-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
-
Papa Leão XIV pede coragem para enfrentar a desigualdade
-
Kimi Antonelli vai largar do meio do grid no GP da Itália em setembro
-
Manchester United perde (2-0) em sua estreia no Inglês para o recém-promovido Hull
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização
-
Rodri não jogará na estreia do Barça no Campeonato Espanhol, diz Flick
-
Navio sul-coreano inicia viagem pela rota do Ártico
-
Juíza anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países
-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
-
Betis vence Real Sociedad em sua estreia no Campeonato Espanhol
-
Olympique de Marselha estreia no Francês com goleada sobre Strasbourg
-
Campeão Arsenal vence Coventry City na abertura da Premier League
-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
-
Ataque com espada deixa um morto e três feridos em escola na Suécia
-
Inter de Milão anuncia meio-campista Curtis Jones, seu 3º reforço inglês para nova temporada
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia
-
Turquia emite ordem de prisão contra Netanyahu por detenção de ativistas
-
"Doença do pulmão negro" afeta cada vez mais mineiros nos EUA
-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
-
Ataque com espada em escola na Suécia deixa ao menos três feridos
-
Russel faz a pole da corrida sprint do GP dos Países Baixos; Bortoletto é 9º
-
Leandro Paredes é punido pela Fifa com 10 jogos de suspensão por incidentes na final da Copa
-
Presidente da Bolívia destitui ministro da Economia após censura do Congresso
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos cinco mortos na Ucrânia
-
Príncipe Harry e outros famosos terão que pagar quase R$ 67 milhões ao Daily Mail
-
Bayern sabia do problema de Musiala 'há algum tempo', revela Kompany
-
Pressionado pelas eleições, Trump reduz tarifas sobre a carne
-
Número 1 do mundo, Jannik Sinner desiste do US Open devido a lesão
-
Dois mexicanos são detidos em operação contra laboratório de drogas na África do Sul
-
Príncipe Harry e celebridades deverão pagar £ 9,5 mi ao Daily Mail
-
Meghan enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado
-
Gamescom 2026 celebra nova edição do aguardado 'GTA VI' na Alemanha
Israel bombardeia sul de Gaza e ordena evacuação parcial de Khan Yunis
Os bombardeios israelenses continuam nesta quarta-feira (24) na Faixa de Gaza, onde morreram ao menos 125 pessoas, segundo o Hamas, e o Exército israelense ordenou evacuar parcialmente a cidade de Khan Yunis, epicentro dos combates no território palestino.
Na manhã de quarta-feira, várias testemunhas relataram disparos de helicópteros militares israelenses em torno de Khan Yunis, onde Israel diz que os líderes do Hamas estão escondidos.
Segundo o Ministério da Saúde do Hamas, os hospitais receberam 125 corpos durante a noite e o governo do movimento palestino falou em "mais de 200 mortos".
Segundo a ONU, o Exército israelense ordenou a evacuação de vários setores de Khan Yunis, onde vivem 88 mil habitantes e cerca de 425 mil pessoas deslocadas pela guerra.
O Hamas, considerado uma organização "terrorista" por Israel, Estados Unidos e União Europeia, acusou nesta quarta-feira Israel de tentar transferir à força "dezenas de milhares de pessoas" de Khan Yunis para Rafah, na fronteira com o Egito.
Rafah também sofre com os combates e, nesta quarta-feira, homens e mulheres prestaram homenagem aos seus familiares mortos nos bombardeios e os colocaram diretamente no chão em frente ao necrotério, disse um jornalista da AFP.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) lamentou nesta quarta-feira uma situação "catastrófica e indescritível" nos hospitais de Khan Yunis, enquanto o Crescente Vermelho palestino afirmou que há intensos ataques ao redor do hospital Al-Amal, uma das zonas que Israel pediu para evacuar.
- Luto em Israel -
O Exército israelense anunciou, na terça-feira, a morte de 21 reservistas na região de Khan Yunis quando foram surpreendidos, no dia anterior, por um foguete antitanque enquanto colocavam explosivos em dois edifícios para demoli-los.
Com a morte de outros três soldados em um incidente separado, Israel sofreu o pior número de perdas diárias entre as suas tropas desde o início da ofensiva terrestre em Gaza, no final de outubro.
Mais de 200 pessoas compareceram ao funeral em Jerusalém de um dos soldados, Hadar Kapeluk, cujo caixão estava coberto pela bandeira azul e branca de Israel.
"Neste dia, nesta guerra, todos queremos unir-nos como um só coração", declarou Ariel Chen, morador da cidade, que compareceu à cerimônia.
A guerra começou em 7 de outubro com o ataque sem precedentes do Hamas a Israel, que matou mais de 1.140 pessoas, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais israelenses.
Cerca de 250 pessoas foram sequestradas e levadas para Gaza. Cem pessoas foram libertadas durante uma trégua em novembro, mas pelo menos 132 reféns ainda estão naquele território, dos quais 28 teriam morrido.
Israel prometeu "aniquilar" o Hamas, no poder em Gaza desde 2007, e lançou uma vasta operação militar que deixou 25.700 palestinos mortos, a maioria mulheres, crianças e adolescentes, segundo o novo balanço do Ministério da Saúde do movimento islamista divulgado nesta quarta-feira.
- "Pausa" nas hostilidades -
A guerra foi desencadeada pelo ataque sem precedentes do Hamas em solo israelense em 7 de outubro, que deixou mais de 1.140 mortos, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais israelenses.
Cerca de 250 pessoas foram sequestradas e levadas para Gaza, incluindo cerca de 100 que foram libertadas em novembro durante uma trégua em troca de prisioneiros palestinos. Ao menos 132 reféns estão detidos em território palestino, dos quais 28 teriam morrido.
Após o ataque, Israel prometeu "aniquilar" o Hamas, no poder em Gaza desde 2007, e lançou uma grande operação militar que deixou 25.700 palestinos mortos, a grande maioria mulheres, crianças e adolescentes, segundo o último balanço do Ministério da Saúde.
O Exército israelense anunciou, por sua vez, que 21 reservistas morreram na segunda-feira no sul da Faixa de Gaza, quando os disparos de um tanque causaram o desabamento de dois edifícios que estavam minando, na área de Khan Yunis.
Essas mortes aumentam o número total de soldados mortos em Gaza para 221.
Segundo o chefe do Estado-Maior israelense, os soldados mortos tinham a missão de "criar as condições de segurança necessárias" para o retorno dos israelenses que viviam perto de Gaza.
Na frente diplomática, uma delegação do Hamas está no Cairo, no Egito, desde terça-feira para "discutir com o chefe da Inteligência egípcia uma nova proposta de cessar-fogo", segundo uma fonte próxima às negociações.
Brett McGurk, conselheiro do presidente americano para o Oriente Médio, também esteve no Cairo na terça-feira para discutir uma "pausa" nas hostilidades e a libertação de reféns, segundo Washington.
Segundo John Kirby, porta-voz da Casa Branca, há "negociações muito sérias" para buscar outro acordo sobre os reféns.
Até agora, o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se opõe a qualquer cessar-fogo.
A guerra agrava as tensões regionais entre Israel e Estados Unidos, o seu principal aliado, e entre Israel, Irã e os seus apoiadores, como o Hezbollah libanês, os rebeldes huthis no Iêmen e as milícias pró-iranianas no Iraque.
S.Abdullah--SF-PST