A China afirma ser uma parte neutra no conflito ucraniano, mas enfrentou críticas por se recusar a condenar a ofensiva de Moscou.
As potências ocidentais também exigem que a China utilize a sua influência sobre a Rússia para trazer a paz à Ucrânia.
O secretário de Estado americano, Antony Blinken, criticou na semana passada que "a China continua fornecendo materiais" para apoiar o complexo militar-industrial russo.
S.AbuJamous--SF-PST