-
Zelensky rejeita celebrar eleições porque 'dividiria a Ucrânia'
-
O 'costureiro do sagrado' que vestiu três papas
-
Zelensky diz que celebrar eleições em tempos de guerra 'dividiria a Ucrânia'
-
Alibaba planeja emitir US$ 10 bilhões em ações para financiar ivestimentos em IA
-
Presidente do Irã admite que país enfrenta 'muitas dificuldades"
-
Arthur Fils vence Cobolli e enfrentará Tiafoe na final do Masters 1000 de Cincinnati
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA diz que deixará o cargo novamente
-
Pegula vence Swiatek e vai à final do WTA 1000 de Cincinnati
-
Nicarágua aprova proposta constitucional que visa barrar resoluções internacionais
-
Real Madrid de Mourinho vence Espanyol no fim (2-1) na estreia em LaLiga
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização no país
-
Arthur Fils vence Cobolli e é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Irã diz que vai considerar "inimigo" qualquer país que participe da "guerra econômica" dos EUA
-
Bayern vence na visita ao Dortmund (2-1) e conquista Supercopa da Alemanha
-
Füllkrug marca em seu retorno ao Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Inter de Milão abre a Serie A com goleada sobre o Monza (4-1)
-
Arthur Fils vence Cobolli é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Atual vice-campeão, Lens goleia Auxerre (5-2) em sua estreia na Ligue 1
-
Carney decide enfrentar Trump, apesar dos perigos
-
João Pedro renova com Chelsea até 2032
-
Sheinbaum critica "arrogância" de governador mexicano procurado por tráfico nos EUA
-
Canadá responde com tarifas após fracasso das negociações com EUA
-
Serena Williams e Carlos Alcaraz se unem para as duplas mistas do US Open
-
Ataques entre Ucrânia e Rússia deixam 13 mortos
-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
-
Papa Leão XIV pede coragem para enfrentar a desigualdade
-
Kimi Antonelli vai largar do meio do grid no GP da Itália em setembro
-
Manchester United perde (2-0) em sua estreia no Inglês para o recém-promovido Hull
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização
-
Rodri não jogará na estreia do Barça no Campeonato Espanhol, diz Flick
-
Navio sul-coreano inicia viagem pela rota do Ártico
-
Juíza anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países
-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
-
Betis vence Real Sociedad em sua estreia no Campeonato Espanhol
-
Olympique de Marselha estreia no Francês com goleada sobre Strasbourg
-
Campeão Arsenal vence Coventry City na abertura da Premier League
-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
Senado dos EUA evita paralisação parcial do governo
O Congresso dos Estados Unidos aprovou na madrugada deste sábado (23) uma lei orçamentária para financiar as agências e repartições federais até setembro e evitar uma paralisação parcial das atividades do governo.
O Senado ultrapassou o prazo, que vencia à meia-noite de sexta-feira, mas, após um acordo entre democratas e republicanos, votou a favor do valor de 1,2 trilhão de dólares, depois que a Câmara dos Representantes aprovou a iniciativa.
"Não foi fácil, mas esta noite a nossa perseverança valeu a pena (…). É bom para o povo americano que tenhamos chegado a um acordo bipartidário para terminar o trabalho", declarou o líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer.
Horas depois, o presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, assinou a lei aprovada pelo Congresso: "A lei bipartidária orçamentária que acabei de assinar mantém o governo funcionando, é um investimento no povo americano e fortalece nossa economia e a segurança nacional."
- Um ano de caos -
As manobras de última hora retratam o caos que prevalece no Congresso americano.
Ao longo destes 12 meses, a instituição destituiu um dos líderes das câmaras, não conseguiu chegar a acordo sobre um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia contra a ofensiva russa e evitou por pouco a quebra da principal economia mundial. Em pleno ano eleitoral, esse orçamento foi alvo de um longo confronto entre o partido de Joe Biden e o dos republicanos.
Os negociadores da Casa Branca e do Congresso finalmente chegaram a um acordo sobre um texto, revelado na noite de quarta-feira. Mas a proposta foi imediatamente criticada por congressistas que apoiam o ex-presidente republicano Donald Trump (2017-2021), que enfrentará Biden nas eleições de novembro.
Na manhã de ontem, a votação do orçamento do Estado federal na Câmara dos Representantes também teve sua dose de emoção.
A congressista republicana Marjorie Taylor Greene apresentou uma "moção" para destituir o presidente da Câmara, o também republicano Mike Johnson, a quem acusa de "traição ao povo americano".
O anúncio caiu como uma bomba política em Washington, apesar de Greene não ter definido um calendário para a votação da destituição, que ela descreveu depois como uma "advertência".
A aprovação dos orçamentos tem gerado tensão nos Estados Unidos. A lista de possíveis consequências de uma paralisia orçamentária é longa: militares e agentes de segurança de transportes sem salário, parques naturais fechados e ajuda alimentar congelada, entre outras.
- Nada para a UNRWA -
Essa lei prolongará o orçamento dos EUA até o final do ano fiscal, 30 de setembro. O texto, de 1.012 páginas, contém medidas com forte repercussão no exterior.
O texto proíbe qualquer financiamento direto dos Estados Unidos à agência da ONU para os refugiados palestinos, UNRWA, envolvida em uma controvérsia desde que Israel acusou, em janeiro, 12 de seus 13 mil funcionários de estarem envolvidos no ataque do movimento islamista palestino Hamas, em 7 de outubro, em território israelense.
A medida foi amplamente criticada pela ala esquerda do Partido Democrata.Centenas de milhões de dólares também são atribuídos a Taiwan, mas não desbloqueia nenhuma parcela de assistência à Ucrânia.
O projeto contém medidas relacionadas à imigração, um tema explosivo da campanha presidencial e que enfrenta a pressão dos republicanos. Prevê, entre outras coisas, a contratação de dezenas de milhares de agentes de fronteira.
Por último, contém uma série de medidas, não necessariamente ligadas ao orçamento, como a proibição das embaixadas dos EUA de hastearem a bandeira do arco-íris da comunidade LGBTQIA+ durante o "Mês do Orgulho".
Um texto aprovado em 9 de março já permitiu garantir outra parte do orçamento de 2024.
O.Salim--SF-PST