-
Dois mexicanos são detidos em operação contra laboratório de drogas na África do Sul
-
Príncipe Harry e celebridades deverão pagar £ 9,5 mi ao Daily Mail
-
Meghan enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado
-
Gamescom 2026 celebra nova edição do aguardado 'GTA VI' na Alemanha
-
Trump promete 'era de ouro' das viagens espaciais
-
Presidente do Irã quer fim da guerra enquanto país está em 'posição de força'
-
Capitão indiano detido em Londres por transportar petróleo russo é 'bode expiatório', diz esposa
-
Antonelli (Mercedes) lidera o único treino livre em Zandvoort
-
Epidemia de ebola na RD Congo avança de 'forma exponencial', diz ONU
-
Bandar Abbas, o polo comercial iraniano às margens de Ormuz e na linha de frente da guerra
-
Harry e William, uma reconciliação que parece improvável a curto prazo
-
EUA e Coreia do Sul concluem exercícios militares
-
Imprensa britânica afirma que Tottenham contratou o brasileiro Savinho
-
ONU tem nova 'votação indicativa' para o cargo de secretário-geral
-
Hong Kong condena ativistas pró-democracia por 'incitação à subversão'
-
No retorno de Memphis, Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
LDU elimina Mirassol nos pênaltis e vai enfrentar o Palmeiras nas quartas da Libertadores
-
Miguel Borja, ex-Palmeiras e Grêmio, é anunciado pelo América de México
-
Rybakina desiste do WTA 1000 de Cincinnati e não será número 1 do mundo
-
Torcedores alemães preparam campanha de protestos contra o VAR
-
'Ouvi dizer que sentiram minha falta', diz Melania Trump ao reaparecer depois de um mês
-
Milhares de pessoas protestam na Argentina por endividamento dos lares
-
Fórmula 1 retorna das férias de verão no GP dos Países Baixos
-
Ex-candidato presidencial venezuelano impulsiona pacto nacional seguindo linha traçada por EUA
-
EUA e Canadá retomam diálogo para concluir acordo comercial
-
Pegula vence Anisimova e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Líder curdo diz que processo de integração com o Estado sírio foi concluído
-
Inter anuncia contratação do atacante paraguaio Antonio Sanabria
-
Ronaldinho retorna ao futebol na 3ª divisão italiana em busca do gol 300
-
Amazon Prime Video anuncia investimento bilionário em produções latino-americanas
-
Coalizão mundial de torcedores pede saída de Infantino da Fifa
-
EUA realiza operações militares contra tráfico de drogas no norte do Equador
-
EUA anuncia novas sanções contra Cuba
-
Carlos Alcaraz anuncia retorno às quadras 10 dias antes do US Open
-
Universidade belga suspende acadêmico após acusações a falecido ex-professor de Cambridge
-
Shows previstos de Kanye West provocam alvoroço na Rússia
-
EUA exige que aliados e China apoiem sua guerra econômica contra o Irã
-
Canadá e EUA retomam diálogo para concluir acordo comercial
-
Unidade do Exército dos EUA oferece folga para jogar 'GTA VI' em troca de alistamento
-
EUA denuncia detenção arbitrária de americano na China
-
Brasil reforça proteção às mulheres contra a violência de gênero
-
Descoberta a estrela mais rápida da nossa galáxia
-
Com a 'cumbia do falafel', palestino constrói nova vida no México
-
Maracanã receberá partida de abertura e final da Copa do Mundo Feminina em 2027
-
Coreia do Norte lança mísseis balísticos após Trump afirmar que se reunirá com Kim
-
Incertezas sobre o retorno do príncipe Harry e família ao Reino Unido
-
O que se sabe sobre os supostos vazamentos de 'GTA VI'
-
Em Gaza, um banco de sementes renasce entre as ruínas da guerra
-
Em plena campanha eleitoral, Netanyahu escolhe Turquia como rival
Presidente da Argentina rejeita cortes previstos por Milei, seu sucessor
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, rejeitou nesta sexta-feira (8) os drásticos cortes fiscais propostos pelo seu sucessor ultraliberal, Javier Milei, que assumirá o cargo no domingo.
"Não é razoável pensar em um ajuste que pare nossa produção e restrinja o emprego e o consumo que tanto nos custou recuperar", disse Fernández ao avaliar seus quatro anos de governo, em uma mensagem gravada e transmitida na televisão aberta.
Fernández fez uma longa enumeração de estatísticas e decisões em todos os campos adotadas sob sua gestão, que termina com mais de 140% de inflação e 40% de pobreza, mas também "o nível de atividade industrial mais alto em seis anos" e 6,2% de desemprego.
"Devemos cuidar para que, sob o argumento de querer resolver o problema fiscal, não se violem os direitos dos trabalhadores e não se frustrem as aspirações dos que investem e produzem", enfatizou o presidente em fim de mandato.
Milei prometeu durante sua campanha eleitoral, e ratificou durante a transição desde que foi eleito, que aplicará em 2024 um corte fiscal equivalente a 5% do PIB.
Nesta sexta-feira, o jornal Clarín vazou algumas das medidas de ajuste projetadas por Milei para conter a inflação, que incluem a proibição ao Banco Central de emitir e financiar o Tesouro, a retirada de subsídios a serviços públicos e o congelamento total dos gastos do Estado, incluindo salários de funcionários, entre outras.
O presidente insistiu que o programa de crédito de US$ 44 bilhões (R$ 214,9 bilhões na cotação atual) com o Fundo Monetário Internacional (FMI), assinado por seu antecessor Mauricio Macri, comprometeu o país "por gerações" e condicionou decisivamente sua gestão econômica.
Ele também mencionou o impacto da pandemia desde 2020 e a seca que afetou a atividade agropecuária em 2022-2023, privando o país de US$ 23 bilhões (R$ 113 bilhões) em exportações e reduzindo 3% do PIB, segundo economistas.
"Sabemos que não alcançamos os objetivos que nos propusemos em fortalecer a renda, combater a inflação e reduzir a pobreza. Porque as circunstâncias e o contexto não nos acompanharam e também porque deveríamos ter feito melhor ou diferente", afirmou Fernández.
No entanto, destacou avanços em áreas como direitos civis, saúde, ciência e tecnologia.
Ele reconheceu "não ter sido capaz de acabar com a divisão que nos separa", em alusão à antiga antinomia peronistas-antiperonistas refletida na campanha eleitoral que levou Milei ao poder.
No final, o presidente mencionou sua vice-presidente, Cristina Kirchner, com quem se desentendeu: "Como sempre acreditou Cristina, estou convencido de que fazemos política para poder transformar a pátria".
G.AbuHamad--SF-PST