-
ट्रोजन: एक अधिक खतरनाक राजनीतिक युग के लिए विशेष सुरक्षा
-
TROJAN: 더욱 위험해진 정치 시기를 위한 특별 보호 조치
-
『TROJAN』:政治情勢がより危険になる時代に向けた特別な保護策
-
《特洛伊木馬》:在政治局勢日趨險惡的時代,提供特別保護
-
برنامج «TROJAN»: حماية خاصة في ظل أوقات سياسية أكثر خطورة
-
TROJAN: спеціальний захист для більш небезпечних політичних часів
-
O TROJAN: proteção especial para um período político mais perigoso
-
Justiça do Peru anula condenação de ex-primeira dama por caso Odebrecht
-
Corinthians arranca empate (0-0) contra o Rosario Central na ida das oitavas da Libertadores
-
Bolívia lança plano para conter expansão de grupos criminosos do Brasil
-
EUA executa três condenados à morte no mesmo dia
-
Começa apuração-chave para líder do partido anti-imigração britânico
-
Diminuem as esperanças de encontrar sobreviventes do terremoto na Colômbia
-
Ben Shelton vence Nakashima e é bicampeão do Masters 1000 do Canadá
-
Oposição se compromete a impulsionar libertação de presos políticos na Venezuela
-
Mirassol cede empate no fim contra LDU (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Com assistências de Neymar, Santos vence Macará (2-1) de virada na ida das oitavas da Sul-Americana
-
Vance diz que preço do petróleo é prioridade dos EUA na guerra contra Irã
-
Swiatek vence Rybakina e conquista WTA 1000 de Toronto
-
Resgates na Colômbia diminuem após terremoto, enquanto crescem os acampamentos de sobreviventes
-
Médicos deveriam ter 'mudado a abordagem' em relação aos sintomas de Maradona, diz perito
-
Incêndio florestal obriga evacuação por mar de quase 500 turistas na Grécia
-
Bombardeios israelenses deixam dois mortos em Gaza
-
Rússia e Japão reacendem disputa territorial após visita de Putin às Ilhas Curilas
-
Supercopa da Europa 'foi a minha Copa do Mundo', escreve árbitro somali
-
Sobreviventes reencontram animais de estimação após terremoto na Colômbia
-
PSG chega a princípio de acordo com Barça para contratar Ferran Torres
-
Inflação na Argentina acelera levemente em julho
-
Florent Manaudou, lenda da natação francesa, anuncia aposentadoria
-
Astros sul-americanos sem clube buscam aquela que pode ser sua 'última dança'
-
EUA executa dois presos, um terceiro aguarda no corredor da morte
-
EUA planeja ataques 'em terra' contra traficantes com parceiros latino-americanos
-
Atacante sérvio Dusan Vlahovic deixa Juventus e assina com Besiktas
-
Putin visita ilhas disputadas com Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Barthez se junta à comissão técnica de Zidane na seleção francesa
-
Supercopa da Espanha de 2027 será disputada na Turquia
-
Explosão é registrada em fábrica de munições perto de Roma
-
Colômbia esgota prazo crucial para encontrar sobreviventes de terremoto
-
Israel envia tropas a uma cidade da Cisjordânia em meio a críticas dos EUA
-
Corte dos EUA indefere ação do governo Trump contra Harvard por antissemitismo
-
Turistas são evacuados no norte da Grécia por incêndio perto de Tessalônica
-
Rebeldes houthis reivindicam ataque contra refinaria saudita
-
México diz que Colômbia vetou envio de socorristas por falta de certificação
-
EUA afirma que 40 países servem de base para reenvio de produtos chineses
-
Porsche prevê parar de produzir o Taycan, seu único modelo 100% elétrico, até 2030
-
Raúl Castro reaparece em público em homenagem ao irmão, Fidel, em Havana
-
Futuro de Infantino deve ser decidido nas eleições, diz dirigente do futebol africano
-
Sindicato sueco encerra greve na Tesla após quase três anos
-
Manchester City renova com Jérémy Doku por mais cinco anos
-
Irã exige compensações por maré negra no Estreito de Ormuz
Uruguai ratifica 'compromisso democrático' ao recordar 50 anos do golpe de Estado
O Uruguai ratificou na segunda-feira (26) o compromisso de preservar a democracia ao recordar os 50 anos do golpe de Estado que provocou a última ditadura mo país, um regime cívico-militar que durou 12 anos, cujos ecos ainda são sentidos.
