-
OpenAI apresenta 'ChatGPT para adolescentes' em meio a pressões judiciais
-
Perdas com terremoto na Colômbia são estimadas em mais de US$ 9,5 bilhões
-
A aposta viking para fazer Ulisses navegar em 'A Odisseia'
-
Epidemia de ebola na RDC está 'longe de estar sob controle', alerta OMS
-
Sem luz e com ruas vazias, Havana aguarda futuro incerto
-
Número de deslocados por terremoto na Indonésia passa de 40 mil
-
Trump ameaça bombardear Omã se país assinar acordo com Irã sobre Ormuz
-
Começa julgamento da Meta por suposta dependência de adolescentes
-
Igrejas fortificadas da Transilvânia correm risco de desabamento
-
Angelique Kidjo será a primeira música africana a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
-
Negociador iraniano diz que Ormuz permanecerá fechado até que Washington cumpra seus compromissos
-
Ataque russo deixa 10 mortos no nordeste da Ucrânia
-
Aliados asiáticos pedem 'cooperação' após Trump reduzir exercícios militares com a Coreia do Sul
-
Trump ameaça bombardear Omã se o país assinar acordo com o Irã sobre Ormuz
-
Cepal: incerteza por tarifas dos EUA deve atingir economias latinas 'um pouco mais'
-
Trump reduz exercícios militares com Coreia do Sul e sugere contatos com o Norte
-
Milhares de pessoas prestam homenagem em Londres a acadêmico de Cambridge falecido
-
Paramount pede garantia de US$ 1,9 bilhão em ação sobre aquisição da Warner Bros
-
Jódar atropela Tabilo e vai às oitavas do Masters 1000 de Cincinnati
-
Trump e Casa Branca atacam jornalista por pergunta sobre assessora
-
OpenAI contrata novo centro de dados nos EUA com respaldo da Nvidia
-
"Passaporte para o futuro", diz Lula sobre petróleo descoberto na Foz do Amazonas
-
Bob Iger adquire quase 83% dos Lakers após comprar participação de 17,8% da família Buss
-
Trump ordena reduzir exercícios militares com Coreia do Sul e sugere contatos com o Norte
-
Wall Street cai diante de aumento do custo do endividamento
-
Rybakina vence Frech e avança às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Julgamento estadual contra Luigi Mangione é adiado após confissão perante juíza federal
-
Últimos acontecimentos da guerra entre EUA e Irã
-
Julio Enciso e Ouattara deixam Strasbourg e assinam com Ipswich
-
"Homero é dessas terras": cidade turca reivindica o nascimento da Odisseia
-
Governo Trump suspende megaprojeto fronteiriço no Texas após críticas bipartidárias
-
Rodri chega a Barcelona para realizar um 'sonho'
-
Promotoria diz que acusado de assassinar rapper Tupac Shakur queria "vingança"
-
Com tudo ainda em aberto, Libertadores define classificados para quartas de final
-
Discord suspende 'lives' no Brasil por ordem da ANPD após suicídio de adolescente
-
ONG Handicap alerta para 'graves repercussões' dos cortes na ajuda internacional
-
Swiatek vence Sakkari de virada e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Grécia anuncia pagamento antecipado de parte de sua dívida
-
Federação escocesa retira apoio a Infantino
-
Legisladores dos EUA criticam Trump por reduzir manobras militares com a Coreia do Sul
-
Mianmar confirma casos de cólera e centenas de hospitalizações
-
Trump ordena redução de exercícios militares com Coreia do Sul horas antes do início
-
Último adeus à cantora britânica Bonnie Tyler em seu funeral no País de Gales
-
Líder do único partido antiguerra da Rússia é condenado a 11 anos de prisão
-
Suprema Corte rejeita pela 2ª vez recurso de Trump no caso de agressão sexual e difamação
-
As questões levantadas pela morte trágica do professor de Cambridge Jason Arday
-
ONU denuncia que 350 trabalhadores humanitários foram assassinados em 2025
-
Primeiro-ministro francês anuncia ajuda a afetados por incêndio
-
Promessa do Real Madrid Jacobo Ortega assina com o Strasbourg
-
Confrontos em torno de café aberto durante shabat expõem polarização em Israel
Após fracasso de Feijóo, Sánchez inicia corrida contra o tempo por novo mandato
Após a consumação do fracasso do líder da direita, Alberto Núñez Feijóo, o socialista Pedro Sánchez inicia uma complexa corrida contra o tempo para tentar obter um novo mandato como primeiro-ministro no Parlamento da Espanha, mas para isso precisará do apoio dos independentistas catalães, que não param de aumentar suas exigências
Como estava previsto, o líder do Partido Popular (PP), Alberto Núñez Feijóo, não conseguiu apoio suficiente para tomar posse como presidente do governo, apesar de ter sido o candidato mais votado nas eleições legislativas de 23 de julho, embora sem maioria viável.
