-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
-
Betis vence Real Sociedad em sua estreia no Campeonato Espanhol
-
Olympique de Marselha estreia no Francês com goleada sobre Strasbourg
-
Campeão Arsenal vence Coventry City na abertura da Premier League
-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
-
Ataque com espada deixa um morto e três feridos em escola na Suécia
-
Inter de Milão anuncia meio-campista Curtis Jones, seu 3º reforço inglês para nova temporada
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia
-
Turquia emite ordem de prisão contra Netanyahu por detenção de ativistas
-
"Doença do pulmão negro" afeta cada vez mais mineiros nos EUA
-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
-
Ataque com espada em escola na Suécia deixa ao menos três feridos
-
Russel faz a pole da corrida sprint do GP dos Países Baixos; Bortoletto é 9º
-
Leandro Paredes é punido pela Fifa com 10 jogos de suspensão por incidentes na final da Copa
-
Presidente da Bolívia destitui ministro da Economia após censura do Congresso
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos cinco mortos na Ucrânia
-
Príncipe Harry e outros famosos terão que pagar quase R$ 67 milhões ao Daily Mail
-
Bayern sabia do problema de Musiala 'há algum tempo', revela Kompany
-
Pressionado pelas eleições, Trump reduz tarifas sobre a carne
-
Número 1 do mundo, Jannik Sinner desiste do US Open devido a lesão
-
Dois mexicanos são detidos em operação contra laboratório de drogas na África do Sul
-
Príncipe Harry e celebridades deverão pagar £ 9,5 mi ao Daily Mail
-
Meghan enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado
-
Gamescom 2026 celebra nova edição do aguardado 'GTA VI' na Alemanha
-
Trump promete 'era de ouro' das viagens espaciais
-
Presidente do Irã quer fim da guerra enquanto país está em 'posição de força'
-
Capitão indiano detido em Londres por transportar petróleo russo é 'bode expiatório', diz esposa
-
Antonelli (Mercedes) lidera o único treino livre em Zandvoort
-
Epidemia de ebola na RD Congo avança de 'forma exponencial', diz ONU
-
Bandar Abbas, o polo comercial iraniano às margens de Ormuz e na linha de frente da guerra
-
Harry e William, uma reconciliação que parece improvável a curto prazo
-
EUA e Coreia do Sul concluem exercícios militares
Venezuela condena 'expropriação vulgar' de petroleira estatal nos EUA
O governo da Venezuela condenou, nesta terça-feira (9), a "expropriação vulgar" da refinaria Citgo — subsidiária da petrolífera estatal PDVSA nos Estados Unidos —, controlada por opositores e alvo de um embargo por parte de credores do país caribenho.
A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou, na segunda-feira, a revisão de uma decisão judicial que autorizou a venda de ações da Citgo para cobrar indenizações por antigas expropriações de ativos petrolíferos e mineiros, bem como dívidas do governo e da estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA).
"Esta decisão constitui um passo adicional na agressão múltipla executada pelas instituições dos Estados Unidos contra a Venezuela", indicou um comunicado de Caracas, que classificou-a como uma "expropriação vulgar".
As ações judiciais contra a Citgo nos tribunais americanos ultrapassam os 20 bilhões de dólares (97,6 bilhões de reais na cotação atual), segundo a empresa de consultoria EMFI Securities, com sede em Londres.
O controle da empresa foi dado à oposição pelos Estados Unidos em 2019, quando o país interrompeu as relações formais com o governo de Nicolás Maduro e passou a considerar o Parlamento de maioria oposicionista eleito em 2015 como a única instituição "legítima", que defende a sua continuidade apesar de seu mandato ter terminado em 2021.
O governo Maduro culpa o antigo Parlamento, que se "reúne" virtualmente no exterior, pelos "graves danos" ao patrimônio do país.
"Impediram que as autoridades legítimas tomassem as medidas necessárias para a proteção efetiva da Citgo (...), violando flagrantemente os acordos assinados em Barbados", questiona o comunicado.
O acordo em questão foi firmado entre o governo e a oposição, com mediação da Noruega, para a realização de eleições presidenciais no segundo semestre de 2024 com observação internacional.
O pacto foi celebrado por Washington, que flexibilizou as suas sanções ao petróleo, gás e ouro venezuelanos por seis meses, sob a condição da realização de "eleições livres".
O governo indicou que "continuará adotando todas as medidas políticas, diplomáticas e jurídicas ao seu alcance para evitar a consumação da desapropriação definitiva da Citgo".
O conselho ad hoc da refinaria — nomeado pela oposição — pediu à Suprema Corte que revisasse a decisão emitida por um juiz federal que deu autorizou a venda de ações da empresa.
Outro magistrado de Houston decidiu a favor de um grupo de credores que aderiu ao leilão.
Comumente, as nações e as empresas públicas são consideradas entidades independentes, mas algumas companhias argumentaram que a PDVSA é um "alter ego" da Venezuela, razão pela qual seria um ativo disponível para pagar os compromissos da PDVSA e da nação.
Z.AlNajjar--SF-PST