O presidente uruguaio, Luis Lacalle Pou, e os três ex-presidentes da abertura democrática ainda vivos - Julio María Sanguinetti (1985-1990 e 1995-2000), Luis Lacalle Herrera (1990-1995) e José Mujica (2010-2015) - participaram em um ato na sede do Poder Legislativo, que foi acompanhado por uma vigília nos arredores do prédio, organizada pela sociedade civil.
"Há 50 anos, a ditadura tentou calar os representantes do povo. Hoje queremos ratificar nosso compromisso democrático neste Parlamento eleito democraticamente pelos cidadãos", afirmou a vice-presidente, Beatriz Argimón, na abertura da cerimônia.
A última sessão do Senado antes da dissolução das duas Câmaras, na madrugada de 27 de junho de 1973, foi recriada com imagens daquela noite projetadas na cúpula do edifício, enquanto foram ouvidos discursos emblemáticos de legisladores da época.
A apresentação foi aplaudida pelos participantes, vários deles emocionados, que em seguida cantaram o hino nacional no majestoso Salão dos Passos Perdidos, invadido pelos militares há cinco décadas.
A fachada do Palácio Legislativo foi iluminada com as cores da bandeira uruguaia e as palavras "Democracia para sempre", a frase escolhida para marcar a data.
Nos arredores do prédio, centenas de velas foram acesas para marcar o "dia de reflexão", convocado pelo grupo Jacarandá, integrado por ativistas sociais e sindicatos.
- "Guerra interna" -
A última ditadura no Uruguai começou em 27 de junho de 1973, quando o então presidente, Juan María Bordaberry, decretou o fechamento do Parlamento com o apoio das Forças Armadas. Mas a ruptura institucional vinha sendo preparado desde fevereiro daquele ano, quando vários militares se insurgiram contra a nomeação de um ministro.
O clima de "guerra interna" não era novidade.
Historiadores apontam como antecedentes a crise econômica em meados dos anos 1950 e a posterior deterioração social e econômica. Foi na década de 1960 que surgiu a guerrilha urbana Movimento de Libertação Nacional-Tupamaros (MLN-T), entre outros grupos de esquerda radical inspirados na Revolução cubana.
As ações de luta armada aumentaram o peso dos militares na vida política em um contexto de Guerra Fria, ao qual o Uruguai, assim como o restante do Cone Sul, não ficou alheio, afirmam analistas.
A abertura democrática da década de 1980 na região também ocorreu no Uruguai. Após uma saída combinada com os militares, em 1º de março de 1985 o país encerrou um período obscuro de sua História, que deixou dezenas de milhares de opositores presos, proscritos e exilados.
Oficialmente, são contabilizadas 197 pessoas desaparecidas em ações atribuídas ao Estado uruguaio entre 1968 e 1985, a grande maioria presos na Argentina no âmbito do Plano Condor de colaboração entre os regimes militares da região.
- Junho intenso -
No Uruguai foram identificados cinco presos desaparecidos enterrados em edifícios militares. Os restos mortais de uma mulher, encontrados em 6 de junho em uma unidade do Exército, ainda estão sob análise.
Em 2 de junho, dois militares reformados do Uruguai foram condenados a 12 anos de prisão por crimes contra a humanidade, cometidos durante a ditadura contra militantes comunistas.
E no dia 15 de junho, a Justiça argentina emitiu um apelo internacional para que seja preservado um avião encontrado em território uruguaio, que teria transportado presos durante o Plano Condor.
Em cumprimento a sentenças da Corte Interamericana de Direitos Humanos, o Estado uruguaio realizou dois reconhecimentos públicos de sua atuação ilegítima durante o regime.
O ato de reparação mais recente ocorreu em 15 de junho, quando admitiu a execução extrajudicial das três "Muchachas de abril" (Moças de abril), assim como dois desaparecimentos forçados ligados a estes casos. Em 2012, o Estado assumiu sua responsabilidade no desaparecimento, em 1976, da argentina María Claudia García, nora do poeta Juan Gelman.
Bordaberry, que em 1976 foi substituído por presidentes militares, morreu em 2011. Ele estava em prisão domiciliar desde 2007, processado por violações dos direitos humanos.
Gregorio "Goyo" Álvarez, o último militar que governou o Uruguai (1981-85), morreu em 2016, enquanto cumpria pena de 25 anos de prisão pelo homicídio de 37 pessoas no âmbito do Plano Condor. Ele foi um dos que entraram no Salão dos Passos Perdidos há 50 anos.
M.AlAhmad--SF-PST