Após uma primeira derrota na quarta-feira, o conservador perdeu a segunda votação nesta sexta-feira, quando precisava apenas de maioria simples.
Com 172 votos favoráveis de 350 - os dos deputados do PP, dos representantes da extrema direita e de dois pequenos partidos -, a candidatura de Feijoó foi rejeitada por outros 177 deputados (do Partido Socialista, da extrema esquerda e de legendas regionais).
Um voto foi contabilizado como nulo, depois que um deputado que não apoiava Feijóo votou por engano a favor do conservador e pediu a retratação.
Com Feijóo derrotado, o atual primeiro-ministro, Pedro Sánchez, deve receber em breve um pedido do rei Felipe VI para tentar formar maioria até 27 de novembro. Caso ele não consiga, o país convocará novas eleições para meados de janeiro.
Antes disso, o monarca realizará outra rodada de consultas com representantes dos partidos políticos na segunda e terça-feira, conforme anunciado nesta sexta pela Casa Real.
- Sánchez otimista -
No poder há cinco anos, Sánchez, que demonstrou nos últimos anos uma grande capacidade de sobrevivência política, voltou a expressar confiança de que conseguirá o apoio necessário.
A Espanha se prepara para "repetir este governo de coligação progressista dentro de pouco tempo", afirmou na quinta-feira em Madri.
Apesar do otimismo, as negociações devem ser muito complicadas.
Com o apoio da extrema esquerda, grupo com o qual governa desde 2020, e dos separatistas bascos, Sánchez precisa dos votos indispensáveis do partido independentista catalão 'Junts per Catalunya' (Junts), liderado por Carles Puigdemont, que fez oposição sistemática a seu governo nos últimos anos.
No início de setembro, o líder da tentativa de secessão de 2017 exigiu, a partir da Bélgica, para onde se mudou para escapar da justiça espanhola, uma anistia para os independentistas processados por sua participação na independência frustrada, em troca do apoio de seu partido.
- Referendo -
Mas nos últimos dias, o Junts e a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), o outro grande partido separatista, aumentaram ainda mais a lista de exigências e pedem negociações para a convocação de um referendo de autodeterminação.
Em uma resolução aprovada no Parlamento regional catalão, os dois partidos pedem aos partidos catalães com representação no Parlamento espanhol que "não apoiem a posse de um futuro governo espanhol que não se comprometa a trabalhar para criar as condições para a realização do referendo".
Com Carles Puigdemont à frente, o governo regional catalão organizou um referendo de autodeterminação em 1º de outubro de 2017, apesar da proibição da justiça. Após a votação, ocorreu uma declaração unilateral de independência, que provocou a pior crise política na Espanha em décadas.
O governo central, então comandado pelo PP, destituiu o governo regional e suspendeu a autonomia da Catalunha, que tem 7,8 milhões de habitantes. Os líderes independentistas fugiram para o exterior, como Puigdemont, ou foram detidos.
Embora pareçam dispostos a encontrar uma fórmula para a anistia, apesar da discordância de alguns dirigentes do partido e de parte do seu eleitorado, os socialistas garantem que a organização de um referendo é uma linha vermelha.
"Não, por aí não há caminho. Nunca houve e não há", disse o líder dos socialistas catalães, Salvador Illa, muito próximo a Pedro Sánchez.
"E se precisarmos voltar às eleições, então iremos às eleições e que os cidadãos decidam. Mas o caminho da divisão e da ruptura é um caminho sem percurso", acrescentou.
G.AbuOdeh--SF-PST