-
'Sobrenatural: Agora Entre Nós' nasceu do medo da paternidade, afirma diretor
-
Imprensa britânica criticada após morte de professor negro de Cambridge
-
TPI condena sanções dos EUA à sua presidente como 'ataque flagrante'
-
China expande centros de dados para o interior do país como forma de impulsionar IA
-
Moderna e Merck anunciam resultados promissores de vacina contra o câncer de pele
-
Mulher de 84 anos é encontrada viva três dias após terremoto na Indonésia
-
ChatGPT terá anúncios a partir de 24 de agosto em 30 países europeus
-
Mães do sul da África suplicam por seus filhos na guerra da Rússia
-
Irã ameça países do Golfo que ajudam o Exército dos Estados Unidos
-
China acelera indústria de robôs humanoides; ações da Unitree disparam em estreia na Bolsa
-
Proprietário de casa cercada por colonos israelenses na Cisjordânia pede ajuda aos Estados Unidos
-
Tenista australiano Nick Kyrgios é suspenso pelo consumo de cocaína
-
Coreia do Sul encurta exercícios militares com EUA após crítica de Trump
-
Incêndio em hotel de Calcutá deixa nove mortos
-
Palmeiras tem prova de fogo em Assunção contra o Cerro Porteño na Libertadores
-
Com tudo em aberto, Flamengo recebe Cruzeiro no jogo de volta das oitavas da Libertadores
-
Libéria vai receber até 1,2 mil deportados dos EUA
-
Sabalenka atropela Wang e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Fluminense vence Independiente Rivadavia nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores
-
Turquia nega denúncia israelense sobre envio de tropas à Síria
-
Medvedev é surpreendido por Nakashima em Cincinnati; João Fonseca sente incômodo e desiste
-
Angelique Kidjo é primeira cantora africana imortalizada na Calçada da Fama
-
Trump descarta diálogo com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Condição renal de Maradona deveria ter servido como sinal de alerta, diz médico, em depoimento
-
Nasa revela imagens de cratera deixada por foguete da SpaceX na Lua
-
Nakashima elimina Medvedev e vai às oitavas em Cincinnati
-
Lyon empata com Fenerbahçe (1-1) na ida do playoff de acesso à Champions
-
Musiala admite 'disfunção neurológica' após sofrer novo desmaio
-
Promotoria acusa Meta de viciar adolescentes
-
Sophie Adenot é primeira francesa a fazer caminhada fora da ISS
-
Infantino apertou o 'botão de autodestruição', diz chefe da Premier League
-
Terremoto na Colômbia causou prejuízo de US$ 9,6 bilhões
-
Taxas de crédito de longo prazo nos EUA atingem nível mais alto desde 2007 e custo do endividamento preocupa
-
Diplomata equatoriana entra na disputa pela secretaria-geral da ONU
-
Meia belga Axel Witsel assina com o Nice
-
Simeone quer "construir uma equipe" em torno de Julián Álvarez
-
Estudo mostra como punhado de espécies de árvores impulsiona recuperação da Amazônia
-
Corinthians anuncia renovação de Memphis Depay até julho de 2028
-
Novo tremor em Granada, na Espanha, deixa 3 feridos e leva a fechamento de Alhambra
-
Venus Williams e Sloane Stephens estão entre as convidadas para o US Open
-
Tottenham empresta goleiro Guglielmo Vicario à Juventus
-
Promotoria acusa a Meta de viciar adolescentes
-
Forlán fará estreia como técnico do Uruguai contra o Japão, em setembro
-
Barcelona dá grande golpe no mercado com a contratação de Rodri
-
EUA sanciona a presidente do TPI, a japonesa Tomoko Akane
-
Trump nega diálogo previsto com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Primárias nos EUA colocam à prova esperanças dos democratas em reduto trumpista
-
Barcelona anuncia oficialmente a contratação de Rodri até 2030
-
Santos não terá Neymar e Gabigol contra o Macará pela Sul-Americana
-
Ataque israelense deixa ao menos 6 mortos na Cidade de Gaza
Comissão Europeia recomenda início de negociações de adesão da Ucrânia
A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), recomendou nesta quarta-feira (8) o início das negociações de adesão com Ucrânia e Moldávia, ao mesmo tempo em que reconheceu a Geórgia como país candidato a entrar para o bloco.
"Hoje é um dia histórico", disse a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen.
A Ucrânia, afirmou a dirigente alemã, "continua enfrentando enormes dificuldades e a tragédia provocada pela guerra de agressão da Rússia e, no entanto, os ucranianos estão transformando seu país".
As recomendações da Comissão serão submetidas à votação dos líderes dos países da UE em uma reunião de cúpula prevista para dezembro, em Bruxelas.
A Ucrânia apresentou o pedido de adesão à UE apenas cinco dias após a ofensiva da Rússia contra seu território, em fevereiro de 2022, e, em junho, o país foi oficialmente reconhecido como candidato à integração ao bloco.
Quando a Ucrânia formalizou a demanda de adesão, a UE apresentou um plano de sete reformas fundamentais, em particular a luta contra a corrupção, que devem ser concluídas antes do início das negociações.
Von der Leyen visitou a Ucrânia no fim de semana passado e elogiou as autoridades por terem concluído "mais de 90%" das reformas exigidas.
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, elogiou o "passo correto" da Comissão e declarou que o país "tem que estar na UE".
"Os ucranianos merecem tanto por sua defesa dos valores europeus como pelo fato de que, mesmo em tempos de guerra em larga escala, conseguimos cumprir nossa palavra e desenvolver instituições estatais", disse.
O primeiro-ministro ucraniano, Denys Chmygal, afirmou que o país se tornará um membro "igualitário e forte" da UE.
No caso da Moldávia, o país afirma que é objeto de desestabilização permanente por parte da Rússia e agora deve iniciar formalmente o processo de negociações com Brucelas.
A presidente do país, Maia Sandu, agradeceu à Comissão em mensagem publicada na rede social X.
"Obrigada por estar conosco e pelo apoio à Moldávia e aos moldávios em nossa viagem rumo à UE", escreveu.
A presidente da Geórgia, Salome Zurabishvili, celebrou a "recomendação positiva" da Comissão, ao reconhecer o país como candidato à adesão.
- Processo longo e complexo -
O processo de adesão demora vários anos de complexas negociações entre os países postulantes e as instituições da UE em Bruxelas, podendo levar até uma década.
A Turquia iniciou conversas formais de adesão em 2005, e situação continua estagnada. A Albânia foi reconhecida como país candidato em 2003 e iniciou as negociações formais em 2009, mas ainda não foram concluídas.
Montenegro, Sérvia e Macedônia do Norte também aguardam na fila, com impaciência crescente.
No caso da Bósnia, um documento da Comissão divulgado nesta quarta-feira recomendou o início das negociações apenas depois de o país avançar com um plano de reformas.
De modo geral, a guerra da Rússia contra a Ucrânia provocou uma discussão mais ampla sobre a adesão de novos membros ao bloco da UE, que tenta conter a influência russa e chinesa.
Até mesmo os diplomatas europeus que apoiam a Ucrânia com veemência admitem, contudo, que o debate na reunião de cúpula de dezembro será difícil e que a aprovação para o início das negociações pode ser condicionada a novas reformas.
Vários países insistem em que não podem existir "atalhos" no caminho da Ucrânia para a adesão. A Hungria acusa a Ucrânia, por sua vez, de limitar os direitos dos húngaros étnicos.
No caso específico da Ucrânia, o processo envolve um país virtualmente destruído por uma guerra, o que representaria um enorme custo adicional para o bloco.
W.Mansour--SF-PST